Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado
Eu quero compartilhar um segredo com você. Na verdade, não sou exatamente quem parece ser. Meu disfarce é tão habilidoso que é surpreendente como você ainda não percebeu. Sou o seu amigo mais próximo, mas escondo um segredo: na verdade, sou o rosto por trás dos seus sonhos. Porém, revelar essa verdade poderia mudar tudo entre nós, e talvez até te assustar a ponto de se afastar. Por isso, prefiro manter esse segredo guardado, vivendo com a incerteza do que poderia ser se a verdade fosse revelada.
Tem gente que só precisa de um pouco de atenção para transformar a dor em força e o medo em esperança.
Todos os dias há um aprendizado, e este nos mostra que devemos ser sempre analíticos ao nosso redor. Hoje, eu aprendi que, quando não se faz, ficam com raiva, te trocam ou nem falam com você. Entretanto, estou começando a ser mais inflexível, para que possam notar que não sou o bobo da corte.
Contudo, já me foi falado várias vezes — e notado — que, quando se anda por vários locais, torna-se um cosmopolita ou um perdido pelo mundo!
E lá estava ele, morrendo a cada segundo, dizendo "Adeus" a cada suspiro, por um instante supliquei que vc não se fosse e no outro supliquei que me levassem junto, mas já era tarde vc me deixará assim tão de repente, sem nem se despedir.
E essa dor no meu peito? Como suportarei? Leve contigo! Não sou capaz de senti-la sozinha
Amar você é: sentir uma alegria enorme no peito, estar sempre com um sorriso bobo no rosto, andar nas nuvens, fugir da realidade e ir com a mente para lugares lindos. Te amo
Envelhecer com dignidade é um direito, não deveria ser um privilégio: criar uma sociedade que valorize e apoie os idosos é uma responsabilidade que exige ação coletiva para garantir igualdade e justiça para todos.
"O mundo tornou-se de tal maneira insensível, que as palavras de um indivíduo só adquirem verdadeiro valor e são plenamente ouvidas após o silêncio irrevogável de sua morte."
Será que essa força que você sente é real, ou apenas um roteiro decorado? Muitas vezes esse "eu" artificial não te protege, te apaga. Acha que é adaptação? Para mim, é tem sido covardia domesticada.
O erro da educação segregacionista e punitiva, é criar revolta na pessoa segregada, a ponto de um dia torná-la mais sectarista e mais violenta ainda.
Amor afetivo, é um amor que só produzimos e cultivamos na infância, do nascimento à adolescência. Não há atalhos ou métodos fora do padrão q preencham a falha deixada pela ausência dos pais na vida de um filho e as consequências são para sempre.
Somos o breve despertar da matéria para si mesma. Por um instante, átomos dispersos pelo cosmos se organizam, ganham forma e consciência, e ousam perguntar: 'o que sou?'. Mas não há um centro fixo, nem um propósito evidente — apenas o fluxo contínuo da existência, que se dobra sobre si em miríades de formas. A humanidade, nesse contexto, é uma metáfora do próprio universo: instável, transitória, mas plena de significado enquanto acontece. Existimos como quem sonha, e talvez a vida seja apenas o modo como o cosmos se contempla, silenciosamente, antes de adormecer novamente.
A existência é o silêncio que grita dentro do vazio, um instante onde o nada se torna possível e, por isso mesmo, impossível de ser esquecido. Não somos entidades separadas, mas pulsos dessa mesma vastidão tentando, em vão, agarrar o que nunca esteve à nossa mão: o sentido absoluto. Somos feitos do instante entre o ser e o não-ser, a tensão infinita que cria o movimento e o pensamento. Não há fora do existir, pois o existir é a fronteira que se estende e se recolhe, um horizonte que nunca alcançamos, mas que nos define. Viver é assumir a responsabilidade de ser a pergunta viva, um eterno questionar sem resposta, um testemunho daquilo que escapa à compreensão. O que chamamos ‘realidade’ é apenas o contorno provisório dessa busca, a sombra tênue de algo que é ao mesmo tempo todo e nada. Ser, então, é reconhecer que somos a ferida aberta do cosmos — e que nessa ferida pulsa a única certeza: a de que, no fundo, nada é certo, exceto a eternidade do mistério.
O início de tudo não foi um momento, mas uma ausência: a ausência absoluta, onde nem mesmo a ausência podia ser concebida. Antes de qualquer tempo, qualquer espaço, qualquer lei, havia apenas o impensável — aquilo que nem o nada consegue nomear. E então, sem porquê, sem finalidade, sem testemunha, o ser se insinuou: não como um estouro, mas como uma inevitabilidade silenciosa, um gesto que não pôde ser contido. O que chamamos ‘início’ não é o princípio de algo, mas a fratura do impossível — o ponto em que a inexistência já não pôde mais se sustentar e, ao ceder, deu lugar à possibilidade. O tempo nasceu junto com o espaço, como dois gêmeos siameses, costurados pela necessidade de que algo se transformasse. A matéria não veio depois: ela sempre foi o desdobramento desse impulso primordial, o eco daquela primeira vibração sem origem. O início não aconteceu, ele ainda está acontecendo, a cada respiração, a cada pensamento: o universo segue começando, incessante, em nós, através de nós, apesar de nós. E talvez seja esse o maior segredo: que o início nunca terminou.
Quando entendermos que nossas palavras produzem vida e morte, dependendo do que falamos, teremos um zelo redobrado com cada palavra que proferirmos. Começaremos a filtrar tudo o que se passa dentro de nós, examinando cuidadosamente para ter uma comunicação excelente que transformará nossa vida.
Devemos ter um cuidado e zelo redobrado para não sermos seduzidos pelos enganos do pecado, o que nos levaria a ser influenciados e dominados por ele. Por isso, precisamos encontrar na graça e no amor de Deus os fundamentos para vencer as influências pecaminosas que nos desviam dos Seus caminhos.
