Poema sobre Cultura
“Uma linha invisível conecta os que estão destinados a se encontrar, apesar do tempo, do lugar, apesar das circunstâncias.”
(Provérbio Chinês)
Amor… meu amor, parece que quanto mais te procuro, mais você desaparece.
Nem sequer um novo romance, nem sequer um bom dia ou boa noite.
O que será que planejas?
O que será que escondes?
Somente meu velho amigo tempo dirá
Se você guardou algo para mim
Se eu vou te encontrar…
O tempo vem passando e a vida se esvaindo
Eu ainda estou te procurando?
Eu ando seguindo o meu caminho
Não tenho me preocupado muito…
Porém agora tenho te permitido
Aparecer de momentos em momentos
Uma hora vai fazer voltar os batimentos
Vai se apropriar novamente de meu peito.
Vou escrever:
-A minha mensagem de Natal generalizada.
Com intuito de documentar este percurso de vida feito até aqui.
Após análise no caminho percorrido entre no agruras, aventuras, e realizações de muita tensões vivificadas com propósito de ir até onde a minhas capacidades permitem ir, olho para traz e deixo um homem morto, e nesta Natalidade nasce um homem para mais uma vez voltar a começar, andar pelo trilho, e redirecionar o foco, é sempre um início um nascer um rebentar naquilo que se semeou, um culminar de chegar ao Céu romper o véu e ver mais além, ir a busca na investigação,na pesquisa, na prática e na conquista é ser um de todos e para todos, no sentido de amar tudo e zelar por tudo.
O Natal é da família é meu é seu é nosso é em lembra do nascimento de Jesus Cristo, nesse exemplo me deito e acordo esperançoso numa melhoria e de mais virtudes boas ,atributos esses que são dádivas divinas Celestes.
Um bom Natal e próspero ano novo
Por,:: Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
A fotografia vai eternizar momentos ,
Mas ,só um olhar atento e sensível
Vai fazer tudo isso virar a boa lembrança.
Ninguém sabe qual é o fim
Se o caminho é sempre assim
Nasce-se, morre-se
E o espírito tem que sentido?
Os anjos,os arcanjos, os Serafins não tem fim.
Preservar até ao final
Afinal há um dia que finda
Mas teremos a promessa de juízo final
Não interessa o que somos, mas no que nos tornamos.
É isso que é ir além encontrar equilíbrio neste momento, para lá frente estarmos fortes.
Hoje ouvia uma história de uma irmã e ela dizia:um velho sábio disse a jovem queres ser inteligente? E o jovem disse que sim empurra aquela pedra um pouco todos os
dias, e o jovem assim fez, passado algum tempo o jovem virou-se para o sábio e. disse eu arrasto a pedra e não vejo resultados. O sábio respondeu eu não te disse para arrastar, mas tu ficaste com os braços mais fortes,
tornas-te assíduo, e perseverante, entre outras qualidades e atributos.
Nisto quero dizer: Que temos que agir em conformidade com o que desejamos para nós e o queremos para nós está em fazer da mesma foa aos outros, ser um para os oos, porque é no servir que vamos nos exaltar e salutar em companhia dos que precisam de nós,isto é puro amor.
É partilhar é viver restabelecendo a felicidade,as fraquezas, as faltas,e algumas das necessidades nesse sentido ter a sensibilidade para identificar e ministrar os pobres de espírito, financeiro,social,emocional, psicológico e físico.
Sendo que parte de todos fazer a sua parte e quando partimos nossas obras serão feitas em consonância com o bem que está dentro de nós e o que levamos para o outro lado do véu é o conhecimento.
Obrigado pela inspiração
Se Jesus voltar pra terra
É melhor tomar cuidado,
Pois Tenho visto Cristãos
Em partido coligado.
Desesperado por grana
Confunde fé com a gana,
Que é comum nos marginais.
Pregando a devacidão
O Deus do seu coração,
É as redes sociais.
COMPLEXO AMOR
O amor é o mais complicado e impulsivo de todos os sentimentos.
É mal educado, não espera o momento certo, pois para ele, o momento certo é sempre agora.
Não manda recado, não avisa que está chegando, por isso, pega a casa sempre desarrumada, pois só chega de surpresa.
Ninguém consegue impedir a sua chegada, e mesmo quando não deixam ele entrar em casa, não adianta, ele continua lá.
E pode esperar por anos. Sabe viver disfarçado de paciência ou resiliência, dentro de alguém que não teve ainda possibilidade ou coragem de o assumir.
Olha, o amor é complexo, ele aparece sempre onde menos esperamos, nas pessoas que não imaginávamos.
Ele adora quebrar as nossas regras e nos faz parecer o que realmente somos, contraditórios.
O amor é louco, bonito e exótico.
O amor não respeita nenhuma das barreiras impostas pelo homem.
Nem credo, nem cultura ou mesmo religião.
O amor é tão poderoso, que até a ação mais destrutiva do homem, a guerra, ele a desconsidera e a vence.
No Nordeste encantado, um paraíso a desbravar,
Turismo de encantos mil, histórias pra contar.
Nas praias de areia dourada, o sol a brilhar,
No sertão árido, o amor a brotar.
No cordel do Nordeste, versos a rimar,
Passeios de jangada, no mar a navegar.
Saborear o acarajé, na praia a se deliciar,
E dançar forró no arrasta-pé, a noite a animar.
Do Recife encantador, Olinda a deslumbrar,
Pelourinho em Salvador, cultura a desfilar.
Em Jericoacoara, dunas a explorar,
E nas águas de Maragogi, o mergulho a encantar.
No Turismo do Nordeste, emoções a encontrar,
Riquezas naturais, cultura a desvendar.
Venha conhecer, se encantar e se apaixonar,
Pois no Nordeste, a beleza é sem igual, no seu lugar.
PIRATAS EM ILHABELA
Para quem queira
Ouvir muito tenho a dizer
Histórias que acontecerão
Bem antes de eu nascer
Aqui em ilhabela tem
Gente que paga para ver
ilhabela tem seus segredos
Em terra e em alto mar
Segredos misteriosos
Que chegam a arrepiar
Os primeiros visitantes
Vieram do alto mar
Desembarcaram aqui
E aqui quiseram deixar
Um grande tesouro que
Homem nenhum a de encontrar
Depois eles foram embora
E aqui deixaram sua história
Escondido no fundo
Do mar.
"Na Alemanha, não acreditamos em superestrelas. Somos ensinados desde cedo a jogar em equipe, e não a brilhar sozinhos.
É por isso que não veremos muitos jogadores alemães ganhando uma bola de ouro, mas é também por isso que podemos ver 4 estrelas em nossa camisa".
Queria olhar, olhei
Queria tocar, toquei
Queria uma flor, peguei
Queria sonhar, sonhei.
Queria cantar, cantei
Queria dançar, dancei
Queria abraçar, abracei
Queria beijar, beijei.
Queria amar, amei
Queria chorar, chorei
Queria gritar, gritei
Ao desabafar, desabei.
Queria alegria, alegrei
Queria esquecer, não sei
Queria ficar, mas fui
Queria me perder, me achei.
JAZIGO
(Mi Galcer)
Poetizou a vida.
Agora,
o porvir.
•••
Para quem possa interessar, criei este microconto para ser a frase em minha lápide.
Pare de dar PODER para quem lhe magoa
Respeite-se, veneração tenha por VOCÊ.
Escutando com SABEDORIA não deixamos
Invadir PALAVRAS toxicas em nossa MENTE.
Tudo depende de como VOCÊ ABSORVE
O que os INCULTOS falam sobre VOCÊ.
Palavra Emanuel Andrade
Indução de reflexão
A palavra sagrada torna o imaterial em material Alimentando o espiritual e temporal
Porque o que não vemos e não ouvimos ou com outros dos nossos sentidos
Para captar o estimulo
Não nos leva a um pensamento
Logo não sentimos
Ao ter conhecimento formamos uma consciência
Delineados e planejados os nossos focos
Resta por em prática pela acção
Por vezes o tempo que demora a atingir uma meta, não tem uma dimensão temporal
Devemos ter sempre em mente o nosso ideal
E materializar nos dois campos espiritual e temporal, para solidificar
Porque o que se faz com o que se adquire
É responsabilidade nossa
Está em dar o que nos é dado
O nosso esforço vai demonstrar o nosso desempenho
Faz hoje o teu melhor para que possa brotar
Da boa que semente que plantas bom fruto
Pensa positivo sê optimista e acredita
A vida continua com adversidades para crescer e aprender
A medida que amadurecemos os fardos são mais suaves
No amor deitamos e acordamos
Para fazer boas ações
Em todas situações
O discernimento entre o bem e o mal
Requer conhecimento
E um padrões a reger nos para um futuro seguro
O ideal
é a gente se encontrar
parar pra conversar
tomar um chá
Temos muito pra falar
da vida, de lugares
na verdade o ideal
é matarmos a saudade
O ideal
é nos abraçar
deixar as ideais fluirem
sorrir, ser feliz.
O ideal
é a gente se envolver
deixar acontecer
viver.
Erva-Mate: Alma e Tradição
No coração da terra guarani,
Nasceu a erva-mate, presente divino,
Histórias de lutas, glórias e dor,
Enraizadas no solo, no amor.
No passado distante este fato ocorreu, conta a lenda que um velho guerreiro,
Cansado, sem forças, sem paradeiro,
Foi abençoado por uma divindade Guarani com uma muda de erva-mate, símbolo de união força e amizade
Na roda de Tereré, a sede se desfaz,
Entre amigos e desconhecidos, a paz, erva-mate.
Patrimônio imaterial da humanidade,Unindo povos, criando irmandade.
Ponta Porã e Pedro Juan, cidades gêmeas, Na fronteira, histórias que o tempo semeia. De um passado cheio de lutas e glória,
A erva-mate, se torna a guardiã da amizade e da memória.
Seu poder de curar a alma e o coração,
Transforma a dor em união.
Na roda de Tereré, surge a boa conversa,
Erva-mate, tradição que nunca cessa.
Prof. Me. Yhulds Bueno
Nasci e me criei no Ceará.
E tendo alma de poeta,
A dor não me afeta
Pois a sina é superar.
E se vejo alguém rimar
Sobre chuva no Sertão
Dou graças pelo feijão,
A canjica e o bovino.
Eu também sou Nordestino
Do jeito que vocês são.
As cidades gêmeas de Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, é o mais emblemático e fascinante exemplo de desenvolvimento sócio-histórico e cultural na região fronteiriça.
Essas cidades, separadas apenas por uma linha imaginária, compartilham uma rica diversidade de povos vindos de várias partes do Brasil e do mundo, criando um mosaico cultural único.
A mistura de culturas é evidente na gastronomia local, onde pratos brasileiros e paraguaios se encontram, resultando em uma culinária rica e variada.
Além disso, a diversidade religiosa é marcante, com igrejas, templos e centros de diferentes denominações convivendo harmoniosamente. Essa convivência pacífica é um testemunho das lutas e superações que a região enfrentou ao longo dos anos.
A história dessas cidades é repleta de conquistas e desafios. Desde a sua fundação, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero têm sido palco de importantes eventos históricos que moldaram a identidade local. As lendas e histórias locais se entrelaçam com o cotidiano do povo, criando um ambiente onde o passado e o presente coexistem de maneira única.
A riqueza cultural também se manifesta nas artes, com poesias e versos que capturam a essência da vida na fronteira. Figuras ilustres e anônimas, cada uma com suas próprias histórias de vitórias e derrotas, contribuem para o tecido social vibrante dessas cidades.
A região de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero se torna um é um portal único no espaço e no tempo, pois várias culturas se encontram transformando-se e criando desta maneira uma identidade única e rica em diversidade.
A Guerra do Paraguai, também conhecida como Guerra da Tríplice Aliança ou Guerra Guasu, foi um dos eventos mais marcantes da história sul-americana.
Entre 1864 e 1870, quatro nações: Uruguai, Argentina, Brasil e Paraguai, se envolveram em um conflito que deixou cicatrizes profundas na região da grande província de Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul, foi o passado o palco central da guerra.
Homens, mulheres e jovens lutavam, cada um defendendo sua pátria e seus ideais.
Os Impérios se confrontavam, e a Europa observava atentamente, com França, Inglaterra, Espanha, Portugal e até os Estados Unidos acompanhando o desfecho deste conflito. Batalhas épicas e históricas foram travadas em locais como Riachuelo, Colônia dos Dourados, Humaitá, Itororó, Avaí, Angostura e Lomas Valentinas, até o desfecho final na última batalha do Cerro Corá.
Quem venceu, quem perdeu, quem foi o culpado e o inocente, essas são perguntas que ainda ecoam no imaginário popular. As histórias e lendas da guerra se misturam com o cotidiano das pessoas, e os tesouros pós-guerra, reais ou imaginários, alimentam a curiosidade e a esperança.
A fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, com seus caminhos, estradas e povos diversos, guarda a alma daqueles que partiram e as cicatrizes dos que ficaram.
Os eventos que o tempo não apaga se tornaram parte da formação socioeconômica dos povos, influenciando o desenvolvimento cultural por gerações.
Poema Fronteira sem portão sem porteira.
Ponta Porã e Pedro Juan Caballero
Na linha divisória, um muro imaginário,
Sem porteira ou portão,
Um passo em Ponta Porã,
Um pulo em Pedro Juan Caballero,
Duas nações, um só coração.
Cidades gêmeas, fronteira seca,
Onde culturas se entrelaçam,
Chipa, tereré, mate e chimarrão,
Sopa paraguaia, parrillada e polca,
Churrasco e a tradição do barbacuá.
Histórias antigas, memórias vivas,
Tropeiros e viajantes,
Estâncias e fazendas,
Erva-mate nativa,
Que ajudou a construir,
Essas cidades irmãs.
Valentes patrulhas,
Expulsaram os bandidos,
Lendas e causos,
Contos de um passado,
Que ecoa na história,
De um povo misturado.
Ponta Porã e Pedro Juan,
Unidas pela tradição,
Onde o Brasil encontra o Paraguai,
E a vida segue em comunhão,
Duas cidades, uma só canção.
Crônica: A Poeira na Varanda.
A poeira na varanda é testemunha silenciosa de um tempo que deixou saudades.
Naquela época, a cidade era pequena, e a vizinhança era uma grande família. Todos se conheciam pelo nome e sobrenome, e os compadres e comadres se encontravam na missa de domingo.
Era um ritual sagrado, onde as famílias se reuniam para uma boa conversa, um dedo de prosa, enquanto o sol se punha no horizonte.
A cidade, com suas poucas ruas, era um lugar onde tudo estava ao alcance. Da padaria ao bolicho, do pequeno mercado à farmácia, tudo era próximo. A vida rural era pacata e cheia de simplicidade. Nos sítios e chácaras, criava-se de tudo.
O leite fresco chegava à porta, e as frutas e verduras eram colhidas no quintal, fresquinhas e saborosas.
As famílias eram grandes, compostas por avós, tios, tias, primos e padrinhos. Todos conviviam em harmonia, e aos finais de semana, a festa era certa. Sempre havia um motivo para comemorar, seja um aniversário, uma colheita farta ou simplesmente a alegria de estarem juntos.
Era um tempo de vida calma, cercas baixas e muros que não escondiam os vizinhos. Todos se cumprimentavam com um bom dia, boa tarde ou boa noite.
Hoje, resta apenas a varanda empoeirada e as memórias de um tempo que deixou saudades. A poeira, que se acumula lentamente, é um lembrete constante de que, apesar das mudanças, as lembranças daqueles dias continuam vivas no coração de quem os viveu.
