Poemas curtos que encantam em poucos versos

A perfeição do cristão é a sua perseverança, seu amor
e sua obediência à Palavra de Deus.

Um casamento feliz e saudável contém ingredientes do amor, da aceitação das diferenças, de bases espirituais iguais, dos mesmos objetivos, dos acertos sob o perdão e da mútua fidelidade.

O verdadeiro afeto não aplaudido o que destrói, mas corrige com firmeza e amor para guiar quem está errando para o caminho certo.

Nenhuma mulher cruza nosso caminho em vão: umas vêm para ser amor para sempre, outras para afastar a solidão, e algumas para nos abrir os olhos e trazer o livramento.

Nas decepções, não se perde a fé no amor; passa-se a crer apenas no próprio.

O amor amadurece como as boas canções: com o tempo, elas ganham mais sentido. Enquanto eles curtem o momento, eu celebro a eternidade de um sentimento bem cantado.

O amor é o que nos une, mas a solidão é o que nos define. Só quem sabe estar só consegue amar sem carência.

Estou aprendendo que deixar ir é o maior ato de amor-próprio que posso ter agora.

Estar sozinho é um estado; sentir-se só é uma escolha que a gente desfaz cultivando o amor-próprio.

Adeus, meu ex-amor. Guardo as memórias boas, mas sigo em frente com a certeza de que nossos caminhos agora seguem direções diferentes.

Pergunto ao vento onde está o meu amor, na esperança de que ele sopre a resposta direto para os meus braços.

Onde está o meu amor, senão guardado em cada detalhe dos meus sonhos mais bonitos?

O mapa mostra a distância, mas o meu coração só sabe perguntar: onde está o meu amor agora?

Fecho os olhos para tentar sentir o teu cheiro e sussurro baixinho: onde está o meu amor que faz falta em cada despertar?

Entre rimas e versos vazios, a única estrofe que importa é aquela que diz onde está o meu amor.

Meu amor por você é como a zona abissal: um lugar onde a luz de fora não alcança, porque ele brilha com a própria intensidade do que guardamos no fundo do peito.

Não tenha medo da pressão ou do escuro; meu amor é a água calma que te envolve onde ninguém mais consegue chegar. No fundo de tudo, somos só nós e a imensidão.

No meu jeito de ver o mundo, o amor não prende. Se eu a amo de verdade, eu a deixo viver, porque ela não é um objeto que eu possuo, mas uma pessoa livre que eu escolhi admirar.

No meu jeito de sentir, amor não combina com posse. Amar de verdade é respeitar a liberdade dela, sabendo que ela não me pertence, mas que escolhe estar ao meu lado.

Onde muitos veem o fim, o nosso amor encontra o recomeço. Como a fênix, ele renasce das próprias cinzas para provar que a eternidade é o seu único destino.