Poemas de Amargura
A falta de perdão leva a alma a sofrer cedo ou tarde, pois é um convite para morrer de amargura e ressentimento no coração.
O maior reconhecimento afetivo pastoral para com seus cônjuges é não tratá-las com amargura, pois as esposas são frágeis devido o tempo que elas aprenderam uma contra-cultura da beleza interior.
A frieza, as críticas e o desprezo encurtam os relacionamentos a dois, provocam amargura nos corações, mentes depressivas e a possibilidade de reparar as deficiências se tornam cada vez mais difíceis, separando os melhores momentos de ambos serem felizes.
O amor fraternal não dá corda ao ódio, à amargura e muito menos ao ressentimento entre irmãos, porque o que é cordial vem do coração de Deus.
Um coração de bravura fala mais alto do que os corações na amargura para que estejam fortalecidos na divina Armadura.
O trama da amargura contra Deus abre um precedente à favor de Satanás, cujos desígnios é engedrar aos homens diferentes ciladas, tropeços e sofrimentos que muitos corações ainda não experimentaram.
A voz da gratidão deve ser mais forte do que a da amargura para que haja eco em nossos relacionamentos e em nossos corações.
Retire do seu coração todo ressentimento contra alguém, todo ódio contra o próximo e toda amargura que invada a sua alma, pois isso impedirá que receba a cura de uma vida pacífica, feliz, abençoada, bem-sucedida e eterna.
A amargura é uma ferida aberta de um sonho frustrado. Quem a alimenta é, aos poucos, consumido por ela. A visão distorcida da realidade é apenas um de seus muitos sintomas.
Engraçado ver pessoas que exalam ódio e amargura dizendo que amam... penso que isso é querer forçar uma situação, vitimização. Quem ama, ama e pronto, não fica apontando defeitos e impondo vontades. Quem ama soma, divide, multiplica e nunca diminui.
A tristeza depende da falta da vontade em se ser feliz. Focar naquilo que traz amargura, sem ponderar bons motivos para tal, amargo será. Do contrário, pensamentos e ações positivas e naquilo que se faz feliz, atrairá doçura ao tempo em existência.
Vivemos épocas e gerações diferentes. Cada qual com uma pitada de doçura ou de amargura. Assim, sempre serão as novas ou velhas gerações. Indelicadas ou afetuosas. Sempre serão gerações que de uma forma ou de outra aprendem ou ensinam.
Quando tudo indica que perdemos a fé e mergulhamos nas profundezas da amargura, eis que ressurgimos das cinzas como a fênix.
Rosto amarfanhado pela amargura. Olhar moribundo. Olhos esbugalhados. Corpo raquítico. Respiração débil e difícil. Desventurado.
Eis o retrato fiel do indivíduo indigente; o miserável!
Se condimentarmos o terreno do nosso coração com sabedoria e amor, as raízes da amargura não crescerão, por falta de fertilidade.
Quando abrimos a porta de nosso ser esperando que a felicidade entre, podemos produzir uma amargura interna, porque a felicidade nasce no nosso interior e o seu movimento se dá de dentro para fora e não o inverso.
