Poema Rir de Charlie Chaplin
Há pessoas que de forma descabida, que ao invés de rir com você, riem de você e então não falam com você, mas falam de você
"RIR É BOM: Certa vez Marilyn Monroe (atriz americana, uma das mulheres mais lindas de sua época -- tanto que foi namorada do presidente dos EUA - John Kennedy) teve um encontro casual com o cientista Albert Einstein (considerado um dos homens mais inteligentes de sua época, mas considerado feio), na ocasião a Marilyn disse; -- Nos dois poderíamos ter um filho. Ele seria a criatura mais perfeita da terra, com a minha beleza e com a tua INTELIGÊNCIA, o que Einstein respondeu; TENHO MEDO QUE TENHA A TUA INTELIGÊNCIA E A MINHA BELEZA"
"A vida é como uma piada, às vezes precisamos entender o duplo sentido para rir e seguir em frente."
DIA DO PROFESSOR PÓS-PANDEMIA ("Se alguém rir de você, não ligue, pois o riso é a maior homenagem que um trouxa pode oferecer a um gênio." — Jamila)
Tenho visto muito por aqui, em minhas redes sociais, professores homenageando professores e se exaltando perante outras profissões como se elas lhes devessem a existência. Vejam se nos grupos do WhatsApp, os alunos encheram de recados carinhosos de reconhecimento aos seus professores! Eu não vi nenhuma manifestação ... É de admirar, os futuros profissionais reconhecerem muito tardio... "Os mortos recebem mais flores do que os vivos porque o remorso é mais forte que a gratidão. "(O Diário de Anne Frank). Aos professores vivos que são tratados como mortos, ofereçam-lhes muitas flores. Para mim, basta-me sua gratidão e uma palavra de carinho! Obrigado. Ora, eles me maltratam só porque sou velho, feio, pobre e uso calça xadrez, o quê não fariam se eu não tivesse os dois braços e escrevesse com o pé? O professor também carece de inclusão.
Procure uma música em que as notas façam parte do que você sente no momento. E se quiser rir, sorria! Se quiser chorar, chore. Mas sinta!
Procure uma música que te faça se perder em pensamentos, que te entenda e te confunda ao mesmo tempo. Mas que te permita ser você mesmo em paz. Sem máscara, sem medos, sem escudos. Apenas você e sua dor.
No mundo a gente chora de tristeza ou rir para não chorar. A fragilidade da vida é como um perfume que se esvaece pelo ar.
Quem ri por último, não entende muito bem o que está fazendo no mundo, e vai ter que apagar a luz quando sair.
"Na vida, é preciso correr risco em tudo: rir, sonhar, amar, chorar, confiar, lutar. Quem não se arisca nessa vida torna-se um fracassado, não vive e não consegue nada. Ser ousado é correr risco na certeza de ser uma pessoa livre, que tenta enfrentar os problemas da vida. Portanto, o mundo é para aqueles que se atrevem a viver sem ter medo de enfrentar os desafios do dia a dia".
Quando alguém é ridículo e o outro deseja rir, ele ri baixo porque é uma risada de pena. Mas quando alguém ri alto de você é uma risada de inveja, uma risada histérica que simboliza um grito de desespero e medo do teu brilho. É um grito de pânico, de vontade de chorar de raiva da beleza alheia, de revolta do que você “pode”, de negação e desvalorização o que você faz, de quem quer ignorar quem você é. Quando se compreende isso de verdade não há mais motivos para rir de ninguém, mas sentir compaixão de uma pessoa que sofre do mal mais comum, a inveja.
Ela sabia que não encontraria seu príncipe encantado, nem mesmo um rapaz que soubesse o que fazer com ela.
A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira.
A. impossibilidade de participar de todas as combinações em desenvolvimento a qualquer instante numa grande cidade tem sido uma das dores de minha vida. Sofro como se sentisse em mim, como se houvesse em mim uma capacidade desmesurada de agir. Entretanto, na parte de ação que a vida me reserva, muitas vezes me abstenho e outras me confundo. […] A ideia de que diariamente, a cada hora, a cada minuto e em cada lugar se realizam milhares de ações que me teriam profundamente interessado, de que eu certamente deveria tomar conhecimento e que entretanto jamais me serão comunicadas — basta para tirar o sabor a todas as perspectivas de ação que encontro à minha frente. O pouco que eu pudesse obter não compensaria jamais esse infinito perdido. Nem me consola o pensamento de que, entrando na confrontação simultânea de tantos acontecimentos, eu não pudesse sequer registrá-los, quanto mais dirigi-los à minha maneira ou mesmo tomar de cada um o aspecto singular, o tom e o desenho próprios, uma porção, mínima que fosse, de sua peculiar substância.
Para demonstrar o erro era preciso alguma coisa mais do que arruaças e clamores.
