Poema sobre verdade

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A Videira e a Verdadeira Liberdade


I
Desperto e ergo-me na certeza de que a Verdade é o meu único arrimo.
Este elixir de perene vida jamais será achado nas vaidades do século,
Nem no ruído incessante com que o mundo tenta distrair a alma.


II
Minha gratidão pertence inteiramente a Jesus, o Cristo;
Louvo Suas lições de humildade, de simplicidade e de espírito,
Pois é sob a Sua égide que caminho, passo a passo, em comunhão.


III
Renuncio, a cada aurora, às indigências do velho homem que em mim habitava:
Desfaço-me da sede de aprovações e do vão orgulho de convencer outrem.
Sou livre, pois o Criador assim me forjou; e a Ele rendo minha única e irrestrita devoção.


IV
Se a senda se faz árdua e os muros se agigantam no caminho,
O Seu Amor misericordioso quebra as barreiras e vence por nós.
Não há solidão, pois na fraqueza nunca clamo sozinho;
Na força da fé, os que creem descansam em Sua terna voz.


[No "fim" somos o que nos permitimos ser em existência e transformação. Negar-se a ela é como dizer não a própria vida.]


Maecelo Hypolito Botelho

-Quando eu te vi pela primeira vez...
É bem certo que eu duvidei.
Na verdade você parecia um sonho!
E eu tão indecisa e imatura,
que me surpreenderia se aquele nosso lance durasse.
Mas, naquele instante eu te amei...
Então, você chegou outra vez..
e eu te olhei, e de novo te amei...
Pelas minhas incertezas e tuas inconstâncias...
será que não dá prá você fazer-me possuir
a certeza de que você possa amar-me novamente e constantemente?

☆Haredita Angel

"Não adianta, sou verdade em tudo que faço!"
Haredita Angel
12.08.21

Ela funde aparência e
transparência.
Ela é essência.
Ela é verdade.
E é isso que a torna
inesquecível.
Haredita Angel
04.01.26

"O cérebro é burro, tudo o que você pensa, ele pensa que é verdade.
O meu então não pode ver uma faísca
que já faz um espetáculo."
Haredita Angel
30.09.26

A vida na verdade é muito simples. O que damos, recebemos.
O que pensamos sobre nós torna-se verdade para nós. Acredito que todos, inclusive eu mesmo, somos os responsáveis por tudo em nossas vidas, desde o melhor até o pior. Cada pensamento que temos está criando nosso futuro. Cada um de nós cria suas experiências através dos pensamentos e emoções.
Os pensamentos que temos e as palavras que falamos criam nossas experiências.

A verdade não precisa de armas


A verdade é a arma de quem caminha com honestidade.
Quem tem a consciência tranquila não precisa inventar histórias, distorcer fatos ou ferir ninguém para se defender.


A mentira pode até criar versões,
a traição pode até causar feridas,
mas nenhuma delas consegue mudar aquilo que realmente aconteceu.


Os covardes atacam com mentiras.
Os desleais ferem com traições.
Mas quem é verdadeiro permanece de pé, porque não precisa esconder aquilo que é.


No fim, o tempo revela o que as palavras tentaram esconder.


A verdade pode até demorar para aparecer, mas nunca precisa aprender a mentir para vencer.

⁠A mentira repetida só vira verdade por ser uma das moedas que custeiam o aluguel das cabeças desocupadas.


A verdade nunca dói, o que dói é o fato de ela diferir das nossas vontades.


E a mentira não cria raízes por força própria.

Ela precisa de solo fértil: mentes desocupadas, críticas adormecidas e consciências terceirizadas.


Repetida, não se transforma em verdade — apenas em hábito.


E hábito, quando não questionado, passa a ser confundido com realidade.


Há quem alugue a própria cabeça por conforto: pensar cansa, duvidar exige coragem e confrontar narrativas cobra um preço muito alto.


A mentira paga esse aluguel com promessas fáceis, inimigos prontos e explicações que dispensam reflexão.


Em troca, exige apenas silêncio interior e obediência ruidosa.


Mas a verdade nunca foi aceita como moeda corrente.


Ela às vezes pesa demais, incomoda, desalinha certezas e devolve ao indivíduo a responsabilidade de pensar.


Por isso, circula muito menos.


Não porque seja fraca, mas porque recusa ser aceita sem resistência.


No fim, a mentira só prospera onde o pensamento crítico tirou férias ou nem sequer existiu.


E talvez o maior ato de rebeldia hoje seja reocupar a própria mente — expulsar o inquilino confortável da repetição e devolver à verdade o espaço que sempre foi dela.

⁠Entre apoderar-me da Verdade para julgar alguém, prefiro togar-me da Justiça Poética para julgar os que o julgam.


Talvez porque a Verdade — essa palavra tão invocada — raramente chega pura às mãos humanas.


Quase sempre, ela vem filtrada por convicções, interesses, ressentimentos ou paixões mal resolvidas.


E, quando alguém acredita possuir a Verdade absoluta, o julgamento deixa de ser um exercício de consciência para se transformar num espetáculo de vaidade moral.


A Justiça Poética, por outro lado, não se preocupa em parecer infalível.


Ela apenas observa, com a paciência do tempo, como cada gesto humano acaba escrevendo a própria sentença.


Quem julga com excesso costuma revelar mais de si do que daquele que está sendo julgado.


No tribunal silencioso da vida, o eco das palavras denuncia as intenções que tentavam se esconder atrás delas.


Há uma estranha pressa em condenar.


Como se apontar o erro alheio fosse uma forma rápida de limpar a própria biografia.


Mas a experiência ensina que os dedos que se erguem para acusar, quase sempre ignoram o espelho que os acompanha.


Por isso, em vez de disputar a posse da Verdade — como se ela fosse um troféu moral — prefiro assistir ao lento trabalho da coerência e das contradições humanas.


A Justiça Poética tem um modo curioso de agir: ela não grita, não se apressa e não faz discursos inflamados.


Apenas permite que cada um seja, com o tempo certo, revelado pelas próprias atitudes.


E, no fim das contas, quase sempre descobrimos que julgar os juízes é menos sobre condená-los… e mais sobre lembrar que ninguém deveria ocupar o tribunal da consciência humana sem antes revisitar, em silêncio, o próprio banco dos réus.

Nem toda certeza nasce da verdade — às vezes, é apenas fruto de uma manipulação muito bem-sucedida.


Há um certo conforto nas certezas.


Elas nos poupam do esforço de questionar, da angústia da dúvida, do desconforto de admitir que talvez não saibamos tanto quanto cremos.


No entanto, esse mesmo conforto pode se tornar uma armadilha silenciosa, onde ideias são aceitas não por sua veracidade, mas pela forma convincente com que se apresentam.


A manipulação eficaz não se impõe com violência; ela seduz.


Ela se disfarça de lógica, de senso comum, de urgência.


Ela encontra brechas nas emoções — medo, raiva, pertencimento — e se instala ali, criando convicções que parecem sólidas, mas que, na verdade, foram cuidadosamente construídas para servir a interesses que nem sempre são os nossos.


O mais inquietante é que, uma vez convencidos, passamos a defender essas certezas como se fossem descobertas próprias.


Compartilhamos, repetimos e até protegemos.


E assim, sem perceber, deixamos de ser apenas influenciados para nos tornarmos agentes da própria manipulação que nos alcançou.


Reconhecer isso exige muita coragem.


Não a coragem de enfrentar o outro, mas a de confrontar a si mesmo.


Questionar o que parece óbvio, revisar o que parece indiscutível, admitir a possibilidade de erro.


Em um mundo saturado de informações, talvez a verdadeira lucidez não esteja em ter respostas rápidas, mas em cultivar perguntas honestas.


Porque, no fim, a liberdade de pensar por conta própria começa exatamente no momento em que desconfiamos das certezas que nunca nos deram trabalho para questioná-las.

⁠No Universo Polarizado, há sempre mais que meia verdade: a verdade da Esquerda, a da Direita — e a Verdade.


O problema é que, na pressa de pertencer, muitos já não buscam a Verdade — escolhem apenas o lado onde ela parece mais confortável.


E assim, a verdade deixa de ser um ponto de encontro para se tornar uma arma de afirmação.


Cada grupo a molda, a recorta, a edita, até que ela caiba perfeitamente em suas convicções — ainda que para isso precise amputar fatos, contextos e nuances.


A verdade da Esquerda, muitas vezes, carrega a urgência das causas sociais, o clamor por justiça e igualdade.


Mas, quando absolutizada, pode cegar-se até para suas próprias contradições.


A da Direita, por sua vez, frequentemente se ancora em valores de ordem, liberdade individual e tradição, mas também corre o risco de ignorar as complexidades humanas que não cabem em suas premissas.


E então há a Verdade — essa entidade incômoda, indomável, que não se curva a ideologias nem se adapta a narrativas convenientes.


Ela exige desconforto.


Exige dúvida.


Exige a coragem de admitir que, às vezes, o outro lado pode ter razão em algo — e que nós também podemos estar errados.


Mas em tempos de certezas barulhentas, a dúvida virou fraqueza, e a escuta, quase uma traição.


Assim, seguimos acumulando versões da verdade, enquanto nos afastamos cada vez mais dela.


Talvez o maior ato de coragem hoje não seja defender um lado, mas sustentar a inquietação de quem ainda está disposto a procurar a verdadeira verdade.


Porque a Verdade — a de fato — não grita, não milita e nem se atreve a se impor.


Ela se revela, lentamente, àqueles que ainda têm humildade intelectual suficiente para não possuí-la por completo.

⁠A
maior pretensão
da
Mãe da Incoerência
é ser
Pai da Verdade.


Há algo de profundamente humano — e perigosamente confortável — em tentar vestir a verdade com as roupas da conveniência.


A incoerência, quando não confrontada, deixa de ser um deslize e passa a ser método.


Ela se reinventa, se justifica, se enfeita… até ousar reivindicar autoridade sobre aquilo que nunca gerou.


Ser Pai da Verdade exige muito mais do que discurso: exige compromisso com o que permanece de pé mesmo quando nos desmonta.


Já a incoerência, essa mãe indulgente, aceita qualquer versão de nós mesmos — inclusive aquelas que negam o que defendíamos ontem com fervor.


O problema maior não é errar.


É construir narrativas para transformar o erro em razão, o tropeço em caminho e a contradição em identidade.


Nesse ponto, já não buscamos a verdade — buscamos apenas a validação de uma versão confortável de nós mesmos.


E talvez seja aí que tudo se perde.


Porque a verdade não precisa de herdeiros, nem de títulos.


Ela não implora reconhecimento, nem aceita ser adotada por quem a distorce.


A verdade simplesmente é — firme, incômoda e, muitas vezes, solitária.


Cabe a nós decidirmos: queremos ser filhos da verdade, com toda a humildade que isso exige…
ou continuar alimentando a ilusão de que podemos gerá-la a partir das nossas próprias incoerências?

⁠A
Mentira repetida
só vira Verdade
para os apaixonados por ela.


Existe um tipo de cegueira que não nasce da ignorância, mas do desejo.


As pessoas não acreditam em certas mentiras porque elas são convincentes; acreditam porque elas confortam, alimentam ressentimentos, validam medos ou preservam interesses.


A repetição, nesse caso, não cria a verdade — apenas anestesia o senso crítico de quem já queria acreditar.


A descoberta da verdade costuma ser desconfortável.


Ela exige revisão de postura, humildade para admitir erros, coragem para abandonar narrativas convenientes.


A mentira, ao contrário, oferece abrigo emocional.


Ela simplifica o mundo, cria vilões fáceis, heróis perfeitos e respostas prontas para questões complexas.


Por isso, encontra terreno fértil nos apaixonados: aqueles que trocam reflexão por torcida.


O problema é que toda mentira sustentada coletivamente cobra um preço alto demais.


Primeiro, destrói o diálogo, porque quem questiona passa a ser tratado como inimigo.


Depois, corrói a realidade, até que fatos percam valor diante da narrativa mais repetida.


E, por fim, destrói a própria capacidade de discernimento de quem a retroalimenta, porque viver preso àquilo que se deseja ouvir é abrir mão da liberdade de pensar por conta própria.


Há uma diferença profunda entre convicção e fanatismo.


A convicção aceita confronto, suporta dúvidas e amadurece diante da verdade.


O fanatismo precisa sufocar perguntas, ridicularizar divergências e repetir slogans como mantras.


Quem ama a verdade procura evidências; quem ama a própria versão dos fatos procura plateia.


No fim, a mentira não se torna verdade.


Acreditar nisso é, sem dúvida, acreditar na maior das mentiras.


Ela apenas reúne devotos dispostos a defendê-la até que a realidade, inevitavelmente, cobre a conta.

3536 🕳️ Perguntaram se é Verdade que Adoro Direitinhos. Ué e Eu Sou de Mentir? HeuHein!
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Aqui está um exemplo: 👇
https://k.kwai.com/p/HBC0EtA4

1431
"Se bem que por motivo diferente, mas tem gente que sempre que lê um livro, na verdade lê dois: o livro principal e, junto, o dicionario. Por motivo diferente, repito! "
TextoMeu 1431

1470
"Se é verdade, não sei. E não estou afirmando. O que estou mostrando aqui é o que me contaram: (abre aspa simples): 'que um dos maiores nomes da nossa Literatura teria dito que a Academia é ótimo local para guardar embrulhos e dar uns telefonemas' (fecha aspa simples)! Isso é o que me contaram!"
TextoMeu 1470

1474
"O que Alguns Humanos apreciam de verdade é Conversa Fiada. Com ou sem Molho, mas sempre Conversa Fiada!"
TextoMeu 1474

1497
"Embora eu tenha aprendido algo com elas, na verdade não sei bem porque as Escolas de Samba são chamadas de Escolas. Exatamente eu não sei!"


1496
"Aos 14 Anos de idade, eu era adepto da 'Literatura do Cotidiano', com as obras do Grande Carlos Zéfiro. Até que um Professor me recomendou ler o livro que me fez conhecer Minas Gerais. Sou grato àquele Professor. Eternamente grato!"


1495
"Sou daquele tempo: Tirando uma certa explicadora pessoal, nunca estudei em Escolas Particulares. Toda a Minha Trajetoria Escolar foi em Escolas Públicas. Sou daquele tempo! "

2268 📜 "Na falta de Heróis de Verdade, Alguns Comunistas insistem na Conversa (Fiada) de que Jesus era Comunista, HeHeHe. Que Forçação de Barra!"

"Por que esses Comunistas não indicam Marx e Engels como Heróis deles? Talvez porque ninguém vê Heróis em Fracassados... Principalmente eles. Poizé!

3152 📜 Inacreditável, mas verdade, apesar da repulsa que provoca: Alguém quis saber Minha Opinião sobre o que acho de os americanos 'invadirem' o Brasil para prenderem não quem sugere isso, mas prender Autoridades! Minha resposta: 'Claro que não apoio, pois isso é Subserviência, Covardia e Traição à Pátria. Mas Eu sequer preciso desse Absurdo de Apoiar o que desejam, pois já tem Direitinhos (de sobra e em excesso) que, lamentavelmente apóiam essa Bazófia. Então... 😮
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Estava ou ainda está em:
http://youtube.com/post/Ugkxxr6ITPqNmMgXt-lMj6ExekllsLM_jEr5?si=EjWPtj7SgfWfnhNx