Poemas de Amor que Chega Arrepia

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Não desisto!


Respirar eu ainda consigo, porém quando a noite chega o meu coração desalinha,


Guardo com carinho um resto de luz da tua alma que insiste em passar pela rachadura,


O que justamente pulsa com vigor e sem prazo definido pra acontecer é o nosso reencontro,


Mesmo quebrado e com aparência de entulho eu moro dentro daquele milagre pelo qual escrevo e sinto dor, mas não desisto de viver.

A saudade me falta o ar,
chega mansa… e faz doer.
Se eu pudesse voltar no tempo,
era só pra te ver.

Nas mãos do inevitável

Aquilo que se teme,
uma hora ou outra, chega em suas mãos.
Aquilo que aos olhos tem ternura
se vai como água ao sol ardente.


Não seria, então, crueldade
com o personagem desta trama,
ver tudo aquilo que não queria, acontecer?


Seria uma prenda?
Seria uma reorganização do destino?
Seria Deus?
Será simplesmente porque não é?


Não entendo,
ou pelo menos,
não ainda...

O Natal chega todos os anos, mas nem sempre encontra a gente no mesmo lugar por dentro.
Alguns chegam cansados, outros feridos, muitos em silêncio. Há quem sorria por fora, mas carregue batalhas que ninguém viu ao longo do ano.


Talvez este Natal não seja sobre mesas cheias ou presentes embrulhados. Talvez seja sobre perceber que, apesar de tudo, você ainda está aqui. Respirando. Tentando. Acreditando, mesmo quando quase desistiu.


O Natal lembra que a esperança não nasce em palácios, nasce em cenários improváveis. Nasce quando tudo parece pequeno demais para dar certo. E, ainda assim, algo novo começa.


Se este ano foi difícil, talvez isso não seja o fim, mas o intervalo necessário para um recomeço mais consciente, mais forte e mais verdadeiro.


Que neste Natal você se permita menos cobranças e mais sentido.
Menos pressa e mais presença.
Porque às vezes o maior presente não é mudar o mundo, é mudar o olhar.

“Tem gente que chega bagunçando tudo… mas de um jeito bonito.
Ele é meio doido, meio riso solto, meio caos bom — desses que iluminam sem pedir licença.
E no meio das brincadeiras, ele me lembra quem eu sou, como se enxergasse em mim um brilho que às vezes eu esqueço de ver.
Com ele, tudo fica leve… tão leve que até os problemas parecem perder o peso.
E é estranho perceber que, no meio da loucura dele, é onde eu mais encontro paz.”

⁠Na madrugada chuvosa,
a Tranquilidade ganha vida
e chega sem ser convidada,
sabe que é bem vinda,
Mas, logo, vai embora,
Melhor estimar sua companhia,
Não se sabe quando ela volta.

Ela sempre foi abrigo.
O tipo de pessoa que chega antes da dor do outro e fica depois que todo mundo vai embora. Sempre inteira para os outros… e em pedaços dentro de si.

Carregava um sorriso que não denunciava o peso que sustentava. Chorava escondido, porque aprendeu cedo que quem cuida não pode fraquejar. Até que um dia veio o diagnóstico — desses que silenciam o mundo por dentro. E, ainda assim, ela seguiu como se nada tivesse acontecido. Porque, para ela, a dor dos outros sempre falou mais alto que a própria.

Mas a vida, às vezes, não grita — ela revela.
E foi em um detalhe pequeno, um esquecimento qualquer, que tudo desmoronou. Aqueles por quem ela sempre se doou foram os mesmos que não souberam compreendê-la. E naquele instante, ela percebeu algo doloroso: quem sempre é forte, muitas vezes não tem permissão para falhar.

Naquela noite, ela chorou tudo o que nunca teve tempo de sentir.
Não só pela doença… mas por si mesma.

E então tomou uma decisão que mudou tudo: viver.
Não para os outros. Não para corresponder expectativas. Mas para, finalmente, se encontrar.

Saiu pelo mundo não como quem foge, mas como quem se busca.
E, em cada lugar, em cada silêncio, em cada amanhecer, foi aprendendo o que nunca tinha aprendido: a se acolher, a se escutar, a se escolher.

Ela entendeu que amor não é só aquilo que damos — é também aquilo que precisamos ter coragem de receber de nós mesmos.

E talvez a maior descoberta não tenha sido sobre o tempo que restava…
mas sobre a vida que, pela primeira vez, ela começou a viver de verdade. ✨

Chega um momento
que é preciso esquecer
daquilo que se quer muito,
mas que não se pode ter
e não se trata de ser fraco,
pelo contrário, é pra se evitar
um desperdício de tempo
e um desgaste desnecessário.

O Entusiasmo da Observação que faz Criar

A sensação é entusiasmante e não demora para chegar, com um tom apaixonante de poeticidade, ao simplesmente observar uma natureza que esbanja emoção: vida, veemência e suavidade. É emocionante o suficiente como se fosse um entusiasmo constante do verão — capaz de aquecer expressivamente, mesmo estando cercado pelo frio do inverno.

Elementos e uma peculiaridade de uma criação primorosa: de lindos cabelos, lábios suaves, um charme que vem de dentro ao ponto de refletir nos seus olhos, fazendo jus à espontaneidade. A qual faz toda diferença, revela a sua seletividade, que se trata de bênção divina que não é para todos; assim, são indispensáveis a conquista e a devida reciprocidade.

Deleite transitório, marcante e rico em intensidade, semelhante à contemplação de um fenômeno natural, que instiga uma curiosidade profunda durante uma breve ocasião, que não permite nada banal. Dessarte, perdura na mente esse efeito tão agradável e significativo. Agora, o motivo daquela observação pertence a minha poesia, considerando que estes versos estão vivos até nas entrelinhas.

A ENERGIA DE UMA PESSOA chega antes das palavras. Não adianta falar com falsa delicadeza e classe enquanto esconde más intenções. O coração e a bondade que contam pontos. A ENERGIA NÃO MENTE, e o tempo é revelador.

(Aline M. Abdalah)

Lágrimas de felicidade

Às vezes, a felicidade é tão grande que o choro chega arrasando, como uma enxurrada em tempo de tempestade. E, nessas horas, é uma dádiva quando o choro é acolhido e a felicidade, compartilhada.
A felicidade é a melhor terapia para a tristeza.

Entre o Sim e o Não

Quando o “não” chega ás nossas vidas, como anunciá-lo ao coração e fazê-lo compreender? Como explicar a quem sempre teve o “sim”, nas mãos que, às vezes, o não é a única opção.

❝ ...Seus cabelos têm cheiro de paz e de amanhã que chega. Ser mãe é ser a guardiã do seu sonho mais bonito. Você é o afeto que me rega, a ternura que me pega, O mais fofo mistério que vive em mim, infinito.
Na hora do sono, quando o abraço é o nosso templo, Eu agradeço a Deus por me vestir de tanta sorte. Você é o doce e pequeno exemplo De que o amor é a única e verdadeira força forte.
O mundo lá fora pode ser um campo de batalhas, eu sei, Mas aqui, no calor do nosso aconchego, tudo se acalma. Você é a pausa singela, a mais suave lei, O carinho miúdo que me faz respirar com a alma.⁠..❞


-------------- Poetisa: Eliana Angel Wolf

Se eu partir

Se eu me for
Na aurora que chega
E logo passa
Serei cor,
Presença
Em sua memória.

Se eu me for
Com o dia que chega
Mas logo se vai
Serei vida,
Presença
Em sua história.

Se eu me for
Com o tempo que vem
E sem pressa se vai
Serei parte de ti,
Presença
Em seu coração
E em suas memórias.

Às vezes, a noite chega antes mesmo do sol ir embora.
Não porque o dia acabou…
mas porque a cabeça cansa.
E ali, deitado, o coração corre uma maratona que ninguém vê.
A mente fala demais, o peito aperta,
e o corpo só quer descansar, mas o sono não vem.
É nessa hora que o travesseiro vira confidente.
Ele escuta sem julgar,
absorve cada lágrima escondida,
cada pensamento que eu não tenho coragem de dizer em voz alta.
E eu falo com ele, como quem fala com um velho amigo.
Conto o que dói, o que assusta, o que eu não entendo.
Ele não responde,
mas, de algum jeito, parece compreender.
O que eu esqueço, às vezes, ou talvez não queira perceber, é que tem alguém que eu conheço,
alguém que realmente quer me ajudar.
Mas a ansiedade é traiçoeira:
ela me convence de que ninguém ficaria,
de que ninguém entenderia.
E, assim, eu abraço o travesseiro mais uma vez,
pedindo em silêncio pra mente se acalmar.
O que eu ainda estou aprendendo
é que existe gente que quer ajudar de verdade,mesmo quando eu não percebo.
Gente que não quer curar o que sinto,
só quer ficar do meu lado enquanto eu passo por isso.
Talvez um dia eu consiga olhar pra essa pessoa
com o mesmo carinho com que olho pro meu travesseiro.
E, quem sabe, finalmente entenda
que o amor também pode ser um abrigo.

O viajante chega a terra da poesia⁠; saindo alguém ao seu encontro, disse-lhe:
-- Sr. viajante, aqui é tudo diferente, as leis são os hábitos,
e as linguagens são as árvores,
há um liturgia do amanhecer, uma liberdade no sentar
e uma honraria ao morrer

Aqui, ninguém é esquecido, sem que outro possa lhe tocar
não há lugar escuro, toda luz que brilha no céu
ilumina esse lugar..

O Viajante iluminado, na terra da poesia.

Você é a estrutura que sustenta os meus sonhos,
A voz que incentiva quando o cansaço chega.
Nos dias nublados ou nos dias risonhos,
Seu amor é a entrega que nunca se nega.
​Mais que mãe, você é inspiração e coragem,
A mão que me molda e o coração que me aquece.
Sigo seus passos por toda a viagem,
Honrando a história que você merece.

O custo mensal de um político federal chega a R$ 270 mil, e muitos deles pregam aos pobres que o verdadeiro mal do Brasil é o rico. Vai entender.


Benê Morais

Política confusa, ninguém chega a conclusão; um lado diz que sim, o outro diz que não, e o povo perde a razão.

Juca Chaves

Saudade é tipo visita sem aviso:
chega, senta no peito…
e não pergunta se pode ficar.