Poema sobre Cultura
A luta dos Povos Indígenas é um lembrete poderoso de que a preservação da cultura, da terra e da dignidade humana são batalhas contínuas que exigem nossa solidariedade e respeito.
Se a interpretação de um versículo não leva em conta o contexto, a história e a cultura, então não é exegese, mas uma distorção da Escritura.
A cultura do imediatismo e do individualismo narcisista bloqueia (propositalmente) todas a possíveis explosões criativas que poderíamos vivenciar em nossas vidas. O sistema do medo e das compensações encurta os degraus da evolução e nos deixa à mercê de uma criatividade superficialmente programada e de um nível raso, comparado apenas a alguns robôs automatizados de uma linha de produção.
A miséria não pode ser tida como cultura de um povo, pois, um povo que aceita a mediocridade como seu modo de vida continuará relegado à extrema pobreza.
A caneta tornou-se a minha cultura, a minha arte, embora não sendo pintor, tornei-me escultor de letras, escondido no meu casulo me esforço para voar pelas labaredas dos meus pensamentos.
A cultura não é apenas um modo de vida, é, antes de mais nada e, sobretudo a nossa essência e o nosso estado de ser e viver.
O povo que respeita os seus símbolos nacionais, a sua cultura, a sua história, a sua identidade e o seu solo pátrio, tem maior probabilidade de garantir o desenvolvimento da sua NAÇÃO.
Jogar livros no lixo é como dar uma facada no próprio cérebro ,ter raiva da cultura e assassinar a inteligência .
Nosso lado caído, nossa cultura empobrecida sempre irá admirar mais o bandido que o mocinho. Jesus X Barrabás. E a manifestação visível e percebivel dessa verdade está no universo político e religioso.
Cultura leniente do coitadismo intelectual!
Vivemos numa sociedade "sem opinião própria", mas coletiva! Onde as informações chegam até nós e não o contrário como se afirma. Aceitar é o suficiente do que examinar o recipiente. Há também muita informação, mas pouquíssimo conteúdo que agregue uma ação significativa. Leituras cada vez mais artificiais e superficiais fazem parte desta cultura de leitores sem leitura. Críticas sem domínio do que é certo ou errado, adequado ou inadequado fazem parte desta festa e são características de um povo que se acomoda nessa moda de que tudo é bom e nada presta! Vivem assim o forte dilema de que complacência se faz com decência!
Para mim, a iamodernidade é o último estágio da modernidade. O estágio final e concreto da cultura líquida. É a cultura perene da inteligência artificial.
Igrejas que agradam a cultura terrena já deixaram de viver o genuíno evangelho! Já que ele é poder e contracultura aos padrões da modernidade!
O Evangelho não é exclusivo de um povo, placa de igreja, cultura ou tradição religiosa. Ele é, antes de tudo, inclusivo, transformador e aberto a todos que creem.
Se uma cultura te faz crer que ignorar seus valores é mais importante do que se adaptar a uma sociedade. Essa cultura não serve para você.
Sera que nos é necessário mesmo importar a cultura alheia mesmo que essa venha denegrir todos nossos próprios valores?
Me enoja a cultura do que eu quero não é o que quero e sim o que os outros querem, cria um ciclo de que todos querem pelo outros não por si e ninguém tem o que realmente quer.
