Poema sem Amor Madre Teresa
É verdade, não posso negar q sinto algo, mas as vezes você me machuca muito, e então eu retribuo essa dor, e nós dois somos dois orgulhosos de merda, mas agora eu abro mão desse orgulho pra viver o que eu sempre quis no fundo, com a pessoa que mais equaliza meus sentimentos.
A PALAVRA DESISTIR DEVE SER SEMPRE SUBSTITUÍDA PELA PALAVRA RESISTIR POIS SÓ ASSIM A VIDA FAZ MAIS SENTIDO.
Passo dias inteiros refletindo sobre ambição, mentiras e traições. É tudo inconclusivo e incompleto. Que nem a crueldade desses protagonistas sobre as suas presas.
A voracidade de uma pessoa ambiciosa é tão brutal que ela consegue roubar até o lugar das suas vítimas.
Amanheceu lá em mais uma vez de nós, acordei sentindo o calor do seu corpo e a maciez da sua pele. Entre carinhos, abraços e beijos novamente me vejo, no refletir do seu olhar e em todos os sinônimos de amar.
Simples assim como uma suave brisa, quero sem rumo e sem tempo mapear seu corpo com minhas mãos e com meus beijos milimetrar sua pele.
Seu beijo é tão bom quanto chocolate, seu abraço é tão macio quanto algodão, seu cheiro é tão gostoso quanto acordar apaixonado, e como se não bastasse, ela ainda toma Corona comigo.
Pensamentos
Dizem que meus pensamentos são incorretos ou supérfluos, gostaria de saber qual linha de pensamento pode julgar outras..
Sorriso.
Sinto na pele aquilo que nunca esperei sentir, porem sigo em frente com um sorriso no rosto, e com a mente clara sobre minhas escolhas.
Meu Ideal.
Não quero ser mais um, quero ser diferente, nesse mundo onde o ideal de padrão e único farei a diferença da minha forma, com minhas regras e com os meus ideais fixos.
Fumaça.
Gostaria de ser como a fumaça, livre e maleável, capaz de se adaptar a onde estiver residida, e capaz de quando solta, ir a lugares inimagináveis a nossa concepção.
Palavras.
Se palavras ferem mais que um trago, e ações mais que um gole, continuarei a tragar e a beber, e assim, ferirei somente a eu mesmo...
Me apego a alguns objetos que guardo. Eles me passam a idéia de que sorriem felizes ao reencontrá-los nas gavetas e caixas. Não me fazem perguntas. Não procuram entender nada nem ninguém.
Ao contrário, reencontro pessoas, sempre com muitas perguntas e um gabarito que definirá se eu acertei tudo.
Eu até que curto seu sorriso, mas sou admiradora fiel do seu olhar. Um labirinto sem saída me suga para longe e parece que me tornei tola - outra vez. Faço um tremendo esforço, quebro a cara e explodo meus neurônios, mesmo assim não descubro nada. Nem um brecha você me dá e, olha que sou fera nesse negocio de ler os outros. É como se você dissesse uma coisa e o seu corpo outra. Devo tá com sérios problemas de ilusão e demência, porque não paro de querer provar o contrário. Dá vontade de te desmascarar aqui e agora, só que não tenho certeza alguma de nada. Não acho que minta, mas também não acho que diga a verdade. Sou a favor do "esconde bem" ou do "não-sabe-finge-que-não-sabe". Aí, me diga - por favor - que preciso ser internada urgentemente, porque isso de ter esperanças está acabando comigo.
"Eu sou o tipo de pessoa que se atira ao mar para ajudar o outro, mas que acaba se esquecendo de que não sabe nadar."
Tem os dias "ainda estou tão longe", e tem os dias "olha o quanto já percorri". Tem os dias em que a dúvida parece não querer partir, e tem os dias em que a certeza é gritante. Tem os dias "por quanto tempo vou ficar com essa mesma rotina", e tem os dias "que bom que tenho oportunidade de perseguir meu sonho sem outras preocupações". Cada dia é uma surpresa e, apesar de elas não serem sempre boas, sei que, quando a noite chegar, tudo vai passar. O que não foi bom para trás irá ficar, e a próxima manhã vai ser diferente. A próxima manhã vai me dar um novo presente.
No final do dia somos apenas nós. A sós com quem realmente somos. Já com a cabeça deitada no travesseiro, a sós com nossos pensamentos, com tudo que sentimos. Somos nós, sem máscaras. Livres de qualquer julgamento – a não ser o nosso. Somos nós, lutando para que nossos medos não nos dominem, lutando para mandá-los para longe, para que não nos façam desistir, para que não nos parem. Somos nós, procurando motivos para insistir, relembrando porque precisamos continuar, correndo atrás da esperança e implorando para que ela não nos deixe.
