Poemas da Juventude de Paulo Coelho
Nem sempre as ervas daninhas são culpadas por acabar com a lavoura, mas maioria das vezes a culpa é da negligencia do próprio lavrador!.
As vezes não são as atitudes dos outros que estão erradas, mas sim a nossa forma de pensar, ou mesmo as nossas atitudes em relação as atitudes dos outros!.
Julgamos a atitude de julgar as pessoas, mas esquecemos que quando julgamos, estamos tendo a mesma atitude!.
Às vezes o preço de uma discussão é menor que o valor de uma amizade, por isso eu às vezes engulo sapos!
As pessoas preferem se afundar com elogios falsos, preferem morrer do que ser salvos com uma critica verdadeira!.
As pessoas não aprende dialogar, elas gostam de duelos, quebrar os argumentos para provarem que estão corretas, sem ao menos pensar no assunto.
A lã é distribuída conforme a capacidade do carneiro. Sua lã esta pesada mas só você pode carregar ela!
Se as leis fossem iguais perante a todos, não existiria a necessidade de sermos iguais perante a lei!
Livre-se de tudo que não é saudável, pessoas, tarefas, vícios e tudo que te coloca para baixo. Uns vão chamar de egoismo, mas no fundo sabemos que isso chama-se amor próprio!
Não é bom usar muito nem os elogios nem as criticas, porque quando acreditam neles, nos dois casos teremos problemas!
Você é permanente em minha alma durante as 24 horas do dia, pois em você durante o dia, acordado eu penso, e com você durante a noite, dormindo eu sonho.
O que me deixa realmente assombrado não são os acontecimentos ruins que possam ser a mim predestinados ao longo da minha vida, mas sim a ideia de ver algum dia ao longo de sua vida, a sua sombra ao lado de outra sombra que não a minha.
Todo amor vivido no silêncio, tem que ser dito, declarado, exposto, para que assim o outro saiba o quanto é amado; mas acredite, não vale a pena sofrer se o outro é feliz sem você.
“Não importa se você está perto ou longe, ou se algum dia poderei te tocar ou não. O que importa é que você existe para que eu possa sentir a sua falta, olhar pro céu e te ver, lá, lépida, linda, loira, lua...”.
