Poemas de Amor Próprio
O autocuidado é um ato revolucionário de amor-próprio, que nos permite conectar com nossa essência e cultivar a plenitude em todas as áreas da vida.
“O verdadeiro amor-próprio é aprender a ver e a valorizar o nosso corpo pelo que ele é, sem comparações ou pressões externas.”
O julgamento excessivo nos impede de enxergar a beleza que já existe em nós. O amor-próprio é um antídoto para esse ritmo frenético.
Cuidar da alimentação é um ato diário de amor-próprio. Não se trata de restrição, mas de equilíbrio, consciência e respeito pelo seu corpo. Cada escolha saudável de hoje constrói a saúde que você deseja para o amanhã.
Onde a dor para? Onde a saudade termina? Onde o amor-próprio começa? Onde um novo ciclo se inicia? Onde vc recomeça? De onde vc parou? Do que vc se esqueceu? Qual capítulo vc perdeu? Onde tudo acabou? Pra onde vc vai? Do que vc se esqueceu? O que vc ganhou? O que se perdeu? Quem é vc? Quem se tornou? O que vc perdeu? O que vc ganhou? O que vc leva? O que vc deixa? Quem leva o fardo e toda a tristeza? Qual é o saldo de tudo que aconteceu? Quem ganhou e quem perdeu? Quem leva a culpa? Quem sai vencedor? É um mistério o fim de um amor.
Somos metade esperando alguém pra nos completar...
Amor próprio é essencial, mas saber que é amado, é como receber o alimento diário pra sobreviver...
O homem sem amor-próprio é como a rosa do deserto: se não guarda a vida em seu próprio caule, padece mesmo diante da fonte.
Amor-próprio não nasce da noite para o dia. Amor-próprio é construção, é resultado de muita coragem. É consequência de anos de renúncia até tornar-se nossa voz sem que tenhamos que dizer nada.
O abandono dói porque rompe expectativas, mas também ensina sobre limites, amor-próprio e sobre a natureza impermanente das conexões humanas. Não é vingança nem ressentimento que traz paz; é reconhecimento..
você ainda é inteira, valiosa, mesmo quando alguém decide caminhar por outra trilha.
“O amor-próprio inflado pode ser apenas insegurança vestida de altar.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
Uma consequência do amor próprio feminino é que as mulheres crescem convencidas de seu valor social.
Se deus de fato existisse e tivesse um pingo de amor-próprio, ele processaria as igrejas por calúnia e difamação. Afinal, ninguém destruiu tanto a reputação divina quanto o fanático que usa o nome dele como combustível para incendiar a vida do próximo. A religião não é o caminho para o céu; é o muro que os odiosos construíram para dividir e controlar a sociedade.
