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Poemas de Allan Kardec

Cerca de 250 poemas de Allan Kardec

"Os Espíritos podem manifestar-se de muitas maneiras diferentes: pela visão, audição, tato, por ruídos, movimentos de corpos, escrita, desenho, música, etc. Manifestam-se por meio de pessoas dotadas de uma aptidão especial para cada gênero de manifestação, conhecidas pelo nome de médiuns. É assim que se distinguem os médiuns videntes, falantes, audientes, sensitivos, de efeitos físicos, desenhistas, tiptologistas, escreventes, etc. Entre os médiuns escreventes há numerosas variedades, conforme a natureza das comunicações que eles são aptos a receber."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"O fluido que compõe o perispírito penetra todos os corpos e os atravessa, como a luz atravessa os corpos transparentes; nenhuma matéria lhe constitui obstáculo. É por isso que os Espíritos penetram em toda parte, nos lugares mais hermeticamente fechados. É uma idéia ridícula crer que eles entrem por uma pequena abertura, como o buraco de uma fechadura ou o tubo da chaminé."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"Os Espíritos Superiores só se ocupam das comunicações inteligentes, tendo em vista a nossa instrução. As manifestações físicas ou puramente materiais são atribuídas mais especialmente aos Espíritos inferiores, vulgarmente designados sob o nome de Espíritos batedores, como, entre nós, os golpes de mágica são próprios dos saltimbancos, e não dos cientistas."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"Os Espíritos são livres. Comunicam-se quando querem e a quem lhes convém e, também, quando podem, pois nem sempre isto lhes é possível. 'Não estão às ordens e ao capricho de quem quer que seja, e a ninguém é dado fazê-los vir contra a sua vontade, nem a dizer o que querem calar'. Daí por que ninguém pode afirmar que um Espírito qualquer virá a seu apelo em determinado momento, ou responderá a esta ou àquela pergunta. Dizer o contrário é provar absoluta ignorância dos princípios mais elementares do Espiritismo. Só o charlatanismo tem fontes infalíveis."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

A inteligência de Deus se revela em suas obras como a de um pintor no seu quadro: não é o pintor que concebeu e executou. Perante Deus é somente possível conhecê-lo, ele condena ou absolve, segundo a sua justiça. No pensamento goza o homem de ilimitada liberdade, pois que não há como pôr-lhe peias. Pode-se-lhe deter o vôo, porém, não aniquilá-lo.

Inserida por tahuana

Lembrai-vos de tudo o que já vos tenho dito: Tende presente sempre que, repelindo um pobre, talvez repilais um Espírito que vos foi caro e que, no momento, se encontra em posição inferior à vossa.

Allan Kardec
O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864).
Inserida por Lange93

A mediunidade é uma coisa santa, que deve ser praticada santamente, religiosamente. Se há um gênero de mediunidade que requeira essa condição de modo ainda mais absoluto é a mediunidade curadora.

Allan Kardec
O Evangelho segundo o Espiritismo. Brasília: FEB, 2013.
Inserida por RaphaelaB

⁠A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Todavia, existe outra muito mais penosa e, por conseguinte, muito mais meritória: a de perdoarmos àqueles que Deus colocou no nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para provarem a nossa paciência.

Allan Kardec
O Evangelho segundo o Espiritismo. Brasília: FEB, 2013.
Inserida por RaphaelaB

A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que as bênçãos são muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva a fronte para a terra.

Allan Kardec
O Evangelho segundo o Espiritismo. Brasília: FEB, 2013.
Inserida por RaphaelaB

⁠"A penumbra e o frio do túmulo não são ponto final da existência."

Inserida por RaphaelaB

A fé cega aceita, sem verificação, assim o verdadeiro como o falso, e a cada passo se choca com a evidência e a razão. Levada ao excesso, produz o fanatismo. Assentando no erro, cedo ou tarde desmorona; somente a fé que se baseia na verdade garante o futuro, porque nada tem a temer do progresso das luzes, dado que o que é verdadeiro na obscuridade, também o é à luz meridiana

Allan Kardec
O Evangelho segundo o Espiritismo. Brasília: FEB, 2013.
Inserida por RaphaelaB

O Espiritismo dá aos homens tudo o que é preciso para a felicidade aqui na Terra, porque lhes ensina a se contentarem com o que eles têm. Que os espíritas sejam, pois, os primeiros a aproveitar os benefícios que ele traz, e que inaugurem entre si o reino da harmonia que resplandecerá nas gerações futuras.

Allan Kardec
Revista Espírita, 1 nov. 1868.
Inserida por Marcelo_C_Monteiro

O Espiritismo jamais disse que nada mais tinha a aprender. Ele possui uma chave cujas aplicações todas ainda está longe de conhecer. Aplica-se a estudá-las, a fim de chegar a um conhecimento tão completo quanto possível das forças naturais e do mundo invisível em cujo meio vivemos, mundo que nos interessa a todos, porque todos, sem exceção, devemos nele entrar mais cedo ou mais tarde, e vemos todos os dias, pelo exemplo dos que partem, a vantagem de conhecê-lo antecipadamente.

Allan Kardec
Revista Espírita, jan. 1868.
Inserida por Marcelo_C_Monteiro

Um equívoco muito frequente entre novos adeptos é o de se julgarem mestres após alguns meses de estudo. O Espiritismo é uma Ciência imensa, como bem sabeis, e experiência em sua prática não se adquire senão com o tempo, aliás como em todas as coisas. Essa pretensão de não mais necessitar de conselhos, e de se julgar acima de todos, é uma prova de insuficiência, pois foge a um dos primeiros preceitos da doutrina: a modéstia e a humildade.

Allan Kardec
Revista Espírita, nov. 1861.
Inserida por Marcelo_C_Monteiro

Pode-se ver que as instruções dadas na América sobre a caridade e a fraternidade não cedem em nada às que são dadas na Europa. É o elo que unirá os habitantes dos dois mundos.

Allan Kardec
Revista Espírita, set. 1868.
Inserida por Marcelo_C_Monteiro

Tão certo é que, levantando contra si os interesses e os preconceitos que elas ferem, as grandes verdades novas não se podem firmar sem luta e sem fazer mártires.

Allan Kardec
O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864).
Inserida por Marcelo_C_Monteiro

Nenhuma ideia nova, por mais certa e bela que seja, se implanta instantaneamente no espírito das massas, e aquela que não encontrasse oposições seria um fenômeno insólito.

Allan Kardec
Revista espírita, 1858.
Inserida por Marcelo_C_Monteiro

A este respeito já se opera uma notável mudança, de algum tempo para cá. Já se fala mais abertamente; já se arriscam, e isto faz com que se abram os olhos dos próprios antagonistas, que perguntam se é prudente, no interesse de sua própria reputação, atacar uma crença que, queiram ou não queiram, por toda parte se infiltra e encontra apoio nas altas camadas sociais. Assim, o epíteto de louco, tão prodigalizado aos adeptos, começa a tornar-se ridículo. É um lugar-comum que se torna trivial, porque em breve os loucos serão mais numerosos que os sensatos e mais de um crítico já se colocou do seu lado. Aliás, é o cumprimento daquilo que foi anunciado pelos Espíritos, quando diziam: Os maiores adversários do Espiritismo tornar-se-ão os seus mais ardentes partidários e propagandistas.

Allan Kardec
Revista espírita, 1858.
Inserida por Marcelo_C_Monteiro

Aliás, é o cumprimento daquilo que foi anunciado pelos Espíritos, quando diziam: Os maiores adversários do Espiritismo tornar-se-ão os seus mais ardentes partidários e propagandistas.

Allan Kardec
Revista espírita, 1858.
Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠Como, em tudo, os fatos são mais concludentes que as teorias, e são eles, em última análise, que confirmam ou destroem as últimas.

Allan Kardec
Revista espírita, jun. 1867.
Inserida por Marcelo_C_Monteiro