Poema sobre a Biblia

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⁠Os nomes na Bíblia não devem ser entendidos como poderes místicos com propriedades para abençoar ou amaldiçoar àqueles a quem são dados. Tomemos como exemplo o nome Manasses. Após o Senhor engrandecer a José no Egito, o agraciou com dois filhos: Manasses e Efraim (Gênesis 46.20). Ao nascer o primogênito José disse: “Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho, e de toda a casa de meu pai” (Gênesis 41.51), portanto colocou o nome de Manasses. O nome neste caso revela as circunstancias em que José foi submetido, às suas amargas experiências. Não significa que José esqueceu os seus sofrimentos no sentido de uma espécie de amnésia ou “apagão” de sua memória. Se fosse assim teríamos que entender no próprio versículo citado que ele havia esquecido o que outrora se passara com ele e não se lembrava mais de seus familiares. Isso é um enorme absurdo. No decorrer da história observaremos que José se recorda de todos os seus sofrimentos, sim. Mas agora, ao recordar, ele não sofre mais. Ele possui paz e tranquilidade na alma, até mesmo para perdoar seus irmãos. Não devemos dogmatizar sobre os significados dos nomes na Bíblia. O próprio José recebeu um nome pagão (Zafenate-Panéia), contudo isso não o tornou um descrente no Senhor Deus. Se tudo isso fosse verdade penso que os “apóstolos” deveriam receber a unção de José e não de Manasses! Ao observar detalhes da aplicação da “unção de Manasses”, “Anagkazo” etc... por esses líderes pagão nas pessoas, tudo soa estranho, esquisito, exótico. Trata-se de libertação sem regeneração. Biblicamente deve ser o contrário ou simultâneo. Pra mim os procedimentos são usos de técnicas humanas de PNL, hipnotismo, confissão positiva e muito trabalho na alma dessas pessoas fragilizadas pelos sofrimentos da vida. Que o Senhor nos de discernimento desses falsos mestres. No amor do Abba, Marcelo Rissma.

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⁠Precisamos parar de nos esconder atrás do “politicamente correto” naquilo que a bíblia condena.

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⁠Se você não precisa de nenhum livro senão a bíblia, você está acima do Apóstolo Paulo. Ele queria outros livros também. “Traga os livros”, ele disse, “mas em especial os pergaminhos” (2ª Timóteo 4.13), aqueles escritos em pergaminhos. Mas não tenho gosto pela leitura. Adquira gosto pela leitura ou retorne a sua profissão.

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⁠Somente os que tiveram o entendimento cegado (2º Co 4.4) criticam a bíblia!

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⁠Os termos predestinados e eleitos na bíblia são segundo a PRESCIÊNCIA de Deus, e jamais por algum decreto! “Eleitos, SEGUNDO A PRESCIÊNCIA de Deus Pai”... (1ª Pd 1.2); “Porquanto aos que de ANTEMÃO CONHECEU, também os predestinou”... (Romanos 8.29); “que para glória preparou de ANTEMÃO”... (Romanos 9.23).

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⁠A Bíblia não deve ser simplesmente citada ou conhecida, mas vivida e sentida.

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⁠A Bíblia é categórica em afirmar que Deus é Onisciente, mas o calvinismo insiste em afirmar que Deus é onideterminista.

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⁠A Bíblia diz que devemos fugir não somente do mal, mas também da aparência do mal. 1° Ts 5.22

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⁠Quando uma pregação está totalmente fundamentada na Bíblia, quem deve fazer o apelo é o pecador, e não o pregador.

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⁠É vergonhoso ver cristãos indo atrás de revelações, mas com a Bíblia fechada em casa.

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⁠A doutrina do acaso é a bíblia do tolo, e as confissões de fé do determinismo o dogma do herético.

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⁠Não existe na Bíblia “eu acho” ou a “minha opinião”. Existe a verdade da Bíblia; e, portanto, o seu “eu acho” e a “sua opinião” não importam.

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⁠Qualquer estudante honesto da Bíblia que realizar um exame minucioso da tagarelice calvinista da permissão divina descobrirá que essa tagarelice é completamente diferente do ensinamento Arminiano da permissão divina. A permissão divina calvinista é cobiçosa, desejosa, ávida, determinante e voluntariosa.

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⁠Uma falsa profecia faz tanto estragos na igreja, quanto uma falsa doutrina. A mesma Bíblia que diz que haverá falsos profetas, também nos alerta quanto aos falsos doutores e suas doutrinas de demônios (2° Pedro 2.1). Infelizmente isso é uma realidade que teremos que conviver até a volta do Senhor Jesus. Por isso, carismáticos e tradicionais precisam estar alertas.

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⁠Há mais advertências na Bíblia contra falsos profetas do que contra demônios.

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⁠A melhor versão da Bíblia antes da ACF e KJF1611 é o seu Testemunho diante da sociedade.

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⁠A Bíblia apresenta uma vasta gama de textos que corroboram o livre-arbítrio (A liberdade da vontade do homem), antes queda (Vontade livre, mas depois corrompida); no pós-queda (Distorcida pelo pecado) e pós-graça (Aperfeiçoada). Todos os pais da igreja são unanimes e nunca se opuseram contra o livre-arbítrio, inclusive Agostinho.

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⁠A Bíblia e a história da igreja estão repletas de personagens que começaram BEM e terminaram BEM; que começaram MAL e terminaram MAL; que começaram BEM e terminaram MAL; que começaram MAL e terminaram BEM; que começaram BEM, tropeçaram no meio do caminho, terminaram BEM e outros MAL; que começaram MAL, tropeçaram no meio caminho, terminaram MAL e outros BEM. Infelizmente, vamos ver esse processo histórico se repetindo na vida de muitos que foram chamados por Deus até a volta de Jesus.

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⁠A Bíblia é clara quanto à morte dos redimidos: Não será a morte que virá buscá-los, mas Cristo.

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⁠Conforme compreendo as promessas contidas na Bíblia para os filhos de Deus no porvir, mais meus olhos se desviam das ilusões desse mundo caído.

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