Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado
"Não se valha de uma posição social, de um cargo mais elevado, de um manto de maior hierarquia para cometer injustiça, pois um dia cometerá um equivoco com alguém justo,pois seu orgulho e o status que você precisa para caminhar na terra te cegarão, e aquele injustiçado lhe cobrará com certeza em algum momento."
Deitado no terraço, que mais parece um navio, navego entre as estrelas sem definir um caminho. O olhar é como um farol refletindo a luz celestial, que chega a mudar o brilho e nos empresta uma nova forma de olhar. Céu desconhecido, abstrato faz-nos interrogar tudo o que há no espaço. Mas a verdade é que nesse momento coloco-me a sonhar e admirar, permaneço estático e continuo a contemplar o céu de Tangará...
Três homens e uma mulher, mais um grande salto para a humanidade no Universo, a bordo da missão Artemis II a caminho da Lua em 03 de abril de 2026.
A sensação de “eu” que parece tão sólida é, na verdade, um fenômeno contínuo sendo recriado momento a momento através da identificação com pensamentos, memórias e expectativas. Quando essa construção é observada em tempo real, ela começa a perder densidade, e o que resta não é vazio no sentido negativo, mas uma abertura viva e consciente.
O impulso de reagir imediatamente a tudo que surge é um condicionamento antigo. Entre o estímulo e a resposta existe um espaço sutil que geralmente passa despercebido. A prática consiste em reconhecer esse espaço, habitá-lo, e permitir que a ação venha de um lugar mais consciente, e não apenas automático.
A ideia de progresso espiritual pode se tornar um obstáculo invisível. Quando você acredita que está “chegando a algum lugar”, você reforça a noção de separação entre onde está e onde deveria estar. A percepção mais profunda surge quando essa busca relaxa, e você começa a investigar diretamente a experiência presente, sem projeções.
O medo de perder o controle muitas vezes impede que você experimente um nível mais profundo de entrega. No entanto, ao investigar esse medo, você percebe que o controle sempre foi parcial e ilusório. A entrega não é um risco real, mas a liberação de uma tensão que já não se sustenta.
O tempo psicológico - essa constante projeção entre passado e futuro - é um dos principais fatores de desconexão da presença. Quando você percebe diretamente que o passado só existe como memória e o futuro como imaginação, algo se reorganiza internamente, trazendo mais simplicidade para a experiência.
Você nunca esteve preso, apenas acreditou na ideia de um “alguém” que poderia se perder e depois se encontrar. Essa crença sustenta toda a busca. Quando isto é visto com clareza, a busca simplesmente acaba. Não há libertação, porque nunca houve prisão.
O desapego genuíno revela apenas aquilo que sempre este evidente: o Ser, intocado, sem centro, infinito e inabalável.
Existe um ponto sutil na prática em que você começa a perceber que não é apenas o observador dos pensamentos, mas também aquilo que percebe o próprio ato de observar. Nesse momento, a dualidade entre “eu que observo” e “aquilo que é observado” começa a se dissolver, revelando uma consciência que não precisa de posição, esforço ou identidade para existir.
No fim absoluto - que não é um fim - não há compreensão, porque não há distância entre o que é e aquilo que compreenderia. Não há unidade, porque nunca houve dois. Não há totalidade, porque não há partes. Tudo o que pode ser dito falha - e ainda assim, nada jamais esteve fora disso.
Há um ponto em que até mesmo a noção de presença se revela como um conceito sutil sustentado pela mente. Enquanto houver alguém tentando “estar presente”, ainda existe uma divisão silenciosa. O que se revela além disso não pode ser praticado nem mantido — é anterior a qualquer esforço, é aquilo que já é, antes mesmo da ideia de ser.
Em um nível extremo de clareza, até mesmo a noção de “experiência” colapsa. Não há algo acontecendo para alguém — há apenas o acontecer sem centro, sem direção e sem testemunha separada. Tudo o que antes parecia real se revela como uma sobreposição conceitual sobre o indizível. E, ainda assim, nada precisa ser removido.
A mente tenta compreender a realidade como se estivesse fora dela, observando de um ponto seguro. Mas essa posição nunca existiu de fato. Aquilo que percebe e aquilo que é percebido são movimentos inseparáveis da mesma totalidade. Ver isso diretamente encerra a busca por um lugar de onde olhar, porque não há fora.
Mesmo a ideia de “consciência” pode se tornar um refúgio sutil, uma nova identidade mais refinada onde o ego se abriga. Quando isso é visto, até essa identificação começa a perder sustentação. O que resta não pode ser nomeado, não pode ser possuído, e justamente por isso não pode ser perdido.
Afastar-se do que não nos faz bem é um ato de autocuidado e sabedoria, pois a distância emocional cria espaço para o crescimento pessoal e o florescimento interior.
A distância mais segura de um inimigo é aquela onde você consegue observar cada um de seus movimentos.
"A vida é um sopro...daqui não levamos nada, por isso, plante somente sementes boas na sua caminhada pela vida, porque a única coisa que iremos deixar serão lembranças do que vivemos e que essas lembranças sejam as mais lindas e felizes."
"Obrigado, Senhor, por mais um dia vivido plenamente, por mais um retorno ao meu lar!Abençoe a minha família e os meus amigos! Que nosso descanso seja reparador, para que possamos ter forças e fé para mais um dia na jornada da Vida."
