Poema sem Amor Madre Teresa
Tornou-se o amor um fardo de ofício,
Qual pauta vã de lidas rotineiras,
Onde as almas, em horas passageiras,
Cobram o afeto como um sacrifício.
Mandamos, pois, a conta da saudade,
Como se o bem-querer fosse tributo,
E o coração, mendigo resoluto,
Rogue por parca reciprocidade.
Lembrar ao outro a própria existência
É triste laborar, pesar profundo;
Rogar uma migalha neste mundo
É dizimar do orgulho a decência.
Mas, ah! Se o dom não nasce da vontade,
E o sentimento exige vil cobrança,
É vão nutrir do amor a esperança;
O afeto imposto é mera falsidade.
Rasgo, portanto, a conta da ilusão,
Não sou credor de afeto ou de favor;
Se não for livre e dado com ardor,
Dispenso a esmola de outro coração.
"Amor nos traz felicidade
Raiva nos traz tristeza,
mas Indiferença adoece
o corpo e destroça a alma"
"O amor é como um
pássaro, por suas asas.
As vezes voa pra la, voa
pra cá, e depois volta
pra casa."
Bom dia, Sexta-feira Santa!
Que hoje seja um dia de
paz, reflexão e gratidão
pelo amor de Jesus por nós.
Ele mesmo levou em seu corpo
Onde o Silêncio se Encontra
Não é preciso o estrondo das grandes palavras,
Pois o amor se escreve no detalhe do olhar.
Ele mora na pausa que a pressa desbrava,
E no porto seguro de apenas estar.
É como o sol que toca a pele no inverno,
Um calor que não queima, mas sabe acolher.
Transforma o instante em algo mais que eterno,
No simples milagre de te ver crescer.
Se o mundo lá fora é ruído e cansaço,
Aqui dentro o tempo resolve parar.
Pois o universo inteiro cabe em um abraço,
E o melhor destino é onde você está.
"Viva o hoje"
Se esbalde de amor. Cante.
Dê gargalhadas. Dê rosas para quem ama. Nostalgie suas melhores lembranças. Se liberte do passado. Não condene sua vida. Abrace bem forte a quem ama. Surpreenda a si mesmo. Seja sincero com seu coração. Se perdoe.
Se dê paz.
Não precipite o amanhã!
Ela é extremamente indiscreta em relação ao amor
Ela é a pura expressão do significado amar
Ela ama com intensidade
Ela sabe as minhas vontades
Ela é pura adrenalina
Ela nem sabe que é tão linda
Ela já vem com um jeito doce quando quer roubar meu coração.
Ela é a dona do meu coração!
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Como um mendigo que lamenta e chora.
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Não há decreto que o faça mais doce.
Se o bem-querer não nasce por vontade,
Qualquer esforço é pura falsidade.
Rasgo, portanto, as folhas da ilusão,
Não sou o banco de outro coração!
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando afeto como vulgaridade. "Dai-me atenção", o peito assim implora,
Lembrando ao outro que ainda estamos vivos.
Mas tal súplica torna os amantes cativos,
Rogando carinho, suplicando clemência —
É o triste fim de toda a inocência. Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
A paixão te amarra com cabos de aço,
te pendura pelo saco,
te tranca numa caixa,
a paixão te amordaça...
A paixão é um corcel branco alado, todo enfeitado,
arreios dourados...
o amor é um jumentinho cinzento, velho e lento...
Aqui Jaz o Amor...
Na vereda tem uma tumba,
Uma coroa de flores,
Pássaros que cantam,
Uma brisa reconfortante
E uma melancolia
Quando leio no epitáfio,
‘’Aqui jaz o amor...’’
Este lugar não está dentro de mim!
Este lugar não está dentro de mim!
Eu queria ter esta certeza,
Mas as borboletas vão se transformando
Em lagartas como uma metamorfose ao contrario
As flores vão se fechando,
Uma por uma, os pássaros silenciam
Pessoas que acompanham um féretro
Aproximam-se e alguém coloca
O caixão naquela tumba,
Percebo que todos que estão ali
São pessoas que eu já vi morrer,
É um funeral ao contrário...
Este lugar não está dentro de mim!
Este lugar não esta destro de mim!
Agora todos sorriem,
E os pássaros voltam a cantar,
E as flores se abrem novamente,
As borboletas se transformam novamente,
A brisa volta a soprar, é um ciclo,
O amor morre de novo,
Porque a vida continua para novos amores...
De tanto amor se fez saudade
De tanta ausência, solidão
De tanto querer, ansiedade
De tanto desejo se fez paixão
SERVO
A tirania do amor me fez seu servo
Escravo da paixão e do desejo
Alimentado somente por sobejos
Pedindo um olhar , mendigando um beijo...
Sonhar, e, só sonhar é do que vivo
agarrando –me a mais ínfima da esperança
Iludido como a mais ingênua das crianças
Pra subexistir, me agarrando a qualquer motivo...
Querer-te, e, só querer-te , é minha sina
E, se existo é somente por querer-te
por querer-te perdi minhalma e o meu coração
Desejando tua presença que fascina
Desesperado por não querer perder-te
E alucinado por toda essa paixão...
LUAR
Esse encanto que aos apaaixonados engana,
Semeando a fantasia de uma noite eterna de amor,
Que aos poetas românticos, que juram que amam
Mas se embriagam e se esvaem na desilusão da dor,
Boêmios profanam a noite pelo vicio,
Às noites, se desintegram no brilho das estrelas,
E os vampiros, os lobisomem, os predadores,
Notívagos com a aurora se transformam em borboletas...
Nos meus desalento é contigo que eu conto,
Solitário que sou, sob a tua luz se derramam
Minhas fáceis angústias, meus raros medos...
Acreditar no amor não faz de mim um tonto
Pois os incautos e os brutos também amam
À paixão se entregam e não fazem segredos.
