Poemas de Amor Abandonado

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Me orgulho de minha vida inteira. Quer fazer igual? Siga duas regras:

1- Não faça TUDO por AMOR
2- Faça TUDO com AMOR

Assim, múltiplo e grande, ou melhor, universal é o poder que em geral tem todo o amor, mas aquele que em torno do que é bom se consuma com sabedoria e justiça, entre nós como entre os deuses, é o que tem o máximo poder e toda felicidade nos prepara, pondo-nos em condições de não só, entre nós, mantermos convívio e amizade, como também com os que são mais poderosos que nós, os deuses!

(Em "O Banquete")

Carro não possante
Milhões de sentimentos
Lata esse amor não é vira lata.


Não se acostume a perder
Você nasceu pra vencer
Tão inteligente como Mano Brown
Fala tão bem como Charlie Brown


O sorriso dela é tão natural
Quanto a luz do dia
Mais que dia


Se quando estou com ela
As horas passa tão rápido
Que quando vou ver ja é a noite.


Que deusa, deusa de todas as deusas, moana princesa, um mar de aventuras, aventura essa se me aventuro me vício.


Que droga é essa que ninguém nunca viu, é o amor, o carinho, o companheirismo, essa droga vicia tanto que to sentindo falta disso.

Há corações que pedem validação a cada instante, como se o amor fosse um espelho que precisa refletir segurança o tempo todo. Mas quando o sentimento precisa ser confirmado a cada hora, ele deixa de ser encontro e se torna cobrança.
A insegurança veste a relação com correntes invisíveis, fazendo do outro não um companheiro, mas um guardião de certezas. E o amor, que deveria ser liberdade, se transforma em prisão de expectativas.
Quem exige presença constante esquece que maturidade é saber suportar o silêncio, é confiar mesmo quando o outro não está ao alcance da mão. Sem essa maturidade, o vínculo se desgasta, porque nenhum coração pode carregar sozinho o peso da insegurança alheia.
O estranho sentimento que nasce é o reflexo da desarmonia: um lado sufocado pela cobrança, o outro perdido na própria carência. E assim, o amor se torna frágil, não por falta de afeto, mas por excesso de exigência.
Amar não é pedir validação a cada segundo, é aprender a confiar naquilo que já foi dito, naquilo que já foi mostrado, naquilo que pulsa mesmo na ausência.
Que o amor seja chama que aquece, não fogo que consome. Que a presença seja escolha, não obrigação. Que a maturidade seja o solo onde o vínculo cresce, e não a insegurança que o corrói.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Há relações que se constroem em torno da necessidade constante de validação, como se o amor precisasse ser confirmado a cada instante, em cada gesto, em cada palavra. O coração inseguro pede provas sem cessar, não por falta de afeto recebido, mas por não saber confiar no que já foi dado. E assim, o vínculo se torna frágil, porque nenhum sentimento resiste ao peso da cobrança incessante. O outro, sufocado, carrega uma responsabilidade que não lhe pertence: sustentar a insegurança alheia, preencher vazios que não são seus, ser presença mesmo quando precisa de ausência. Surge então o vitimismo, essa máscara que transforma carência em acusação, que coloca a culpa no outro por amar e não saber amar. O amor vira palco de exigências, e cada ausência é interpretada como abandono, cada silêncio como desamor. Mas amar não é vigiar, não é exigir, não é transformar o outro em espelho da própria falta. Amar é liberdade, é maturidade para suportar o silêncio, é confiança que se sustenta mesmo na distância. Quem não sabe amar acaba confundindo entrega com posse, e presença com obrigação. E nesse labirinto de insegurança, o sentimento estranho cresce, até se tornar insuportável. Só quando se entende que o amor não pode ser prisão, que o outro não é responsável por validar a cada segundo o que já existe, é que nasce a possibilidade de um encontro verdadeiro. Amar é caminhar lado a lado, sem correntes, sem culpas, sem cobranças. É deixar que a chama aqueça sem consumir, que a presença seja escolha e não sentença, que o vínculo seja poesia e não peso. Porque amar de verdade é saber que o outro é livre, e ainda assim escolher ficar.

Tatianne Ernesto S. Passaes

Quando o Amor Espera na Porta


Ela caminha devagar pelos dias,
como quem ajeita o coração antes do passo.
O amor lhe bate à porta — suave, paciente —
mas ela, com medo de abrir, gira a maçaneta do tempo
e posterga o instante que poderia ser abraço.


Guarda na bolsa desculpas pequenas,
nas mãos, incertezas que tremem.
O primeiro encontro é um barco ancorado,
pronto para partir…
mas ela ainda revisita marés antigas
para ver se pode confiar no vento.


Ele espera do lado de fora,
não como quem exige,
mas como quem reconhece a beleza
de um jardim que floresce no seu ritmo.
E ela, mesmo sem admitir,
registra em silêncio a presença dele
como quem anota um sonho que talvez aconteça.


Ah, se ela soubesse —
o amor não pede pressa,
pede coragem.
A vida não exige certezas,
exige passos.


Talvez amanhã…
ou no próximo suspiro…
ela abra a porta.
E descubra que, às vezes,
o encontro que mais tememos
é exatamente o que o destino
sempre quis entregar.


Escrito por Clayton Leite

Por que você não sai de mim?
É assim com todo mundo que viveu o amor da vida e o perdeu pra vida?
Você vive em mim, mas não vive mais pra mim.

Meu coração,
Aceleração
Quando te vejo.
Aumenta o desejo,
Sinto o amor,
Me entrego ao teu inteiro dispor.
Abraço o sentimento,
Dançamos com o vento,
De mãos dadas,
Almas enamoradas.

O Grito Silencioso do Amor Ferido

Amo o laço, a raiz, o sangue que nos traça,
Mas a dor se aninha onde a afeição me abraça.
Um amor imenso, vasto como o mar,
Que em seu próprio porto me ensina a naufragar.
Sou o farol que acende na escuridão,
Quando o interesse toca o seu portão.
Não sou o afeto que o peito anseia ter,
Mas o meio que serve, o "você vai fazer."
A sua busca é um sino, toca alto e claro,
Quando o benefício se faz necessário, raro.
Me procuram o dom, a mão que pode dar,
E não o coração que apenas quer amar.
Sou a obrigação marcada no calendário,
Um dever cumprido, um ato solidário.
O abraço que recebo não é por me querer,
É o tributo frio, o preço a se pagar por ser.
E assim, sem perceber, no abraço que me prende,
A sua alma me esmaga, a minha se rende.
Me destrói sem toque, sem intenção, talvez,
Pois amar assim é morrer mais de uma vez.
Ó família amada, por que a minha luz
Só brilha quando carrego a vossa cruz?

Há momentos em que o coração se aperta, não por falta de amor, mas porque a verdade, quando nasce da luz, incomoda aqueles que ainda caminham pela escuridão. A Palavra de Deus nos lembra: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32). A verdade nunca foi confortável para todos, mas sempre foi libertadora para aqueles que desejam viver conforme a vontade do Senhor.

Os profetas enfrentaram rejeição, críticas e solidão, mas não se calaram. Jeremias chorou, Amós foi desacreditado, João Batista foi perseguido — e ainda assim, cada um cumpriu fielmente aquilo que Deus colocou em seus lábios. Eles sabiam que a verdade é um ato de amor, mesmo quando fere o orgulho ou confronta as trevas. Afinal, “mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29).

Jesus também nos mostrou que a verdade tem um preço. Ele disse: “O Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber” (João 14:17), nos ensinando que nem todos estão preparados para ouvir o que vem do céu. Mesmo assim, Cristo nunca deixou de ensinar, corrigir e iluminar — porque Seu amor é firme, puro e fiel.

Falar com sinceridade não é ferir; é guiar. É caminhar com o coração limpo diante de Deus, sabendo que Ele sonda e conhece cada intenção. Como está escrito: “Seja o vosso falar: sim, sim; não, não” (Mateus 5:37). Quem vive na verdade vive em paz consigo mesmo e é guardado pelo Senhor que vê o íntimo.

Que Deus fortaleça seu espírito, lhe dê sabedoria, coragem e mansidão. Que toda palavra que saia de sua boca seja guiada pelo Espírito Santo, edificando, iluminando e glorificando o nome do Pai.

Aline Caira – Ancilla Dei
“Ancilla Dei, ad corda transformanda et ad essentiam Eius vobis ferendam.”

De todos os juramentos feitos no casamento, nenhum mencionava a solidão. Falou-se de amor, de parceria, de cuidado mútuo, de atravessar juntos o que viesse — mas ninguém avisou que, às vezes, o silêncio dentro da própria casa pode pesar mais que a ausência de qualquer pessoa no mundo.
A solidão compartilhada é estranha: você divide o teto, divide a rotina, divide até o espaço na cama, mas não divide a alma. E quando o coração começa a se sentir sozinho ao lado de quem prometeu ser abrigo, algo dentro de nós se quebra aos poucos, silenciosamente. Não é um rompimento abrupto — é um desgaste. Um desgaste que corrói devagar, quase invisível, até que um dia você percebe que está acompanhado, mas não está junto.
Talvez os votos não mencionem a solidão porque ninguém quer imaginar que ela possa existir no amor. Mas a verdade é que ela existe. E quando chega, ela dói de um jeito único, porque não é só a falta do outro — é a falta de nós dois.

Poema- Ela é um segredo


Quando Deus quis mostrar o que é amor, ele não escreveu um livro, não pintou um céu, nem acendeu uma estrela. Ele pegou uma lágrima e uma centelha da própria alma e moldou a mulher.




Ela não veio do pó da estrada. Veio do lado da costela. Porque Deus não queria que ela fosse menor, nem maior, mas feita para andar com o homem, lado a lado, na vida, na dor, na aquarela.




O homem foi feito para o campo, para a lida, para a força. Mas a mulher. Ah, a mulher foi feita para o céu. Para gerar esperança, curar feridas, multiplicar o que é bom e calar o que é cruel.




Ela escuta com o coração. Chora com os olhos da alma. Ela sangra em silêncio, mas ainda assim canta. Ainda assim ora. Ainda assim acalma.




Ela tem o dom que só Deus tinha: criar vidas dentro de si. E enquanto o mundo gira sem rumo, ela planta o futuro mesmo quando está por um fio.




Ela é a que educa, sustenta e resiste. É a mãe sozinha na periferia, a mulher do campo com mãos calejadas, a preta guerreira ignorada, a menina que sonha em ser livre, mesmo sendo silenciada.




O segredo que Deus escondeu do mundo está ali, na simplicidade dela. Os homens olham, mas não veem. Porque o segredo não está na forma mas no que ela contém.




Ela não é só carne. Ela é poesia em movimento. Ela é oração sem palavras. Ela é o amor no seu estado mais puro. Ela é o céu no chão. E é por isso que, quando Deus quis explicar tudo que faz sentido, Ele simplesmente criou a mulher.

Maldito o seu dom, de me fazer sonhar
Abrigar tudo o que você nunca quis realizar
O amor por sua pobre e ingênua poesia,
Soava falsa, todavia, eu já sentia...

Mais um ensaio, um cuidado, um abraço
Nada daquilo era raso, mas a profundidade também da casa ao estrago.

Por fim, o mais mentiroso foi eu
Me vesti de você e me fiz refém de suas dores
Essa dança começou e a rendição nos submeteu.

Estavamos perdido, afinal
isso nunca foi mentira, foi real.

Sonhos falidos não servem abrigo
Outrora era tudo, agora, um bom amigo.

O amor é tudo!

Alegria, entusiasmo, saudade, desejo, prazer, fidelidade, respeito, carinho, paz, harmonia, confiança, felicidade e tantas outras palavras positivas e maravilhosas que definem este fenômeno sublime.
O amor vem da alma
Energizando o corpo
Com emoções e alegrias
Fazendo de cada dia uma eternidade.

⁠Hoje os valores estão invertidos

O amor não tem mais aquele poder, hoje o que domina é a ambição, a ganância...
Quanto mais se tem, mais se quer
Não existe contentamento quando se fala em dinheiro
Relacionamentos que acabam pelo dinheiro
Ódio entre familiares são excitados pelo dinheiro (herança)
Mortes por causa do dinheiro
Guerras motivadas pelo dinheiro

Se esquecem que o amor supera tudo
O amor vai estar ali, quando estiver no leito da morte e o dinheiro não conseguir pagar a cura da doença
O amor vai estar ali, quando o dinheiro não conseguir pagar o melhor terapeuta pra tua depressão
O amor vai estar ali, quando todos teus euros/dólares que você investiu não der certo e você perder todo o capital

Por isso pense bem !

Coloque na balança, o que vale mais? O amor ou o dinheiro?
Ninguém vive só de amor, mas também ninguém vive só de dinheiro
Ambos devem andar lado a lado
E aquele que achar o equilíbrio e conseguir fazer com que nenhum pese mais que o outro
Definitivamente esse é o cara!

⁠Fui sentindo borboletas no estômago cada vez que sua boca pronunciava: meu amor! Logo eu, que pensei que tinha me tornado pedra, voltei a me sentir flor.
Florescendo, Clara.
Nildinha Freitas

Mesmo me fazendo nervoso, me sinto carinhoso,
Você é mesmo incrível, será que nosso amor é impossível?


Tento te conquistar com o que você não vê,
Porque o que vê já te conquistou.

Você não me merece,
Vê se me esquece.


Não merece meu amor,
Não merece meu rancor.


Não merece um parceiro,
Nem um amigo verdadeiro.

Você me atraiu até você, Fez-me crer que ia me querer. Disse sentir amor quando eu me afastava, Enquanto de mim você duvidava.


Pensou que eu te esnobava, então, Abriu pra mim teu coração: “Sinto tanto por ti querido, Mas não expresso amor proibido.”

Baixei minhas armas por amor, Falei de mim, mostrei minha dor. Você sorriu, tão desprendida. Pensei que eras minha flor querida.


Acreditei na tua paixão, Mas aí só morava solidão. Fugia quando eu me aproximava, E o meu amor você negava.