Poema seu Rosto Lindo

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Entre brilhos e silêncio,
eu me reconheço.
A máscara enfeita o rosto,
mas é a consciência que ilumina o olhar.
Eu não me escondo.
Eu me revelo —
no ritmo,
na liberdade,
na inteireza de ser quem sou.
Carnaval é festa.
Mas minha essência é permanente.

eu fui saudade o sal no rosto, a dor solitária, a angústia que ecoava no peito.
Mas já não habito esse corpo ferido.
Hoje estou livre.
Desço ao mar para sentir o sereno no rosto, o toque das folhas, a brisa que me atravessa.
Estou vivo.

A máscara pesa mais que o próprio rosto,
Engulo o choro, o medo e o desgosto,
Sou o pilar que todos vêm buscar,
Mas no silêncio, minha a estrutura range.
Sou o oceano que não pode transbordar,
A dor contida que a ninguém consegue enxergar.
Tristeza e cansaço escondido no rosto
Com sorriso disfarço, o meu triste esforço.
Meu grito ecoa o vazio no peito.
Que ainda acredita em um mundo perfeito.

Pensandor.




Na calmaria do mar posso ver espelhado o meu rosto e as searas, mas nunca o reboliço e a profundidade de um coração que ama.

Linhas do teu rosto


Leveza dos instantes
Navego no horizonte do teu rosto
Abraço a singularidade dos teus traços
Rascunhos dos meus escritos
Significativo tecimento onde conduz minhas poesias.

"Como o ferro afia o ferro, assim o homem afia o rosto do seu amigo." (Provérbios 27:17)


Essa passagem diz exatamente isso: ninguém se aperfeiçoa sozinho. É no encontro com o outro, na troca, no atrito construtivo da convivência, que nos tornamos melhores.


Cada reunião, cada palavra ouvida com atenção, é uma pedra a mais no Templo que construímos juntos.


A gratidão por aprender com os Irmãos é, no fundo, o reconhecimento de que a sabedoria não mora em um só homem.


Ela circula entre aqueles que têm humildade para ouvir.

O silêncio é um lenço úmido no rosto,
um peso que escorre pela garganta,
como o inverno que se recusa a ir embora,
deixando os ossos doloridos.


A espera vira um copo vazio na mesa,
o barulho do nada ecoa nas paredes,
e os dedos, inquietos, desenham círculos
sobre a pele que já não lembra o teu toque.


O telefone dorme como um animal doente,
sem latidos, sem pulsação, sem calor,
e o coração aprende a bater devagar,
como quem conta os segundos de um adeus.


As horas se arrastam como remédio amargo,
cada minuto um grão de areia nos olhos,
e o peito guarda o frio das manhãs sem sol,
onde até a luz parece desbotada.


Quem diria que o vazio tem sabor de ferrugem,
que a ausência é um espinho na língua,
e que o amor, quando não responde,
vira uma cicatriz que nunca sara?


Mas um dia, talvez, o corpo desaprenda
essa dor que se aninha como gripe antiga,
e o silêncio deixe de ser uma casa vazia
onde só os ecos sabem o seu nome.

Deixa o raio do sol refletir
No vosso rosto a confiança
Chega um dia a hora de partir
Ir embora com amor e esperança

O Mestre Divino falou
Suas palavras de Sabedoria
Seu ensinamento nos deixou
Com Santa Paz e harmonia

É preciso se firmar
Para poder compreender
Quem não sabe amar
Não sabe entender

Estar nesse mundo
Aprendendo com toda a Verdade
O Maior Segredo Profundo
Do Nosso Pai da Eternidade

Às vezes a saudade não tem nome.

Não é de uma pessoa específica,
não é de um rosto,
nem de uma história que acabou.

É de algo mais raro.

Saudade de uma conexão real.

Daquelas conversas
que começam simples
e de repente parecem tocar lugares
que a gente nem sabia que existiam.

Saudade de um toque
que não encosta só na pele…
mas parece tocar a alma.

Saudade daquele silêncio confortável
onde duas pessoas não precisam provar nada.

Do som de uma voz
que fica ecoando na memória.

De uma risada
que aparece do nada na cabeça
e faz o coração apertar
sem motivo aparente.

Não é saudade de alguém.

É saudade
do sentimento de ter alguém.

Alguém ali…
não para preencher um vazio,
mas para dividir o que existe dentro.

Porque às vezes
o que mais faz falta na vida
não é uma pessoa.

É lembrar
como é se sentir acompanhado

Na basílica, subindo a escadaria quente,


De repente, olhei seu rosto: vinha até mim, e, com gosto, eu te abracei.


Mas a basílica já se despedia.


Além da escadaria, descemos na vida, descemos do amor.


Não quero te ver, nem quero te encontrar.


Seja onde estiver, seja onde estará.


A escolha foi sua, a decisão foi minha.


Hoje, na basílica, sinto saudades de você.
É a cruz que carrego.
Sou o novo Jesus, que estará na parede, sendo iluminado pela luz.

Fumaça cobre o rosto, a máscara a dor,
No silêncio ardente, pulsa o sangue, o terror.
O ar pesado guarda o eco do temor,
Cada suspiro anuncia meu próprio horror.

Se por acaso soprar uma brisa e tocar teu rosto como frescor,
Sou eu te acariciando em pensamentos.


Se numa manhã de primavera acordar e escutar o canto
de um passarinho no galho de uma árvore próxima a sua janela,
Este passarinho sou eu, cantando apaixonado,
meu canto de amor afinado.


E se os raios do sol brilharem pra você
e o universo dizer que alguém te ama aqui do outro lado,
Esse alguém sou eu.


Por Marcio Melo

Essa noite estou sentindo a brisa da minha janela tocando meu rosto
E perfeitamente posso sentir que foi você meu anjo que me enviou seu carinho
Seu toque macio
Teu beijo suave nos meus lábios
Ahh noite incrível e fria noite
Onde sinto a vontade queimar dentro de mim
O desejo quase que palpável
Mais um pouco ouço a melodia que é seu coração pulsando
Ahh que noite incrivelmente fria mas com dois corações quentes ,desejando um pelo outro .
Onde dois corpos se encontram em pensamentos profundos de amor
Beijos longos e intensos
Toques fortes e marcantes
Ahhh brisa da minha janela traz esse anjo pra mim

Passarinho que voa
sem lembrança do anterior,
sem rosto, sem voz,
sem saber de onde veio.

Ainda assim, voa.

Seu único vestígio:
O tempo é a tardança
daquilo que se espera.

Pobre criança das noites fundas,
que pensa e pensa,
e sofre por pensar.

Talvez o anterior
nem esteja mais aqui.
Talvez, para ti,
nunca tenha estado.

Então voa,
como sempre voaste,
mesmo sem ter quem te ensinasse.

Pobre criança,
não te deram o pai,
mas te deram o céu.

Distração

Eu observo a pintura dela em outros quadros, vejo o seu rosto em outras pessoas e até temo olhar-me no espelho com a impressão de que ela aparecerá ali. Me distraia. Me perturbe. Me enlouqueça.

GUILHERME DE ALMEIDA


Indiferença


Hoje, voltas-me o rosto, se ao teu lado passo. E eu, baixo os meus olhos se te avisto. E assim fazemos, como se com isto, pudéssemos varrer nosso passado.


Passo esquecido de te olhar, coitado! Vais, coitada, esquecida de que existo. Como se nunca me tivesses visto, como se eu sempre não te houvesse amado


Mas, se às vezes, sem querer nos entrevemos, se quando passo, teu olhar me alcança se meus olhos te alcançam quando vais.


Ah! Só Deus sabe! Só nós dois sabemos. Volta-nos sempre a pálida lembrança. Daqueles tempos que não voltam mais! Guilherme de Almeida


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Um sábio me dizia: esta existência, não vale a angústia de viver. A ciência, se fôssemos eternos, num transporte de desespero inventaria a morte. Uma célula orgânica aparece no infinito do tempo. E vibra e cresce


e se desdobra e estala num segundo.

Perfeito para mim
Como uma noite de inverno
Aquecida em meus lençóis
Como chuva no rosto
Numa noite de verão
Como um beijo sedento
Que nunca recebi
Perfeito para mim...
Dançando na noite escura
Com velas incandescentes
Perfeito para mim...
Lua cheia na noite escura
Onda do mar nos pés da menina
Uma flor solitária na campina
Perfeito para mim!
Uma bela canção
Que acelera o coração
Perfeito para mim...
Pedra rara,
Incrustrada na rocha bruta
Alma solitária que não desiste da luta
Perfeito para mim
Sempre, somente,
Perfeito para mim!

Volta o teu rosto sempre na direção da Luz. As sombras ficarão para trás”
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS

ADRENALINA


Eu necessito sentir o vento no rosto,
Enxergar nos lados o oposto,
Alterar o cotidiano.
Eu preciso olhar ângulos diferentes
Da mesma rotina da gente
Que a gente passa e não observa nada,
Só o caminho singelo e turvo.
Eu gosto de criar expectativas,
De fugir da monotonia.
De lidar com a correria
E esperar nada mais nada menos
Que qualquer imprevisto reacional.
Eu prefiro agir, mas reagir é bom também.
A mente se assusta,
O coração pulsa e acelera.
Até palpita, a pálpebra se agita,
Os pelos se arrepiam
E o corpo amolece. É fenomenal.
Eu gosto do risco
No papel e na vida;
Gosto das sensações repentinas
Que dão medo e não fazem mal.
Disseram-me uma vez:
Aquele que tudo sabe,
Na verdade, não sabe nada.
Deleito-me em sua fala
E o pouco que sei
Me encantam as coisas do mundo.
Não terei tempo para toda experimentação.
Tenho que ser ligeiro.
Eu gosto do incerto, de certo pensar
Em que não uso a razão.
Eu prefiro a emoção instável
Da minha mente inabalável
Que pode até sofrer,
Mas sabe que se segue de qualquer jeito,
Que não importa o efeito,
Tudo causa reação.
Eu gosto da adrenalina.
Talvez esteja na minha sina
Esse desejo louco de querer sentir
Sempre qualquer emoção.

Pai👑
No rosto as marcas de quem sempre lutou para dar o melhor aos seus...
Esse olhar firme,não mostra o tamanho do coração desse moço.
E por falar em tamanho, posso afirmar que o Amor que ele tem não dar para medir ou calcular.
Ele é o espelho de força, coragem e caráter inigualável.
E quanto a quem ele é de fato ? Ele é um herói para defender quem ama, um alicerce que sustentou e sustenta sua linhagem e ao mesmo tempo sabe ser guerreiro pois lutar e vencer não é para qualquer um.
Suas propriedades excede a feição cansada da lida , mas confirma em cada passo dado pois leva com ele resistência e AMOR! Te amo coração gigante, tu é o cara!
"Exemplo Cristóvão "
Em 11 de Abril de 2020.