Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado
A vida parece ser tão longa enquanto os olhos não se fecham, porem basta um piscar dos olhos , para vermos este caminho cada vez mais curto.
Quero viver a eternidade de uma real felicidade, mesmo que ela não passe de um simples piscar dos olhos.
Há belezas que não foram feitas para serem emolduradas, mas sim vividas e admiradas. Um quadro vivo.
No vácuo da existência um amor que perdura eternamente... espaço para colorir onde o sol brilha para sempre, na alegria curas os existentes.
Vivemos em um mundo onde se têm medo de baleias e, teus risos são, sementeiras das flores, pra manter liros informes.
Toda menina um dia cresce e se torna mulher, outras já nascem maduras o suficiente pra dar continuidade a novas esferas, sem modificar sua estrutura infantil de vidas por dias, que precisam o progresso materializar.
A verdade é sempre um presente interno que nos chega derrepente, e, embora nos pertença de alguma forma, não lutamos por defendê-la.
Norte, sul, leste, oeste, ocidente, e, oriente, sempre solamente um único, noites e dias em conjuntos de dias, merecimento livre dos valores.
Cada um chama de ideias claras as que estão no mesmo grau de confusão que as suas próprias.
A estrada do sucesso está sempre em construção. É um caminho que avança, não um fim a ser alcançado.
Nem toda violência é física, e nem toda família é um lugar seguro. Existe um tabu enorme em admitir que dentro de casa pode haver rivalidade, ressentimento, abuso emocional e até um desejo velado de ver o outro fracassar. Isso gera um desgaste psicológico profundo, porque a família deveria ser, em teoria, o espaço de apoio e quando não é, a pessoa fica sem “base”.
Um indivíduo do qual não consegue perceber quem está à sua volta e só olha para si, é típico de um narcisista. A alienação impede um desenvolvimento intelectual socialmente; a fragilidade traz o medo do envelhecimento, onde a busca em sentir-se aprovado pelos demais é constante, típico de uma mercadoria e, consequentemente, o egoísmo estético o faz olhar apenas para o próprio umbigo, ao ponto do corpo se tornar o único horizonte relevante do sujeito, infelizmente.
