Poema sobre Educação da Escola

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A vida é uma escola, nem sempre o que estudamos (expectativa) cai na prova (destino).

"A vida é como uma escola, nela somos todos iguais, mas nem todos vão passar de ano."

“A escola que apenas pune o sintoma pode aprofundar a dor que deveria ajudar a compreender.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança pode carregar o não dito da família, da escola e da cultura antes mesmo de conseguir dizer o próprio nome da dor.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A escola que compreende o TDAH deixa de perguntar apenas por que o aluno atrapalha e começa a perguntar do que ele precisa para aprender.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O amor não basta quando falta rede, falta escola preparada, falta acesso à saúde, falta descanso e falta humanidade.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A escola se torna viva quando o aluno deixa de decorar respostas e começa a investigar o mundo com pensamento crítico, criatividade e propósito.”
Do livro BNCC Aplicada na Prática — Conectando a Educação com a Realidade para Despertar o Interesse dos Alunos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O protagonismo estudantil começa quando a escola reconhece que o aluno não é recipiente vazio, mas sujeito ativo da própria aprendizagem.”
Do livro BNCC Aplicada na Prática — Conectando a Educação com a Realidade para Despertar o Interesse dos Alunos, da autora Nina Lee Magalhães de S

⁠No quadro negro da escola da vida, só passamos o apagador, naquilo que não nos serviu para nada, foi inútil.

O discurso da inclusão garante o direito de estar presente na escola. A convicção inclusiva mobiliza ações para aprender, participar e pertencer.

O compromisso abre a porta da escola para os estudantes com deficiências; a convicção remove as barreiras que impedem a aprendizagem e a participação.

Acompanho a escola e o pensamento clinico da querida amiga Dra. Nise da Silveira que revolucionou a psiquiatria brasileira ao substituir tratamentos agressivos, como eletrochoque e lobotomia, por uma abordagem humanizada centrada na arte, buscando a linguagem da criatividade como expressão, no acolhimento, afeto e na terapia ocupacional auto gestora no desabrochar do lúdico e místico que povoam o universo dos pacientes com sofrimento psíquico severo. No entanto sou contra ao fechamento das estruturas manicomiais, por que loucos, psicopatas, tarados e selvagens muitas das vezes são irrecuperáveis e não podem viver a espreita para vitimar a sociedade.

Você sabe que quando os meninos na escola não querem ler poesia, até riem dela, a desprezam como um esporte de maricas, eles não estão totalmente errados.

Charles Bukowski
Sobre a escrita. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2023.

"Se a escola não ajudou a domesticar a sua estolidez, por que acredita que eu conseguiria?"

A jornada foi escola de paciência, sei esperar o tempo que o fruto precisa, colho com mãos firmes.

Das quedas, fiz minha escola. Dos pedregais, desenhei um novo caminho e das vezes em que precisei me erguer, aprendi que a vida é um paradoxo tênue, entre a dor que fere e o recomeço que cura.

O deserto não é um erro de percurso, é a escola forçada onde a água tem, finalmente, o seu verdadeiro valor.

A jornada no deserto não é um castigo, mas uma escola de crescimento e amadurecimento onde somos forjados para a glória que está reservada à frente. É nesse lugar de escassez e solidão aparente que a provisão de Deus se manifesta de maneira mais clara e íntima, ensinando que não vivemos de pão somente, mas de cada palavra que sai da Sua boca, que é nosso sustento. Não importa a aridez do vale, pois Ele está no controle e sabe fazer tudo muito melhor do que podemos planejar, nos conduzindo em segurança para a terra prometida que Ele desenhou para nós.

Na escola, eu era chamada de bruxinha, simplesmente porque eu não tinha recursos financeiros para ir bonita para a escola, era tudo doado pelas colegas da minha mãe. Então, eu ia vestida de menino, anos 90. Tudo muito difícil, era o que tinha. Raider do Seninha, blusa regata com carrinho da hot Wheels!! Bom, na adolescência, meu uniforme era camisa de vereador, com um número e um nome bem grandão!! Escrito NATAN! Era o que tinha pra usar. Quando fiquei jovem... Todos viraram meus amigos.

Nenhum ressentimento. Um dia era prova de português, na esquina da escola, a tal raider que eu usava, quebrou. Eu fui descalça mesmo assim. Enfrentei a fila do pátio, para entrar na classe, todos me olhavam e riam. Eu não voltei para casa, lá não tinha nenhuma outra sandália para eu calçar. Nem minha mãe tinha dinheiro para comprar. Ela quebrava pedra brita o dia inteiro, para ganhar 0,50 centavos por lata. Mal dava pra comprar arroz que era também na época, 0,50 centavos o quilo. Eu nunca reclamei, eu sentia vergonha? sentia. Mas desde aquela época, sempre soube que nunca seria fácil.