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Poemas com Rimas de minha Rua

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Não tenho raiva de quem me decepciona. Geralmente a culpa é minha por esperar demais dos outros.

Das lembranças que gosto de ter, e as trago em minha vida, voce é uma saudade que gosto de lembrar...

Minha querida Bela, você está tão à frente do seu tempo. Essa é uma vila pequena, com mentes pequenas também. Mas "pequeno" também significa "seguro".

Agora que eu finalmente segui em frente. Você diz que sentiu minha falta todo esse tempo.

Posso pressentir o perigo e o caos e ninguém agora vai me amedrontar. Com a minha mente vou a mil lugares, e a imaginação me dá forças pra voar.

Tu é o verso do meu Rap, a letra que eu precisava, um pedaço da Minha Rima, a Vogal que me faltava.

Durante toda a minha vida eu nem sabia se eu realmente existia. Mas eu existo, sim. E as pessoas estão começando a perceber.

Você é o sonho que nunca tive o privilégio de sonhar, até porque nem a minha imaginação consegue imaginar algo tão perfeito como você.

Você disse? “Eu te amo… Não quero nunca viver sem você… Você mudou minha vida…”. Você disse? Faça um plano… Trace um objetivo… Batalhe por ele… Mas de agora em diante, sempre, olhe em volta… Beba-o… Porque este é o objetivo… Tudo pode acabar amanhã.

Conheço a minha sina. Um dia, meu nome será ligado à lembrança de algo tremendo - de uma crise como jamais houve sobre a Terra, da mais profunda colisão de consciência, de uma decisão conjurada contra tudo o que até então foi acreditado, santificado, querido. Eu não sou um homem, sou dinamite.

A frieza tem sido minha companheira. A indiferença anda do meu lado. A grosseria ás vezes resolve aparecer… E a ironia é minha melhor amiga. Eu mudei? Não. Só estou me poupando de sofrimento.

"Eu sou um aeroporto. Chegadas e partidas são a única certeza na minha vida!"

A minha infelicidade era a infelicidade de uma pessoa que não era capaz de dizer não.

Osamu Dazai
Declínio de um homem. São Paulo: Estação Liberdade, 2018.

Eu vi minha vida ramificando-se diante de mim como a figueira verde da história.
Na ponta de cada galho, como um figo gordo e roxo, um futuro maravilhoso acenava e piscava. Um figo era um marido, um lar feliz e filhos, outro era uma poetisa famosa e consagrada, outro era uma professora brilhante, outro era a Europa, a África e a América do Sul, outro era Constantino e Sócrates e Átila e outros vários amantes com nomes exóticos e profissões excêntricas, outro ainda era uma campeã olímpica. E, acima de tais figos, havia muitos outros. Eu não conseguia prosseguir. Encontrei-me sentada na forquilha da figueira, morrendo de fome, só porque não conseguia optar entre um dos figos. Eu gostaria de devorar a todos, mas escolher um significava perder todos os outros. Talvez querer tudo signifique não querer nada. Então, enquanto eu permanecia sentada, incapaz de optar, os figos começaram a murchar e escurecer e, um por um, despencar aos meus pés.

Sylvia Plath
The Bell Jar. New York: Bantam Books, 1972.

Se um dia eu e minha namorada brigássemos e ela chorasse, eu ficaria quieto e a abraçaria.

Não sei muito bem com qual propósito você entrou em minha vida, eu só sei que você a mudou.

Sentia-me frustrado, tudo me derrotava. Eu começava a ficar deprimido. Minha vida não estava indo para lugar algum. Precisava de alguma coisa, o brilho das luzes, glamour, alguma porra. Me sentia esquisito. Como se nada tivesse importância. O jogo me cansava. Eu perdera a garra. A existência não era apenas absurda, era simplesmente trabalho pesado. Pense em quantas vezes a gente veste as roupas de baixo em toda a vida. Era surpreendente, era repugnante, era estúpido.

Gosto de dar carinho mais do que de receber. Presenteio sem datas especiais. Minha motivação é sempre um sorriso.

Prefiro passar a minha vida junto aos pássaros, do que jogá-la fora desejando ter asas.

⁠Levanto pela manhã e presto continência para o capitão de minha salvação e pergunto, quais são as ordens hoje?