Poemas Anjos de Pijama Matilde Rosa Araujo
"Quantas vezes ainda vou amanhecer? Não sei. Já vi o sol nascer milhares de vezes sem contar nenhuma delas. Hoje penso que talvez o tempo não passe; talvez ele fique parado, silencioso, esperando que nós passemos por ele. E enquanto passamos, colecionamos amanheceres que um dia se tornam lembranças."
"Quando a aurora rompe o silêncio da noite, Deus devolve ao meu peito o fôlego da vida. O sol que nasce não ilumina apenas o mundo, mas também os sonhos, a esperança e a certeza de que ainda há um propósito para cumprir. Por isso, recebo cada manhã como um presente divino, vivendo com gratidão, fé e a vontade de deixar, em cada passo, o melhor de mim."
O ontem trouxe experiência, o amanhã trará oportunidades, mas somente o hoje permite que você faça a diferença.
Novas oportunidades de emprego, fizeram-me perceber que existe um constante encontro de existências. E cada existência é mundo, um aprendizado, uma oportunidade para crescer."
Aprendi a duras penas que, a sala dos professores é uma boa oportunidade para ler boas obras. Foi, justamente, aqui que conversei com autores que transformaram minha forma de pensar...
A Obra Meditações de Marco Aurélio é algo que transcende o tempo, pois demonstra como um ser humano enfrenta os seus dilemas existenciais.
O estoicismo está em alta atualmente, justamente porque muitos dos dilemas referentes às crises institucionais são parecidas com as contemporâneas.
Há perguntas que não existem para serem respondidas. Existem para nos transformar enquanto as carregamos.
Às vezes, o maior passo não é seguir em frente. É deixar de olhar para trás esperando encontrar quem já não somos.
Nem tudo o que compreendemos muda a nossa vida. Mas toda mudança verdadeira começa quando algo passa a fazer sentido.
Nem toda verdade chega de repente. Algumas se revelam na medida em que aprendemos a olhar de outro jeito.
A liberdade mental e emocional começa no instante em que o elogio perde o poder de inflar o seu ego e a crítica perde a capacidade de ferir a sua identidade.
O insensato mata a alma com as suas próprias armas. Suas palavras são como balas ricocheteadas que atingem o seu coração.
