Poema sobre ódio
Levante-se o muro entre o passado e o amanhã;
Emoção e a razão;
Amor e o ódio;
Vingança e o perdão;
Saudade e o desapego;
Guerra e o sossego;
Medo e o certo...
Difícil é saber que a necessidade de isso acontecer é inevitável, imutável e irremediável
Os muros se levantam pra mostrar que ainda há algo a viver, mesmo se temer
o medo não pode reinar.
"Maturidade"
"Só a maturidade ensina que amar é melhor do que nutrir o ódio.
Que o perdão é mais satisfatório do que a vingança.
Que fazer amigos é mais saudável do que cultivar inimigos.
Que a reciprocidade nem sempre será uma via de mão dupla.
Por fim, a maturidade ensina que, se soubéssemos disso antes, não teríamos perdido tanto tempo sendo infelizes."
@Suédnaa-Santos
A Dinâmica das Coisas
Ira aditivada à raiva, vira ódio;
Doce regado com flores, transforma-se em mel;
Rima adicionada ao mote, faz nascer poesia;
Dia adentrando a noite, é a própria vida;
Paz vinculada à alegria, fortalece a esperança;
Mania incitada pela rotina, cria clichês;
Natureza aliada à preservação, é sustentabilidade;
Sistemática minuciosa, faz a ordem;
Métrica delineada com precisão, rega a simetria;
Fala eminentemente retórica, faz surgir a eloquência;
Vida inteira dedicada ao Pai Celestial: Fé.
(Prof.: Elmo Alves Tôrres)
Tem gente de terço na mão.
Tem Bíblia na boca.
E tem ódio no coração
pra quem votou diferente.
Rezam "perdoai-nos"
e condenam sem perdão.
O céu confuso pergunta:
Que evangelho é esse
que não cabe no outro?
Van Escher
O Cardápio e o Juízo
Por Marcio Melo
Adeus a este mundo que chama de normal
O ódio que impera sobre o sangue dos inocentes.
Eu não caibo aqui,
Pois prefiro o meu mundo interior,
Onde a música e a poesia dançam abraçadas,
E a primavera não morre nunca.
Mas todo dia o cardápio é servido:
Mulheres, crianças, homens,
Partes colhidas das guerras, da fome, da miséria,
Montadas com sofisticação
Pra o mundo comer sem culpa.
Então eu acredito em Deus de novo.
Não por medo,
Mas por esperança.
Porque haverá um tribunal divino,
Um juízo final
Que há de consertar o que quebramos.
A natureza, as espécies,
Toda a criação profanada.
E nesse dia, salvos ou não,
Quem destruiu será queimado como palha seca,
Pulverizado da existência.
Porque justiça sem conserto não é justiça.
Até lá, eu fico no meu mundo.
Até lá, eu escrevo.
Porque alguém precisa dizer
Que o banquete da crueldade
Um dia acaba.
AMOR E ÓDIO
O amor germina
No solo ácido
Da rocha nua
Entre os fragmentos
Embaralhados
Feito pranto
Resistindo a gravidade
Riscando a face
Imortal
Na cordilheira íngreme da vida
191225II
Se tu não gostas de alguém, então não deverias vivenciar a vida deste. Isso só irá fomentar o ódio, alimentar a inveja, potencializar a ganância e a emulação. Dará ênfase à zelotipia, nutrirá a cupidez, a avidez e a sofreguidão.
160720
Quando o ódio acampa,
não se esqueça que para tudo
sempre existe esperança.
Deus nos ergue das profundezas
e da condição aberrante
existencial de criatura,
creio n'Ele de maneira profunda.
Repudio existencialmente
a máxima literária que um dia
foi escrita por uma pluma sofrida:
"El corazón humano es un ángel caído".
Mary Shelley, lado a lado,
com a morte teve convívio,
e com ela escreveu o seu destino.
Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter!
Amém!
Há uma paz descaradamente oferecida que não nasce do amor, mas da dominação e da chantagem.
Uma paz forjada no silêncio imposto, na intimidação disfarçada de ordem, e no medo travestido de harmonia.
É a paz dos que espalham o caos, mas se dizem pacificadores — dos que confundem obediência com virtude e opressão com estabilidade.
O verdadeiro espírito de bom caráter não se acomoda diante dessa farsa.
Ele sabe que a paz construída sobre as amarras invisíveis do ódio é apenas uma pausa entre violências, um disfarce temporário do desequilíbrio moral.
Que essa falsa paz jamais encontre morada nos corações íntegros, nos Espíritos de bom caráter, pois onde habita o amor pela justiça, o ódio não se cria.
Que jamais sejamos seduzidos pela calmaria ardilosa dos covardes, e que nossa serenidade continue sendo fruto da consciência da Liberdade de Pensar por conta própria, não da submissão e da chantagem.
Amém!
Nas Engrenagens da Polarização movida pela força do Ódio, nada ameaça mais o Lucro do que o
Nosso Silêncio.
Uns só lhe desejam cadeia porque ignoram que as facções mais proeminentes do país nasceram nela…
Outros, a morte, porque ignoram que ela o tornaria mártir e inviabilizaria a possibilidade de conversão dos asseclas apaixonados.
Mas o fato é que nada é mais valioso que o Ruído na Economia da Atenção.
Porque, nesse mercado voraz, pouco importa a natureza do acontecimento — se justiça, vingança ou acaso — desde que ele produza barulho suficiente para alimentar as trincheiras da paixão.
O ruído não precisa esclarecer; basta inflamar.
Não precisa resolver; basta ocupar o tempo e o espírito daqueles que já decidiram antes mesmo de pensar.
Assim, as grades viram argumentos, a morte vira símbolo e o escândalo, combustível.
Tudo é rapidamente capturado, embalado no vácuo do ódio e redistribuído como narrativa — não para compreender o país, mas para manter acesas as fogueiras da devoção cega.
E enquanto os mais fervorosos se ocupam em disputar quem deve ser punido, salvo ou venerado, a engrenagem que realmente se beneficia segue trabalhando silenciosamente: a que transforma indignação em audiência, e audiência em poder.
Talvez por isso os que mais lucram com o tumulto jamais estejam verdadeiramente interessados em encerrá-lo.
No fundo, sabem que a paz produz reflexão — e reflexão quase nunca é boa para quem vive do espetáculo permanente.
No fim das contas, o verdadeiro prêmio nunca foi a justiça, a punição ou a redenção.
Sempre foi a Economia da Atenção.
As “orações” alicerçadas no ódio dos Idiotas Apaixonados da Esquerda — ou Direita — não alcançam os céus.
Porque não são preces, são disfarces.
Não nascem da humildade, mas da soberba travestida de virtude.
São palavras lançadas ao alto com a pretensão de parecerem justas, quando, na verdade, carregam o peso da condenação seletiva e do desejo íntimo de ver o outro ruir.
Há algo de profundamente contraditório em pedir por justiça enquanto se cultiva o desprezo.
Em clamar por um mundo melhor enquanto se alimenta, diariamente, a pior versão de si mesmo.
O ódio, ainda que bem articulado, não purifica intenções — apenas as revela.
Os apaixonados pela própria narrativa confundem fé com torcida.
Transformam convicções em trincheiras e passam a rezar não por transformação, mas por confirmação.
Querem um céu que concorde até com seus piores ressentimentos, um divino que valide seus desafetos, uma moral que funcione como espelho — nunca como confronto.
Mas o que é verdadeiro não ecoa em gritos raivosos.
O que é elevado não se sustenta em paixões cegas.
E nenhuma palavra carregada de desprezo atravessa o silêncio que separa o ruído humano daquilo que, de fato, exige escuta interior.
Talvez o problema não esteja nas palavras ditas, mas naquilo que as sustenta.
Porque toda oração, antes de subir, precisa ser capaz de descer — ao ponto mais honesto de quem a pronuncia.
E ali, onde não há plateia nem aplauso, o ódio perde a eloquência… e a verdade, enfim, encontra espaço para existir.
A pessoa passa a exercer a vilania que tem: o ressentimento, o ódio, a mágoa, a inveja, a ira que ela tem na vida e reprime por questão de viver no coletivo. A convivência exige educação e regras. Não se deve atravessar os espaços das pessoas.
_Jane Silva
Como um sentimento tão bom e tão puro como o amor pode se tornar em ódio?Seria mesmo capaz os dois andarem lado a lado?
Amor x Ódio.
Sentimentos tão diferentes e tão ligados.
Me pego pensando...
Quantos relacionamentos e planos são destruídos pela inveja, ódio do ser humano, todos os dias.
Quantos momentos felizes são ofuscados por pessoas sem caráter, por puro prazer em ver a outra pessoa infeliz.
Quantos bons momentos que poderiam ser lembrados com um sorriso no rosto, mas se apagam da memória rapidamente por uma palavra ou uma frase dita mal pensada que fere uma pessoa internamente e deixa marcas profundas.
Não sei se isso os satisfazem interiormente, mas sei que o que fizeres de mal, receberá o dobro, a vida vai lhe cobrar. Por tanto saiba trilhar seu caminho, se esquive de quem não quer o seu bem. Saiba como tratar o seu semelhante, não inveje alguém por achar que ele é mais feliz do que você. Lembre-se que a sua felicidade só depende de você, você decide se vai sair da lama ou se afundar ainda mais...
O seu dia de vencer vai chegar, tenha calma que o que é teu ta guardado...
Fique feliz por ver o seu próximo feliz e não faça de tudo para destruí-lo e sim, faça de tudo para reconstruí-lo e vê-lo bem. O que fazes de bem lhe retornará dentro de pouco tempo, mas faça de coração, não almejando uma recompensa. A vida é assim, temos que aprender a conviver e compreender a felicidade do próximo.
Coração vazio
sem Dor
Contrariado pelo ódio
Ficou vazio
Sem raiva e sem amor
Contrariando a Minha Dor.
Ser real
A atração da alma, dos corpos,
Ensandecidos pelo amor e pelo ódio,
A graça Divina da liberdade e do prazer
Aflorando perdidamente entre nossos dedos,
Nossos olhares,
Nossas roupas,
Nossos desejos.
A graça de poder sorrir, quando achar bom ou engraçado,
De chorar quando doer ou for triste,
A mesma graça que desta forma nos torna felizes, faz com que sejamos:
Oriundos,
Medíocres,
Egoístas,
Amados,
Amantes,
Amargurados.
O sorriso encantador das crianças,
O beijo delicado da namorada,
A atenção infinita da família,
A música boa,
A Guerra boa, a Guerra ruim.
Guerra sem sangue, sem vítimas a mais,
Guerra só, individual,
Guerra de vítima única:
Eu!
A mesma graça que desta forma nos torna felizes, faz com que sejamos:
Oriundos,
Medíocres,
Egoístas,
Amantes,
Amados,
Amargurados,
Felizes,
Sorridentes,
Falsos.
Ócio
Cabeça vazia, inércia
Envolve-me um ódio tal, brutal
Não sei porque que, não sei por quem
Apenas um ódio, sem explicação sem motivos ou por todos eles
A cabeça gira, o coração palpita, a face se enruga, os olhos se apertam
Sensação horrível...onde foi o amor, onde esta a paz
Ser humano, ser desumano...ser sem ser.
Estrela azul, conta-me onde nasceu teu ódio,
por que não ser comum e amar, conta-me,
explica-me onde vais em teus dias errantes,
onde te escondes do teu ódio, em que buraco devo cavar?
diga-me como tirar os dentes da naja, como domar teus olhares,
para que eu possa beija-la, conta-me os segredos dos teus caminhos escuros,
conta-me com quem deitarás, eu te amo maldita estrela decadente,
quero muito te apanhar no colo, porque não ficas um pouco mais?
Todos aqueles heróis, pra onde correm quando frio?
Eles não choram por amor? Não temem a solidão?
Minha pequena estrela azul turquesa, eles não te amaram?
Pobre é teu coração zangado, magoado deixa um rastro de ódio no céu;
leva-me contigo, eu tenho ódio pra oferecer também,
deixe que eu te mostre como te amo, permita-me te castigar também,
e assim, só assim terás de volta o que me deu: dor!
Ódio
Minha vida é te odiar
por tudo que você me fez passar
sofri por um amor
que acreditava dar certo
mas agora vo fazer de sua vida um inferno
pode ter certeza
que você tambem vai chorar
sofrer, se arrepender
pois o amor que eu te dei
você não vai mais receber
ninguem pode te amar
como te amei
me entreguei de corpo e alma
e você não aproveito
agora desculpe meu amor
você danço
meu amor por você acabo.
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