Poemas curtos que encantam em poucos versos
“Será que esse seu ciúme todo ainda vai acabar fazendo a gente esquecer o mundo lá fora e transformar toda essa tensão em amor, carinho e vontade de ficar perdido um no outro?”
O mundo ainda perece do mal, das línguas mentirosas, das pessoas maquiavélicas, mas chegará o dia em que toda língua satânica provará da onipotência de Deus.
Escrevo, escrevo, escrevo, ignoro, suprimo, e escrevo mais ainda, na tentativa de aliviar esse vazio imenso dentro de mim tão cheio de você.
"O imbecil, dentro de sua vil imbecilidade, consegue imbecilizar-se ainda mais quando sua ignorância pulsa a ponto de fazê-lo crer-se o único detentor da razão."
Se ainda me for permitido e tiver sorte de continuar essa caminhada, buscarei a PAZ que muitos abandonaram no vazio da vaidade.
Seja como a soca do arroz:
Se ainda está válida, aproveitamos ele, né? Então, se dá com o arroz, dá para o que é postivo na vida também, né? Fica a dica.
Ainda bem que existe outros dias, outras noites, outros lugares, outras pessoas e outros amanhãs, imagina se não existisse...
A paixão é a capacidade de descobrir no outro o que ele ainda não viu que tem. É como se você tivesse um grande terreno e não pudesse andar por ele para conhecer seus limites, e por isso não o conhece por inteiro. Mas aos poucos vai se tornando dono daquilo que já é seu.
Toda a melhoria feita no imóvel, quando feita em caráter de urgência evita ainda mais a desvalorização do imóvel e outras alterações; quando feitas em carácter estético e de conforto agregará valor ao imóvel.
Que sigamos nossos destinos incertos, mas, ainda que eu caminhe nos trilhos que a vida reserva para mim, não me surpreendo em sentir o perfume, vestígio sutil que você deixou no tempo e que o vento, às vezes, insiste em trazer de volta.
Ainda que eu esqueça, algo em mim reconhece que a inquietação não desaparece; apenas se recolhe em silêncio, como quem aguarda o próprio tempo. Fica suspensa, até que o simples som do seu nome a desperte outra vez.
Ainda sinto um certo prazer de ver o que seria, mas devo viver o 'que será' realmente do meu futuro nas atitudes interiores que tomo no presente.
Toda sociedade que banaliza o certo e o errado prepara, ainda que lentamente, a sua própria decadência humana.
Um dia (ainda quando criança) até pensei que a pior coisa na vida era acabar sozinho. Hoje vejo que o mal do século é estar com pessoas e mesmo assim se sentir sozinho.
Que a felicidade bata em sua porta, melhor ainda, que ela invada sua casa, aposse-se de seu coração e nunca mais parta.
