Poemas de Amor Próprio
Como consequência ate aqui foi descobrir que no fundo , bem lá no fundo, temos que nos amar primeiro, viver nossos sonhos, Para quando chegar no ciclo final da vida, não dever nada nem a mim e nem a ninguém ...
Sou minha própria namorada, e isso não é egoísmo. Me cuido, fico feliz com minhas conquistas, dou bronca em mim mesma quando faço algo errado, me presenteio, reservo tempo e lugar para pensar, para organizar as ideias. Amar a si próprio...ah isso é essencial para a convivência social. Se priorize.
Todo mundo deveria ter complexo de superioridade. Todo mundo deveria ser a estrela da própria vida.
Aceitar qualquer coisa, de qualquer um é carência, desespero, medo, solidão... Aceitar só o melhor é saber o seu valor, é amor: amor-próprio.
Não é necessário fazer joguinho de sedução, esconder o que sente ou tratar mal a pessoa. Só não dê mais do que você recebe. Normalmente somos desvalorizadas por quem valorizamos muito. Homens têm o péssimo hábito de só dar valor ao que não têm, de quererem só quem não possuem. Então, adiante-se e não esteja sempre tão disponível assim.
Ter autoestima não quer dizer que a mulher seja inabalável, a mais bonita ou melhor que todas as outras. Sua função consiste em trabalhar as potencialidades, solidificar a coragem, aprofundar as raízes do amor-próprio no solo da autoconfiança para que a mulher não se renda aos julgamentos alheios, não caia com as tempestades da vida.
Em tempos não tão distantes eu buscava encolher-me, pois acreditava que a invisibilidade me protegeria das "pedras" lançadas. Hoje vejo que de nada adianta, os “granizos” virão, sempre vêm, mas quando construímos uma blindagem amparada em um autoconceito positivo e compreensão para com as nossas fragilidades, entendendo que somos seres em eterno desenvolvimento, alguns adjetivos negativos não nos machucam mais como antes. Procuro, acima de tudo, me amar, me observar, me acolher, ter paciência e perdão comigo mesma. Sou um sujeito em eterna aprendizagem, e os outros também!
Assim como um arco-íris que surge após uma tempestade, a verdadeira beleza da humanidade se revela quando olhamos além das lentes do preconceito e apreciamos a rica tapeçaria de nossa diversidade
Ao contrário do que se pensa, vaidade e modéstia não são duas coisas distintas, são o direito e o avesso de um mesmo sentimento: o amor-próprio.
"Dar crédito às próprias conquistas e acreditar no próprio potencial são paços importantes para construção de um bom caráter e uma personalidade forte. Por isso, acredite em si mesmo e celebre até a menor das vitórias. Assim, encontrará paz de espírito e os caminhos se abrirão para a verdadeira prosperidade, ter amor-próprio."
Para manter a nossa paz e equilíbrio emocional é necessário aprender a dizer não. Não posso! Não quero! Não vou! Só que esse não, não deve ser dito só para os outros, mas também para nós mesmos, quando um sim for extrapolar os limites do nosso auto-respeito e dignidade.
A gente demora muito tempo até aprender a se colocar em primeiro lugar, depois que aprende a vida de ninguém é mais importante do que a sua.
Ninguém me conhece sem se apaixonar, se decepcionar ou enlouquecer.
E olha que, por uma questão de humildade, eu nem revelo tudo.
Sentir-se desconfortável para que o outro tenha conforto é um abuso que você comete contra si mesma.
Cuide de sua saúde emocional e mental. Cuide de sua aparência
e se comporte com o respeito que você merece.
A flor miúda de cor amarelo mostarda com pequenas seis pétalas sobre minhas mãos gira enquanto meus dedos se movimentam. No chão, sobre a grama alta abandonada, pétalas esvoaçam despedaçadas com sinais próprios de que alguém talvez descuidado já passara por ali. Observo em silêncio seus pedaços. E na tentativa infundada, tento encontrar alguma ainda inteira, que nem a que estava sobre minhas mãos que também não estava mais. Em pedaços como ontem eu estava.
É injusto, mas sei que mesmo nesse terreno abandonado elas voltarão a florescer, de novo e de novo. Não importa quantos passem por ela e as despedacem. Quando as olho, me lembro de mim. Quando as olho relembro de cada passagem e de cada momento que precisei me despedaçar para manter quem passava completo. E quanto mais você deixa levar pedaços de você mais incompleta e insatisfeita fica. E é por isso que hoje não arranco mais pedaços de mim para manter o outro inteiro. Não me rasgo para cobrir as feridas à mostra de quem não busca curá-las. Nessa vida, de um jeito ou de outro, só tenho como me responsabilizar por mim. Porque no fim, de um jeito ou de outro somos tudo que temos. E quanto mais você se dá onde não se é recíproco mas despedaçada fica. Mais sozinha caminha.
Mergulho onde meus pés não encontram o controle. Afundo na distância onde os olhos não veem nenhum rastro de luz. Parece perdido, mas é onde me acho. Me acho na pele, no som, na cor, na forma, na dança. Danço na escuridão das águas que já estão sobre a minha cabeça e na lama que me prende ao chão. Como uma flor de lótus, me purifico e renasço.
Carregar nas costas a conexão que nos lembra de ver beleza nas coisinhas pequenas, na insignificância. A magia que nos lembra que a vida é um eterno processo de transformação e renovação. É sendo o que apenas se é. É tirando toda bagagem que carrega o que não se precisa mais. É limpando as lentes todos os dias que se vê melhor, que desfaz de si o que invalida o outro. É retornando para si, e esvaziando de si, e se enchendo de novo. É dando espaço mais para luz e aos pouquinhos, em pequenos passinhos, removendo as sombras que encontramos o espaço mágico da sabedoria.
Apaixonei por este sorriso singelo, por este olhar seguro que desperta em mim cada vez que ouço um “não”.
Apaixonei por esta bela mulher que revive em mim.
