Poemas com Rimas de minha Rua
Minha tristeza era silenciada; tinha que ser. Se eu a enfrentasse com seriedade, realmente me afogaria.
Queria definir o que você representa na minha vida, mas não consigo decifrar a luz. Eu não posso compreender o indecifrável, mas o entendo de certa forma. Tentei te traduzir nessas frases, mas não consigo representar um anjo em palavras.
A minha loucura não é uma loucura que se cura no divã. A minha loucura é ter que conviver entre mentiras e juras. É ter na vida sempre noite e nunca uma manhã. É uma loucura que parece não ter fim.
Minha mãe rala muito para me dar todas as oportunidades do mundo, e eu tenho medo de não conseguir compensar o esforço dela.
Não sei se amo mais a MADRUGADA ou minha própria COMPANHIA, pois sempre quando estou com as duas elas me fazem feliz.
Não tenho medo de amar as pessoas verdadeiras que Deus coloca em minha vida, o que me atemoriza é não amar enquanto posso.
Ricardo Baeta.
Gratidão a Deus, pela vida, saúde e proteção. Por tudo que têm feito na minha vida e na vida dos que me são queridos.
Minha teimosia e impulsividade não permitem que eu seja uma pessoa fácil. Por ser passional e sensitiva, às vezes, pareço meio doida. Quando Deus estava distribuindo a paciência eu estava passando pela segunda vez na fila da teimosia. Costumo perdoar as ofensas, mas a memória privilegiada não permite que eu esqueça, por isso não espere me fazer de idiota uma segunda vez, mas outros adjetivos compensam minhas falhas. Sou determinada, franca, autêntica e leal.
As flores de quando tudo começou ainda são suas, com o mesmo perfume, enfeitando o jardim da minha vida, encantando a minha alma e marcando a sua presença para sempre dentro de mim.
O peculiar de minha obra, e o que causará a admiração dos presentes é que, assim como a Providência tem feito inclinar a balança de quase todos os acontecimentos do mundo até um ponto e os tem forçado a tomar um mesmo rumo, assim também eu nesta História exporei aos leitores sob um só ponto de vista o mecanismo de que ela tem se servido para a consecução de todos os seus desígnios.
Minha sanidade está caindo ao poucos e enquanto eu choro durante as noites frias e escuras, o seu sorriso sincero vem na minha mente e me aquece. Aquele vento fraco, mas que ao mesmo tempo faz eu me sentir em frente ao mar, na varanda da minha casa, e quem escuta minhas lamentações e os motivos das minhas dores, são as estrelas.
Eu escrevo o que a minha alma vê..o que o meu coração sente... o poeta é assim ..escreve pra ele ...mas serve pra tanta gente...
A minha melhor versão nunca será o agora, pois sempre tenho algo para melhorar, aprender e evoluir.
Saber da minha vida é como procurar diamantes num garimpo,você só encontra alguma informação valiosa minha,se eu te der a peneira da minha confiança.Caso contrário,a exploração não vai dar em nada.
Agora, depois de anos, me pergunto se foi verdade ou uma invenção de minha adolescência exaltada: os olhos que não se fecham nunca, nem no momento da carícia; esse corpo demasiadamente vivo (antes apenas a morte me havia parecido tão redonda, tão totalmente ela mesma, talvez porque no que chamamos vida exista sempre pedaços e partículas de não-vida); esse amor tirânico, mesmo que não peça nada, e que não está adaptado à nossa fraqueza. Seu amor à vida obriga a abandonar a vida; seu amor à linguagem leva ao desprezo das palavras; seu amor ao jogo conduz a pisotear as regras, a inventar outras, a julgar a vida em uma palavra. Se perde o gosto pelos amigos, pelas mulheres razoáveis, pela literatura, a moral, as boas companhias, os belos versos, a psicologia, os romances. Abstraído em uma meditação, que consiste em ser uma meditação sobre a inutilidade das meditações, uma contemplação em que aquilo que se contempla é contemplado pelo que contempla e ambos pela contemplação, até que os três sejam um – se rompem os laços com o mundo, a razão e a linguagem. Sobretudo com a linguagem – esse cordão umbilical que nos amarra ao abominável ventre ruminante. Te atreves a dizer Não, para que um dia possa dizer melhor Sim. Esvazia teu ser de tudo que os outros preencheram: grandes e pequenas nadarias de que é feito o mundo dos outros. E logo te esvazias de ti mesmo, porque tu – o que chamamos eu ou persona – também é imagem, também é outro, também é nadaria. Esvaziado, limpo do nada purulento do eu, esvaziado de tua imagem, já não é senão esperar e aguardar. Venham eras de silêncio, eras de seca e a pedra. Às vezes, uma tarde qualquer, um dia sem nome, cai uma Palavra, que pousa levemente sobre essa terra sem passado. O pássaro é feroz e acaso te tira os olhos. Acaso, mais tarde, virão outros.
Minha natureza é livre, mas o meu coração quer "pertencer". E se a minha atitude te confunde, e faz tua razão se perder, é porque você não enxerga com a alma, aquilo que eu sou pra você.
" E quando a minha alma sentiu o silêncio de Deus, eu ouvi a Sua resposta gritar dentro de mim, e dizia: EU AINDA ESTOU NO CONTROLE, NÃO TEMAS, CONFIA, ESPERA!” (08/12/20)
