Poema sobre Vida Saudável
Na vida também é assim, se não souber cuidar do que já têm, ele pode se espalhar com facilidade...
E poderás não ter mais o tempo para juntar outra vez.
Pense e reflita!!
Na vida, só somos o que
propomos ser...
Em tudo que se pretende realizar, deve haver prudência, entusiasmo e convicção do que pretendes realizar para que tenha êxito...
No fio da vida, entre amor e guerra,
Caminhos divergentes, escolhas na terra.
Doce melodia ou batalha feroz,
Entre o abraço do amor e o grito da voz.
O coração dividido, entre dois destinos,
Na encruzilhada, entre espinhos e hinos.
O amor, uma chama que arde e consome,
A guerra, um vendaval que tudo consome.
Entre os braços do amor, sereno abrigo,
Ou os clamores da guerra, frio perigo.
Escolhas que moldam nosso caminhar,
Entre o acalento do amor e o fúria do lutar.
Na dança da vida, entre o doce e o amargo,
O amor e a guerra, em seu eterno embargo.
Entre lágrimas de dor e sorrisos de prazer,
A única escolha: qual deles irá vencer?
Há momentos em que a vida se torna um fardo tão pesado que o coração transborda em silêncio, e o outro, ao nosso lado, clama por algo além das palavras: clama por escuta, por acolhimento. Quando nos deparamos com a dor alheia, é um convite não para a solução imediata, não para o julgamento rápido, mas para a presença. Muitas vezes, o maior ato de amor que podemos oferecer é simplesmente estar ali, ouvir sem pressa, abraçar sem questionar, permitir que o outro sinta plenamente, sem interromper com opiniões ou conselhos impensados. A dor do outro é única, e, por mais que pensemos entender, jamais seremos capazes de medi-la com precisão.
Nosso erro, muitas vezes, está em julgar aquilo que não vivemos, em acreditar que somos senhores da razão, e que nossas soluções são universais. Esquecemos que cada alma é um mundo, e o que para nós parece pequeno, para o outro pode ser um abismo. Respeitar o sofrimento do próximo é, antes de tudo, um ato de humildade. Não cabe a nós decidir o peso do que o outro carrega, mas sim oferecer um ombro firme, um abraço acolhedor, e a paciência necessária para que o outro se sinta ouvido. Mesmo quando as palavras se tornam amargas, mesmo quando o desespero transborda em queixas contra a própria vida, devemos lembrar que o acolhimento não está nas respostas que damos, mas na escuta que oferecemos.
Assim como Jó, que enfrentou sua própria dor, seu luto e seu questionamento diante da vida e do Criador, todos nós, em algum momento, nos tornamos aquela pessoa à beira do abismo, buscando sentido no caos. E assim como os amigos de Jó, que o acompanharam em seu silêncio, há momentos em que nossas palavras se tornam desnecessárias. O que resta é a presença. A escuta atenta e compassiva, sem julgamentos. Pois a dor, como a vida, segue seus próprios caminhos, e o que o outro mais precisa, em seus momentos de vulnerabilidade, não é a certeza da razão, mas a certeza de que não está só.
Desculpa o Auê
Ela invadiu minha vida como um furacão, sem aviso, sem pedir licença. Era do tipo que falava alto, gesticulava demais e ria com a força de quem carregava o mundo no peito, mas preferia gargalhar a chorar. Eu, acostumado ao meu canto ordenado e silencioso, fui pego de surpresa pela tempestade que ela trazia.
“Desculpa o auê”, ela dizia, toda vez que derrubava um copo, esquecia uma blusa jogada no sofá ou começava uma discussão no meio do nada. Mas não era de verdade uma desculpa. No fundo, ela sabia que o caos dela tinha se tornado meu combustível.
Era nos tropeços dela que eu encontrava graça, e nos excessos que eu descobria o sabor da vida. Ela me tirava do meu eixo, me fazia perder a paciência e, ainda assim, eu ansiava pelo próximo “auê” que ela provocaria.
“Desculpa o auê”, ela repetiu, sorrindo de canto, quando esbarrou na minha prateleira de livros e derrubou tudo no chão. E ali, enquanto recolhíamos páginas espalhadas, percebi que aquele tumulto dela tinha organizado algo em mim: meu coração, antes tão metódico, agora pulsava fora de ritmo, mas mais vivo do que nunca.
“Não precisa pedir desculpas”, eu disse. “O auê já é parte de mim.”
O Cativeiro da Agonia.
“Faço da minha vida um cenário da minha tristeza.”
E assim, a existência se converte em palco, e eu, ator sem aplausos, caminho entre sombras que se arrastam nas paredes da própria alma.
Agonia…
Tu que me encarceras e me vigias como sentinela antiga, tens mil portas abertas em tua fortaleza austera.
Eu, porém , cativo, não tenho nenhuma, ou talvez apenas uma:
o meu pensamento.
E o pensamento, este frágil portal para mundos possíveis, treme. Ele poderia ser fuga, ruptura, salto.
Mas não fujo.
Porque o dom dos abismos se levanta silencioso entre nós dois, entre tu e eu, como muralha feita de memórias, silêncios e ausências que se recusam a morrer.
E nesse intervalo, nesse vão entre o que sou e o que me dói, a vida permanece suspensa, hesitante, como vela acesa no vento que sopra de dentro.
Liberdade nada minha
Leve vida
Livre vida
Sempre a voar
Asas de vento
Não há pesos
Não há medidas
Não há correntes
Um pássaro
Dois pássaros
Intocáveis são
Desumanas vidas
É minha
Humanas vidas está sempre a voar...
Você diz que conhece Deus, mas o ignora na esquina da vida
Você diz que fala com Deus, mas sequer já deu ouvido ao seus sussurros
Você diz que Deus é bem vindo na sua casa, mas fecha as portas do seu coração para com o próximo
Você diz que concorda com os seus mandamentos, mas não as práticas
Você diz que Deus é tudo, mas o desfaz na sua covardia
Você diz que Deus está em toda parte, mas nunca está no seu íntimo
Você diz que Deus é grande, mas o diminui na sua fraqueza
Você lembra de Deus nos seus piores momentos, mas não lembra quando celebra seus melhores momentos
Você diz que ama Deus, mas odeia seus inimigos
Você diz que Deus te ama, mas você só oferece a ele o pior de você, e mesmo ele tendo todo motivo pra te odiar, ele te ama.
Enquanto você oferece a Deus seus pecados; ele simplesmente te oferta com o arrependimento.
De todas as delícias e de todos os sabores dessa vida, a única coisa que se possa desejar de melhor nessa vida a um pobre de espírito:
Que escale um vale de dores;
Que se afunde em um oceano de lágrimas;
Que atole seus pés em um deserto de areia movediça, e que tenha a crença de encontrar um Deus por lá;
E se por acaso encontrar, me avise por favor!
Eu não sei o que é a vida?
E se assim não fora, viveria!
Por não viver!
Por não ser!
Por não ter!
Eu apenas existo!
Como uma árvore plantada, onde?logo alí...
Em uma determinada busca de sentidos me perco ao vento dos meus pensamentos e já não sei nem mais quem sou?
Morrer, afinal, o que é?
sinto saudades de uma vida que eu vivi
Uma vida que não sei bem como é ou como foi mais sinto saudades de um passado tão bom
Talvez seja minha cabeça pregando peça que traz de volta ao passado que eu sinto no fundo do meu peito saudade daquele lugar maravilhoso
Solidão carnal.
A vida baseia-se na carne, ou, a carne baseia a vida?
Primitivo, mas atual. Ser primitivo, é ser social?
Em um mundo voltado para carne, o passado se torna presente e o presente se torna solitário.
Como ser atual e não ser ultrapassado?
Anormal, o anormal é reflexivo ou o reflexivo é normal?
Hoje é um dia especial, decreto minha vitória sobre todas as tormentas!
Neste momento minha vida se ilumina com as forças dos raios cósmicos de luz!
No agora minha vida cria cor e abertura de possibilidades e caminhos!
Eu neste instante me sinto feliz e forte e de alguma forma tenho a certeza que todos meus objetivos estão concretizados!
Meus sonhos mais profundos se realizará e todos meus sonhos ainda não projetados se realizaram em verdade e amor!
Todos obstáculos existentes até o presente momento estão banidos de meus caminhos e os futuros obstáculos serão apenas uma oportunidade de subir mais um degrau de minha vitória!
No hoje e no agora vejo uma corrente de amor universal preencher meu coração capaz de realizar todos os meus sonhos, feliz estou, feliz eu sou, Eu sou Verdade, Eu sou a Gloria!
Que as luzes existentes em meu coração emanem pra todo universo um amor que preencherá todas as almas, que tem sonhos ainda não realizados, aos que não tenham que neste instante manifeste sonhos profundos para elevar suas almas!
Eu Sou instrumento místico e canalizo minha felicidade e a de todos os seres que vive neste Planeta Terra!!
A nossa vida é um ciclo.
Onde nem tudo é pra sempre.
Mas, haverá momentos bons que irão valer a pena serem lembrados!
Procuro o impossível,
o sonho que muitos ousam almejar.
Será que o alcançarei nesta vida
ou terei de esperar noutra existência?
Falam de vida além da morte,
um horizonte de promessas distantes.
Mas que vida seria essa?
O que busco pulsa no agora,
na urgência do presente,
não em um amanhã incerto.
Jesus não entra apenas na tua vida… Ele entra nas tuas feridas e transforma cada uma em testemunho.
EduardoSantiago
A pessoa nasce.
Vive.
Faz, o que pode fazer.
E depois morre.
Chamado, de ciclo da vida.
Ninguém, pode mudar isso.
Quem diz isso?
Uma pessoa,
com experiência de vida.
Com maturidade.
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