Poema sobre a Higiene Bucal

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A MUSA

⁠A musa sempre abusa
da erudição,
ao descrever ao poeta,
um poema ou canção.

Vai alem do que pretende
do que espera a emoção,
ela diz de forma clara
que deseja ser razão.

Mas o poeta iludido
se trai por contradição,
pensa que ama poesia
quando ao certo o que queria
era fugir da perdição,

Ser escravo da beleza,
mas seu ato de nobreza
dispensa a resolução,
escreve o que não entende,
muito menos compreende
de onde vem a inspiração.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Em busca de sentido encontramo a dor, por isso o grande poema deve ser composto de dor, precisa identificar a dor e oferecer sentido...

Por meio da arte encontramos o sentido, não o sentido da vida, mas o sentido necessário para suportar a dor de viver, e a dor produzida pela consciência da nossa fragilidade mortal.

Antes havia um vazio, a ausência de sentido, depois conhecemos a dor, então inventamos a arte para suportar a verdade.

Inserida por EvandoCarmo

Poema para o café ☕


⁠Café, aroma quente
que invade os sentidos
desde a manhã cedo
até os fins de dia
sabor que encanta
e faz sonhar
com histórias e viagens
nos mundos a desbravar

Café, companheiro
de horas solitárias
que inspira a criatividade
e desperta as ideias
refúgio dos inquietos
e dos sonhadores
alimento de almas
e dos amores

Café, tesouro
que cresce em terras distantes
e chega a nossas mesas
como prova do amor
da natureza por nós
esse néctar divino
que aquece e acalma
e nos faz sentir vivos
nessa jornada mortal.

Inserida por EvandoCarmo

⁠No Meio do Não

É um poema que não,
um poema que falta,
que no meio se quebra,
e no meio, é.

É verso que não se encontra,
sombra que dança sem corpo,
e mesmo assim és lábio
que nunca toco.

Poema que nega e me afirma,
é o avesso que se revela,
nome que se cala e, no entanto,
arde no meio do peito.

Um poema que se escreve ao não,
que vive do entre, do meio,
onde és e não estás,
onde me consomes, ausência-presente.

Oh, não, de fogo e silêncio,
um eco sem som,
és o que me falta e me sobra,
és o meio de tudo que não.

Mas no meio, no meio, que não.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Poema para Matheus Nachtergaele

No palco, ele não pisa — ele flutua,
entre o sagrado e o profano, entre o verbo e o silêncio.
Carrega nos olhos a vertigem dos séculos,
no peito, a febre dos que fazem da arte um destino.
A dor não o curva, o abismo não o afoga.

Ele dança sobre os cacos da ausência,
recolhe os vestígios de um nome que nunca partiu,
e os devolve ao mundo em cena, em chama, em fúria.
Seu corpo é verso, sua voz, uma carta esquecida,
um eco de todos que amaram sem resposta.

Ele encarna o que o tempo desfez,
e do esquecimento faz rito, faz oferenda.
E quando as cortinas se fecham, a luz permanece,
porque há almas que não pertencem ao mundo,
mas insistem em iluminá-lo,
como se viver fosse um último ato de redenção.

Inserida por EvandoCarmo

⁠HELENO

(poema para meu pai)

Não sei se o tempo te levou
ou apenas te escondeu —
num canto do corpo,
num gesto meu.

Tinhas mãos de lavra e mundo,
silêncio denso, olhar profundo,
e uma coragem que não gritava,
mas era chão.
Era chão.

Morreste cedo demais pra mim,
mas deixaste cedo o bastante
pra nunca morrer de todo.
Ficou teu modo de erguer o rosto,
de não baixar os olhos ao medo,
de fazer do pouco
um gesto inteiro.

Tu não sabias de poesia —
mas tinhas verso nos ombros,
rima nos passos,
e um segredo de eternidade
no modo exato de calar.

E eu, que fiquei menino,
fiz da tua ausência
meu templo.

Aprendi a te lembrar
sem fotografia,
a te honrar sem retrato,
a te ouvir
sem som.

Heleno:
nome de força quieta,
de alma que não se despede.
Tu foste antes que eu soubesse
quem eu era —
mas hoje,
tudo em mim te repete

Inserida por EvandoCarmo

⁠A Baeta
de ontem
é o poema
de hoje

(Feito para nos
proteger de tudo).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cada poema
meu tem mais
balangandãs
do que imagina,
Quem lê fica
preso sem perceber
a cada nova linha.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Meu poema
doce e caboco,
para te deixar
louco de amor,
Tu há de comigo
se acertar todo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu poema é bem
superior a mim,
Ele é canoeiro e cantador
das tradições do meu país,
Enquanto ele lembrar
e fizer mais poetas
para ajudar quem
lembre delas,
Seremos sempre
uma terra de gente feliz.

...

Está fazendo
muito calor,
Não vejo a hora
do frio chegar
para preparar
Canjica só
para agradar
o meu bonito amor.

...

De longe vejo
a Dança do Canjerê,
Tem gente
que não me vê,
Oxalá tudo sabe
e tudo Ele vê.

...

Pagar promessa
em Canindé,
Talvez de Jegue
ou até mesmo a pé.

...

Canjica da morte
servida a meia-noite
para a vigília de quem
guardar o falecido,
Tradição talvez
esquecida em alguma
cidadezinha do Paraná,
Com amendoim era
solenemente perfeita,
Uma recordação
para a toda a vida.

...

Toco Cangá como
quem toca as tradições
para tocar a alma
sem ofender a ninguém,
Amar a terra que nasceu
ou escolheu para viver
é querer multiplicar o bem,
Porque se minha tradição
não ofende a ninguém que mal tem?

#poesiabrasileira

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poema é mato quebrado,
é capepena aparado,
para mostrar o caminho.

...

Cara ou Coroa,
Só sei que a vida
é justa e boa.

...

Te ver no Bambaquerê,
Soltos pelo salão
Cara... Caré...
Vou de Fandango
até quando
o Sol raiar e colocar
na mesa o café
mesmo se não tiver carona,
vamos voltar a pé.

...

Caracaxá tocando,
É do Reco-reco
que estou falando,
Você vai ouvir
e acabar gostando.

...

Vou te pintar
com Carajuru da Lua,
Para não teres
medo de nada,
e viver uma vida apaixonada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A saudade é um poema que poucos recitam com alegria.

E às vezes as lágrimas é a borracha

Inserida por EltonNabis

⁠Bem coradinha tal
como Camu-camu
é assim que me deixa,
cada poema enleia,
Sem olhar para todas
as direções me deseja.

Inserida por anna_flavia_schmitt

POEMA PARA O AMOR NA DOR.
Eu já viajei por estradas de vento e saudade como se cada curva fosse um corte na carne do tempo até descobrir que o amor espera à margem da estrada exangue e solitário.
Eu vi teus olhos como duas chamas bruxuleantes no crepúsculo do mundo e ouvi no silêncio teu nome mais profundo do que todas as vozes que se perderam na noite.
Cantaste a canção que não termina e a dor tornou-se verbo que pulsa como coração ferido de tanto amar a quem não volta.
O amor é esta estrada interminável onde cada batida de peito é um grito e cada lembrança é um corte que sangra luz e sombra.
Eu te amo como quem espera junto à beira do caminho sabendo que a alegria só existe porque a dor ensinou-me a reconhecer o valor de cada gota de vida.
Ainda que o mundo se acabe entre nós eu guardo teu nome no centro mais ardente do peito onde a dor é chama e o amor é chama mais forte ainda.
E assim eu canto até que o tempo se renda ao meu amor feito dor e a dor se renda ao meu canto feito amor.
Autor:Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

O som deste poema é auto

de confissão de uma paixão,

A viola é a haste de letras

tão irisadas quanto doídas,

A vida poderia ter nos unido

de tanto que nos amávamos,

Os versos que saem em todos

os tons e o peito que alto

Se declara culpado por não

ter os desafios por ti enfrentado.





Bailarina da minha dor,

Poetisa sem rima,

Concubina da Literatura,

Declaro ao Universo:

- Eu te pertenço, ainda sou tua!



Profetiza de um amor,

Fiel sem pastor,

Colombina sem Pierrô,

Declaro ao Inferno:

- Eu vencerei a pena com louvor!...



O tom que grita este poema e auto

de confissão deste coração,

É viola que cairá nas mãos

do violeiro amado,

O exílio que te forçaram

nunca fará de ti um amor

Esquecido e deste peito apagado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Um poema está escrito

Nas estradas do Paraná,

Alegria doce e caminheira

Um dia para você voltará.



Um Sol que ninguém esquece,

Uma Lua que sempre enternece,

Pelas estrelas do teu firmamento,

O Paraná está no meu pensamento.



Um destino traçado pela glória,

Pelo braço forte da sua gente,

Ainda se escreve a sua história,

Para ser lembrada para sempre,

Uma poesia serena relembra,

- a sua história de valentia

Na ousadia da tropa,

- no trote do cavalo

Na cantoria e no acorde

- violado -

O paranaense será eternamente

- um verdadeiro -

Poeta apaixonado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Para você oferto
o sutil poema
da Via Láctea,
todas a vezes
que estou
perto ou longe
do que nos afasta,...

Quando a Lua
se ergue diante
da tua fronte
que é o Universo
avistado no alto
de um monte
e que reflete
nos bosques;

Apesar deste
tempo ruim,
tenho todas
as razões
para te adorar
nestas noites
que você está
para chegar,...

Só quero que
saiba que
todas as cenas
sempre são
e serão motivos
para a tua imagem
jamais se apagar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O poema das 08h30pm

As palmas nas janelas
estão rodando
pelo Brasil,
Este poema
das oito e meia
são as palmas
aplaudindo por
todas as janelas
quem por nós
está dedicando
sem direito
à descanso a vida delas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O Poema da Desinfecção

Se cumprimentar
a distância,
Ser respeitoso,
Lavar sempre
as mãos com água
e sabão,
Não entrar
em desespero,
Desinfetar as mãos
com álcool,
Limpar espaços
internos e externos,
Não passar
informação falsa,
Manter-se a dois metros
de distância
um dos outros,
Abastecer de coisas
boas a alma,
Ser solidário,
Racionalizar a compra
de alimentação,
Ser amável,
Manter as janelas
sempre abertas,
Não ter pressa,
Dentro de locais
fechados ou abertos
evitar a aglomeração,
Ter calma,
Quem pode ficar
em casa é a melhor
forma de ajudar
bastante quem está
salvando a vida da Nação,
E distrair a cabeça
e manter a alegria no coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

I

Para escrever
um poema, poesia
ou mesmo até
uma prosa poética
não há dificuldade,
é só ter vontade
que cedo ou tarde:
você vai escrever.

II

Busque um momento:
não importa onde esteja,
seja em silêncio
ou em movimento,
se você tiver vontade
e concentração:
você vai escrever.

III

Não é preciso ter lido
muitos livros,
o importante é ter
vivido, imaginado,
sentido ou estar
vivendo tudo
ao mesmo tempo:
você vai escrever.

IV

Se você tem como
ler livros de poesia
ou outros livros,
eles vão te auxiliar
quando para você
alguma palavra
na hora de escrever
por acaso faltar,
e depois mesmo
sem premeditar:
você vai escrever.


V

Quando te faltar
alguma ideia
para escrever
você pode contar
com a Lua, o Sol,
as estrelas, o céu
e todo o Universo,
E aqui na Terra você
poderá contar com
o quê está vendo
sentindo ou vivendo
que cedo ou tarde:
você vai escrever.

VI

Quando te faltar
alguma ideia
para escrever
você pode contar
com a Natureza,
os quatro sentidos
e os quatros elementos,
Buscar inspiração
com outros poetas
_só não pode copiar_
Você pode buscar
se inspirar nas cidades
nos países, viagens,
fatos históricos,
e em todas as artes,
que até no meio
das tempestades:
você vai escrever.

VII

Não se preocupe
em agradar
com rima, métrica
das palavras, ou mesmo
a ortografia
ou a gramática acertar:
Escrever você só vai
aprender escrevendo
como quem dirige um carro,
ou se monta um cavalo;
É da mesma maneira
que se aprende a surfar,
a navegar com um barco
ou a fazer um avião decolar.

Inserida por anna_flavia_schmitt