Poemas de Amor que Chega Arrepia
Quando te pus em primeiro, onde me colocas-te tu?
Quando fiz tudo por ti, o que tu fizeste por mim?
Quando choravas, eu limpava as tuas lágrimas e quando eu chorei, quem limpou as minhas?
Quando eu pensava em ti, em quem pensavas tu?
Quando te dei meu coração, o que me deste tu?
A dor, alivia, mas, a decepção, será eterna.
Aprisionado em minha mente
Grito a todo instante preso a correntes
A escuridão me toma, e de repente
Me vejo perdido em minha própria mente
Grito pedindo socorro de boca fechada
Sinto como se tivesse levada uma flechada
Tal flecha que levou meus sentimentos
Restando apenas sofrimento
Sofrimento que me aprisiona em meio aos meus pensamentos
As vezes minha cara fechada não e marra apenas estou pensando em uma parada
Tal parada que me corrói e me destrói e sabe aonde dói ?
Dói na alma, aonde não tem como reverter essa parada
E a cada parada no tempo em que me perco nos meus pensamentos, apenas estou morrendo por dentro.
:313
Um grande vazio no meu peito
Sinto com se tivesse perdido algo ao logo do tempo
Algo que não conseguia compreender
Até eu perceber...
Que não importasse com o que eu tentava preencher
Esse vazio jamais iria desaparecer
Porque o que eu perdi não tem volta
Apenas me resta memórias
Memórias de quem um dia eu já fui
Porque o que eu perdi
Foi uma parte de mim
Uma essência de mim
Eu me perdi.
ASS:313
Conexões mentais são raras:
Acho lindo quando a pessoa presta atenção na outra. Quando ela observa os detalhes, os gostos, os interesses. Quando alguém realmente mergulha na outra. Decora a comida favorita, o perfume, os traumas, as cicatrizes, sinais. Admiro quem consegue ir além da superficialidade. Admiro quem se conecta de verdade, quem vai além da pele e da beleza. Admiro quem consegue encontrar assunto mesmo não sabendo exatamente o que falar mais, quem se mantém interessado durante a rotina, e não só final de semana, quem se esforça para te animar e te fazer sorrir, porque simplesmente se importa.
Conexões fracas não satisfazem corações profundos. É lindo encontros de duas pessoas que se enxergam mutuamente, que se jogam de cabeça naquilo, mesmo que tenham cicatrizes.
Nessa vida hostil
meu mundo caiu
sigo em frente todos os dias,
mais a vida me desanima,
tenho medo, tenho ódio, tenho saudade,
estou longe da minha família.
A saudade dói, a queda dói e me sinto sozinho
Todos os dias acordo com ânsia, com medo, com dúvidas de se é esse o meu caminho
tento conversar com minha família más eles não ouvem
Quero conversar com alguém, quero ter alguém com quem posso conversar.
Tento sorrir, más meus sorrisos são forçados, não tenho motivos pra esbanjar um claro e espontâneo sorriso.
Tenho medo dos meus erros, sinto que tudo que eu faço está errado
tento dar o meu melhor, más sempre falho.
As vezes a vontade de ir embora, de que as coisas seriam mais simples se eu não tivesse aqui, aflora.
(des)amparo
você me deixou, mas não só me
deixou. deixou a vida sem graça.
deixou meu dia improdutivo. não
foi você, fui eu. você se foi e eu me
permiti que a vida ficasse sem cor.
eu me deixei por você e procurei
amparo em mim.
O que faz você feliz?
Você feliz o que que faz?
Você faz o que te faz feliz?
O que faz você feliz você que faz.
Geraldo Neto lança mais um livro!
A editora Sal da Terra localizada na capital paraibana anuncia o lançamento do livro do escritor uiraunense Geraldo Rocha Dantas Neto popularmente conhecido por Geraldo Neto titulado como:“Textos que Rimam”, seu conteúdo traz poemas e poesias em suas diversificações, o livro terá como co-autor o professor e escritor cajazeirense Lucilândio Pereira Mareco autor do livro” Passeando pelas praças de cajazeiras PB”.
Em 2007 o escritor lançou o livro titulado por “Asas Poéticas” pela editora Real, seus trabalhos são espalhados por várias revistas, endereços virtuais onde se revela o Blog do Geraldo Neto um espaço de cultura e encontro com a poesia. Ele enfatiza que “escrever é um dos vícios da minha existência” e garante lançamentos de várias obras além de poesias e poemas na área sociológica, antropológica e jurídica que são marcas do seu próximo trabalho.
O livro “Textos que Rimam” está sendo comercializado pelo preço de 20,00 (VINTE REAIS) e quem quiser adquirir entrar em contato com o escritor Geraldo Neto pelo número 83-91452957
Observações preliminares.
" 1. É um erro crer-se que basta a certos incrédulos o testemunho de fenômenos extraordinários, para que se tornem convictos. "
Allan Kardec.
" V. — Entretanto,se conseguísseis convencer-me, conhecido que sou como antagonista das vossas ideias, isto seria um milagre eminentemente favorável à causa que defendeis.
A. K. — Lamento-o, caro senhor, porém não tenho o dom de fazer milagres. Julgais que uma ou duas sessões bastariam para adquirirdes convicção?
Seria, realmente, um verdadeiro prodígio; eu precisei de mais de um ano de trabalho para ficar convencido; o que prova que não cheguei a esse estado inconsideradamente. "
Resposta de Allan Kardec a um crítico.
Amor, afeto e entusiasmo podem sempre ser oferecidos sem medida ou dosagem, quanto maior a oferta, mais positiva a atmosfera. Mas o elogio deve ter a medida do sucesso, seu sorriso é reforçador, é expressão máxima de satisfação, na educação, utilizá-lo é recurso que pode gerar segurança para a criança adquirir novas habilidades.
Claro que se o dinheiro falta, se a saúde vacila, se o amor arma alguma cilada, seu desejo de rir será pouco. Mas combata a depressão. Cultive o bom humor, como quem cultiva um bom hábito. Esforce-se para ser alegre. Afaste os sentimentos mesquinhos que provocam o despeito, a inveja, o sentimento de fracasso, que são origem de infelicidade. Adote uma filosofia otimista, eduque-se para ser feliz.(…) Seja feliz, se quer ser bonita!
Cansei de morrer na vida das pessoas. Por isso matei você. Antes que eu morresse de amor. Matei você.
O ser humano só valoriza o amor quando há perda ou risco de perda... Quase nunca durante sua encantatória vigência. Descobrir que amar é também saber amar e transformar a vigência do amor em vivência de amor, em algo bom, pelo gosto de viver e não pelo medo de perder, é sabedoria para poucos [...]. Amar é fazer um pacto de felicidade e não de dor. Quem porém sabe disso?
Vou procurar um amor bom para mim - no qual me reconheço e me reencontro, me refaço e me amplio, me exploro, me descubro.
Peste, fome e guerra, morte e amor, a vida de Tereza Batista é uma história de cordel.
Você, como qualquer ser humano, precisa de amor — e como ser humano legal e especialíssimo, merece amor de uma pessoa bonita.
Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando a pé pra casa, avariada. (…) Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. Não era amor, era melhor.
Nota: Trechos de crônica de Martha Medeiros.
