Poemas da Juventude de Paulo Coelho
Compreende-se que espaços educadores sustentáveis são aqueles que têm a intencionalidade pedagógica de se constituir em referências de sustentabilidade socioambiental.
Indivíduos se lançam em aquisições impensadas, “necessitando” consumir para definir o seu papel na sociedade (...), o que já produz efeitos na economia do país e na questão da sustentabilidade.
Na relação com o mundo e com os outros, pode fazer novas escolhas, pode escolher mudar em si próprio o que não lhe agrada, e, para isso, é preciso se autorreconhecer.
As avaliações devem constituir-se em diagnósticos para o melhor exercício do processo de ensino-aprendizagem e não para rotular os alunos como melhores ou piores.
A pesquisa bibliográfica pode ser utilizada como método em qualquer área do conhecimento, desempenhando um importante papel na construção do saber e/ou na formulação de hipóteses e permitindo que o pesquisador possa trilhar por caminhos pouco explorados, valendo-se, muitas vezes, de trabalhos repletos de significado e importância histórica e revisitando teorias e vivências já registradas por outros autores.
A gestão democrática não se efetivará por decreto, portarias ou por resoluções, mas pelo processo de participação coletiva dos envolvidos.
A escola deve ser gerida, verdadeiramente, por todos que dela fazem parte, pois se trata de uma instituição vinculada ao bem comum e ao desenvolvimento da sociedade.
Não há possibilidade de uma real participação e decisão democrática se os cidadãos não forem autônomos.
Ao longo da história da humanidade, algumas vias foram sendo estabelecidas para que o ser humano pudesse adquirir os conhecimentos, apropriando-se do mundo que o cercava, alimentando-se física e mentalmente de tudo o que existia, em cada época e em cada contexto.
Será que o processo de conhecimento das coisas, que tem durado milênios, está nos aproximando ou nos afastando das respostas às grandes perguntas da humanidade?
Com base nas diversas vivências que nos são oportunizadas ao longo da vida, assimilamos alguns aprendizados, sem a obrigatoriedade de, previamente, termos contato com teorias, ideias ou registros de outrem sobre o objeto que está sendo conhecido.
Quando a gente não sabe praticamente nada sobre um determinado assunto, é comum que “criemos” uma explicação. Não precisa nem ser muito convincente. Basta que satisfaça a nossa curiosidade.
O homem só evoluiu até aqui por causa de sua preguiça. Se nós gostássemos mesmo de pegar no pesado, a roda não teria sido inventada para que pudéssemos passear nem mesmo numa carroça...
Nós, preguiçosos que somos, temos “personificado” todos os fenômenos que não compreendemos, atribuindo-os a vontade de algum ser superior à humanidade.
As explicações que são dadas por meio de dogmas e escrituras arcaicas remontam ao período do bronze e estão completamente desatualizadas em relação ao mundo contemporâneo.
Cuidado ao afirmar que livros sagrados sobrevivem aos tempos e, só por isso, eternizam sua inviolabilidade. Vejamos a história de Hércules, que é conhecida e, mesmo assim, não o consideramos como uma pessoa real que viveu em meio aos seres humanos, desempenhando seus doze trabalhos.
