Poemas Anjos de Pijama Matilde Rosa Araujo
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Antes de mais nada fica estabelecido que ninguém vai tirar a preguiça do meu sábado.
Confesso que seu olhar não me salva, mas faz meu dia mais leve, mais doce, mais seu...
Que não nos faltem bons momentos. Bons lugares. Boas amizades. Novos amigos. Boas surpresas. Vontade de sorrir. E bons carnavais.
Ele que 'conquistava diariamente meus olhos, que era ponto crucial em meus pensamentos'. Hoje é espaço. É aperto. É falta. Saudade.
Você me bagunça e tumultua tudo em mim. Assimila, dissimula, afronta, apronta. Desapropria o rumo,o prumo. Nossa absolvição. (Projeto Teatro Mágico)
Não quero paz forjada, prefiro o desatino dos seus cílios, a risada larga e nossa a falta de juízo.
Você aprende que a distância aumenta o querer e que a saudade às vezes é uma ótima companhia. De perto nem todas as vontades são iguais.
Um amor que seja a escrita do meu corpo. O arrepio dos meus poros. A rouquidão do meu querer...
E é sempre amor... Mesmo que acostume. Mesmo que mude. Mesmo que acabe... Quando é amor, não deixa de ser.
Ser sua saudade. Vontade. Alimento. Ser seu calor, arrepio e frio. Sua casa. Seu caso. Morada. Ser seu cá. Seu lá. Seu nós.
Estou quase completando meu álbum de expectativas. Semana que vem começo o de decepções...
Que o tempo sopre essas vontades pra lá... Desejo, não nego. Mantenho juízo enquanto puder.
Algumas vontades piscam pra mim, mas faço de conta que não vejo. Charminho. Juízo. Indecisão.
O amor é aquela coisa que é tão nossa, mas tão nossa, que parece que foi feito para nós.
Sexta-feira. Dia de espalhar gentilezas. Dia de falar, sentir, fazer e sorrir. De beber, flertar, olhar e gargalhar. Dia meu. Dia nosso.
Às vezes tudo que a gente precisa são mais cinco, mais cinco, mais cinco, mais cinco minutinhos.
Que as decepções, o tédio, o cansaço não nos encontre. E que a gente possa sorrir...
A terça-feira embrulhou o sol e trouxe um dia cinza... Perfeito para colorir com um sorriso seu.
Sexta-Feira. Há que se ter a poesia dos olhares…O aconchego do edredom e a chuvinha lá fora.
Uma preguiça absurda de gente que se presta ao papel de vítima do próprio enredo.