Poemas de Amor com Três Estrofes

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Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando afeto como vulgaridade.


"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Rogando carinho, suplicando clemência
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
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Não quero ser só um poeta,
Eu quero ser a imensidão do amor;
Sim, imensidão do amor.

​"Às vezes, a maior prova de amor-próprio é retirar-se de lugares e conversas que não oferecem paz para a sua mente."


Lúcia reflexões &Vida

"Aprendi que no jogodo
amor nada é impossível,
uma hora você ganha
outra hora você perde
ninguém é invencível "

O amor não nasce
Ele acontece
Às vezes perfeito
Às vezes disforme
O amor não morre
Ele adormece

O sorriso é um afago
sem tocar, um abraço
sem apertar, um beijo
sem encostar é o amor
através do olhar"

Não procure o amor por onde vai
Ele está dentro de você e aí ficará
até quando outro amor chegar
Como é de onde vem não se pode
prever mas, poderá senti-lo

"Só o amor faz com que
encontremos motivos
pra seguir em frente
á cada amanhecer,
buscando ser feliz"

"O Amor é aquele sentimento
dentro da gente que, quanto
maior mais leve fica."

"Não espere que amor
te encontre, ele não vai
te procurar, mas quase
sempre aparece na hora
eonde você não imagina"

"Coração onde reina o
egoísmo, o amor não
habitará. Deus disse;
AMAI- VOS UNS AOS
OUTROS ...E NÃO Á
SI MESMO"

"O Amor è o sentimento
que Deus Criou pra ser
a base do relacionamento
entre ELE e a humanidade
e tambem como a semente
da SUA principal criação"

"O amor é o único
sentimento que
quando alguém
o encontra, acaba
se esquecendo
dos outros"

Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.


Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.


A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!


Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.


Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.


Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.


O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.

Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…


Inclusive Brigar!


É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.


Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…


Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.


Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.


O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.


Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.


Sem revolta, passamos o Natal no hospital.


Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.


Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.


E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.


Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.


Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.


Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.


Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.


Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.


Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.


Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!


A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!


Amém!

Quando o Amor Carrega o Crepúsculo da Culpa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.


“Não há culpa em amar-te, mesmo quando esse amor me devora em mortes sucessivas. E, quando de ti necessito, aceito que venha envolto no presságio funesto que já habitava a primícia do próprio sentir.”

Nesta formulação, o amor surge como sacramento e sentença, um movimento que exime de culpa porque nasce inevitável, anterior à vontade. A “primícia funesta” torna-se o anúncio silencioso de que todo afeto profundo carrega sua sombra desde o primeiro gesto, e que ainda assim escolhemos permanecer.

Que o peso e a luz dessas palavras se tornem um caminho onde a dor e o desejo se reconciliam na busca pela imortalidade.

Amor é Para os Loucos




Amor não é para os sábios.
É para os loucos.


O sábio calcula.
O louco entrega.


Só o louco dá tudo sem garantias.
Só o louco suporta a dor da incerteza
e a fragilidade do sentimento
sem transformar o coração em defesa.


Amar é um salto no vazio
onde a lógica não alcança.


É expor o peito ao risco
sabendo que pode doer.


É aceitar o caos
que nasce junto com a paixão
e, ainda assim, permanecer.


Dois sábios se preservam.
Dois loucos se escolhem.


E no amor,
é melhor dois loucos ardendo juntos
do que dois sábios intactos
e vazios.

— Doeu de novo.
— O quê?
— O amor.
— Ah. Isso explica o silêncio.


O coração suspira, cheio de rachaduras novas.
O cérebro anota algo mentalmente, como quem registra um dado irrelevante.


— Você nunca entende, né?
— Eu entendo perfeitamente. Só não vejo utilidade em sofrer por isso.
— É que você não sente.
— É que você não pensa.


O coração se cala por um instante.
O cérebro aproveita pra revisar compromissos da semana.


— Ela parecia diferente…
— Todas parecem.
— E eu acreditei.
— Você sempre acredita.
— Eu só queria sentir de novo.
— E eu só queria dormir em paz.


Há um silêncio entre eles — o tipo de silêncio que dói mais que qualquer palavra.


— Como você consegue ser tão frio?
— E como você consegue insistir tanto em algo sem garantia?
— Porque é o que me faz vivo.
— E é o que quase te mata toda vez.


O coração ri. Um riso trêmulo, cansado.
— Então o que eu faço agora?
— Espera.
— E depois?
— Espera mais.
— E quando passa?
— Nunca totalmente. Mas você aprende a bater no ritmo certo de novo.


O coração respira fundo.
O cérebro volta ao trabalho.


No fundo, ambos sabem
vão brigar de novo,
vão se prometer paz,
e no próximo olhar certo —
lá estarão, lado a lado, repetindo o erro mais humano de todos:
acreditar de novo.

⁠longa jornada.

A beira do caminho deixei o Amor.
Estava cansado da longa caminhada.