Poemas Anônimos
O estado é inimigo da liberdade, e tudo que ele pode fazer é prejudicar as pessoas o papel apropriado é ele se retirar da sociedade.
Nunca priorize o passado que te magoou e fez mal sempre evolua, a vida nao e feita de passado nem de futuro e sim do presente.
O governo não quer que você pense por si mesmo, no momento que fazer perceberá que o estado é ilegítimo, nefasto e cirminoso e que ele é o inimigo da sensatez e da liberdade.
Na política e na religião as convicções das pessoas são adquiridas de manipulação e engano, elas não valem nada porém mesmo quando usamos fatos os cegos seguidores continuam negando a realidade.
Não podemos permitir que ninguém tire a nossa liberdade, o que é mais assustador é como as pessoas renunciam a esse bem precioso. Nenhuma retórica barata vale o preço de perder a liberdade.
O governo atraí os demagogos, irresponsáveis e criminosos porque lhes dar a sensação de que não há nenhum preço a se pagar, já que esse preço está sendo pago pelas vítimas os indivíduos.
A coerção é má e intolerável pois ignora o indivíduo como um fim em si mesmo, e o usa como um fim para os outros.
Você pode estar sozinha nesse momento, mas algum dia, você definitivamente achará compenheiros! Ninguém nasce neste mundo para ser completamente sozinho!
[LUA CHEIA]
Cortei a minha saudade
Em plena lua cheia
Só pra poder vê-la crescer
Mais rápida, mais bonita
No deslumbre vazio
De lhe trazer
Em meus mitos
Com um pouco mais
De certeza
CEGA
tenho da harmonia
um trilho
aresta
percurso as cegas
cílios que caem (outono)
sotaque da gente que me cerca
peixe elétrico: desfibriladores
crase dando ar à pedra
las dores de un ninho
que sabe fazer casa na distância
y braço de sofá
em todo um colo
que
rejeita
AZUL-MUJER
homem que escreve bonito
um céu azul-mujer está limpo
pra tu passar
levar cores na água dum riso
mandar cartão postal
um logradouro dos
teus segredos
BRASILIENSES
Abram suas rodas
Desarmem os braços
Afetem-se por abraços
Sem medo de quem chega
Tampouco de quem vai embora
Poupem-se de logradouros
Perguntem o ofício da alegria
Olhem o céu dos meus olhos
