Poemas Brisa
Sou como vento
Tem dias que acordo brisa
Em outros desperto furacão .
Meu temperamento vai de acordo com
o que sinto
o que vejo
pelo que me dá prazer
Ou não.
Hoje por exemplo...
Acordei suave
Amanhã ...
Nem eu mesma sei
Deus é quem vai dizer.
Amor que virou luz
(Eliza Yaman)
Não és mais corpo, és brisa que me toca,
não és ausência, és fé que me conduz.
Teu nome agora é chama que não foca,
mas me ilumina em sombras e me traduz.
Foste além do tempo e da matéria,
transfigurado em verbo e devoção.
És oração que em mim se faz etérea,
és meu altar, meu céu, minha canção.
E se não voltas, é porque já ficaste,
no que escrevo, no que respiro e sou.
Teu amor é presença que me haste,
E me levanta onde a dor não alcançou.
O amor, que chega manso, qual brisa a soprar,
Em nós encontrou lar, e não quer mais sair do lugar.
É chama que aquece, é luz que ilumina,
A mais bela canção, que a alma ensina.
Em teus olhos, o amor se revela,
Uma história sem fim, pura e singela.
É o toque que acalma, o abraço que entende,
A força que une, e que nunca se rende.
O amor é o riso que ecoa no ar,
É o desejo profundo de sempre te amar.
É a certeza serena, o eterno querer,
O amor em nós vive, para sempre florescer.
Solidão, em busca de um sentido
Na etérea calada, a brisa sussurra,
Um véu diáfano, em leveza pura.
A luz vespertina, em fulgor sutil,
Desvela a melancolia em perfil.
O pensamento, um hálito longínquo,
Numa voragem de afeto exíguo.
A alma, um arcano em mutismo profundo,
Caminha, errante, por este mundo.
Ainda sinto o cheiro do chão daquele dia
E como a brisa passava entre meus braços
As lembranças da vida nos dão vida
O corpo no presente a mente no futuro e o coração nos tempos passados
Primavera renascendo
( aut. romildasgomes )
A brisa, as pipas, o ar novo da primavera,
A relva reverdecendo se faz em comoção...
Num espelho que envia os reflexos de... suspiros de gratidão....
As flores se coram, ante tanta emoção,
de engalanarem o jardim da vida....
Trazem olores do hálito divino,
que diz todos os dias:
- Eu renovo a terra, e
perfumo vidas com meu amor!g
Romilda SGomes
À Mulher de Fogo e Símbolos
És rito e renascer, não simples carne,
És brisa e chama, e o verbo que desperta;
Tua pele ,mapa antigo guarda em tarde
Os segredos que a lua, em ti, desperta.
Pagã, não por negar, mas por sentir:
Crês no vento, no toque, no instante.
Em teus olhos, o sol vem redescobrir
O que o mundo esqueceu .o vibrante.
Tens tatuada em ti a própria história,
Runas e flores, feras e destino;
Cada traço é canto, dor e glória,
Códice vivo do teu desatino.
E eu, mero homem, que em ti me perco,
Busco o mistério que em ti reside;
És templo e tentação, caos e berço,
A chama antiga que o tempo divide.
Se um dia fores minha por um segundo,
O mundo em ti caberá inteiro;
E serei, não dono, mas o fundo
Eco do teu riso verdadeiro.
EU POETA
Gosto do silêncio
Sentindo a brisa passando
Uma pausa, um cafezinho
A inspiração vai chegando.
Lá de dentro uma voz
Explode num momento
São versos querendo parrir
O mais belo sentimento.
Numa sintonia mágica
A poesia pede espaço
Entre o lápis e papel
E agora, o que faço?
Deixo o pensamento vagar
Vou juntando frases vadias
Aromatizadas com paz
Perfumando os meus dias.
Irá Rodrigues.
A música que ouves, leve brisa no ar,
Agita tua mente a se soltar.
No silêncio do peito, começa a dançar,
Um ritmo de amor, pronto a despertar. Notas que deslizam, ternas, ao vento,
Deslizam suaves, sem pressentimento.
No compasso do corpo, suave sentimento,
Coração sussurra o doce encantamento. Entre acordes sutis, floresce a paixão,
No abraço invisível da inspiração.
Cada verso encanta, luminosa ilusão,
Refúgio sereno, pura emoção. Deixa que a canção embale teus sonhos,
E o amor, silencioso, escreva seus poemas.
No balanço do som, o tempo é uma verbena ao luar,
Dança no peito, o amor que um dia foi tristonho.
Guardo em silêncio,
viajando em agonia suave,
a liberdade que dança leve,
como brisa que beija a pele d’Alvorada. Estar só é meu campo aberto,
onde floresce a calma da alegria,
um jardim secreto onde habita
a estrela pura do meu ser. Sozinho, encontro a melodia
que os mundos não ouviram ainda,
felicidade que não se grita,
mas se sorri no peito, discreto viajante asornado e feliz. E assim, solto nas asas do tempo,
sou interior um aprendiz, sou paz, sou voo —
um mistério doce e só meu,
a liberdade em pele e em sonho.
A natureza murmura, e eu me aproximo como brisa que acalma e flecha que sabe onde atingir. Você está sendo guiado para um recomeço, mesmo que seus olhos ainda não veja. O que caiu, caiu para te levantar de forma mais consciente. O que saiu, saiu para abrir espaço para aquilo que realmente é seu. Apenas agradeça pelo aprendizado do ciclo.
O Universo não se apressa, ele acerta o passo com o querer da sua alma. Seus caminhos pedem suavidade, sabedoria e silêncio interno. Você não precisa disputar espaço, provar valor ou implorar por reconhecimento. O que te pertence já pulsa no chão seu destino.
Eu peço que você cuide da morada sagrada que é o seu coração, cuide da sua saúde, busque pela sua paz. Limpe tudo aquilo que pesa, seja grato pelo que permanece e abra os braços para o que chega.
A justiça divina caminha contigo, e tudo o que foi lançado contra você se desfaz como galho seco lançado ao vento. Acredita, porque você não está sozinho. Aquilo que você procura também está se movendo para te encontrar.
A brisa fresca da manhã,
suave como teu olhar…
ou seria apenas um disfarce?
O dia nublado, depois da tempestade, és tu?
Qual é o segredo?
Por que tanto mistério?
Dentro da tua casa há muitas portas trancadas,
e eu só recebi a chave da entrada.
Na brisa que sopra, te sinto
Numa risada sem nexo, lhe ouço
Sorriso que me ilumina,
Trago em mim a saudade
Que só aumentou o amor
Nesse meu coração
Que é teu, e sempre será
Boa tarde!
Terça-feira:
Que a brisa traga para a sua tarde paz, boas energias e leveza.
Que seja de coração tranquilo, sorriso no rosto e equilíbrio para a alma.
E que a cada passo seu, Deus esteja ao seu lado.
“Bom dia! O sol nasce, a brisa voeja, e as palavras se entrelaçam como versos livres bordados pela alma do tempo.”
©JoaoCarreiraPoeta.
Campinas, 29/11/2025.
Cultivei rosas
colho belos botões
Que são beijados por insetos
borboletas
Sol
Chuva e brisa das manhãs
Cultivei amizades
plantei o bem
Aromas hoje
Que regam
da minha solidão
O isolamento vai passar
dai é só festejar
Encontros
Abraços
Regando o coração
De gratidão
Celina Missura.
