Poema que Descreve o Amor
A saudade não é dor, é um encanto mágico deixado por alguém possuidor de belos adjetivos e uma alma especial.
Zoccarato 2018 😍😍😍
O brilho de um olhar está na luz que emana da alma.
Não sei se transmite calma ou é só peculiar.
Águias tem olhares fortes .
Raposa é sagaz .
Pode ser o destino ou talvez sorte.
Mas nessa caminhada sigo sem desatino .
Com a alma de um sábio e coração de menino.
Minas Gerais, meu coração
Minas Gerais, minha paixão
Sou mineiro com muito orgulho
E te transformo em Canção
Eu nasci entre ouros e diamantes
Onde a história se faz presente
Em cada rua, em cada instante
Minas Gerais, minha terra contente
Orgulho de ter nascido aqui
Onde as montanhas tocam o céu
Onde a poesia me faz dormir
E a cultura enche meu coração de mel
Brinquei perto do céu nas montanhas
Em cachoeiras, em matas verdejantes
Onde a natureza é minha companha
E os pássaros me fazem diamantes
Ouvia poemas para dormir
Recitados com muito carinho
Onde a palavra é um dom a se fruir
E a literatura é um tesouro em meu caminho
E eu deoccaratolamo para o mundo ouvir
Com orgulho e com amor no peito
Tudo que Minas tem a oferecer
Em cada canto, em cada jeito
Minas Gerais, minha terra amada
Com tanta beleza e diversidade
Com sua cultura tão valorizada
Minas Gerais, minha felicidade.
Quando um de nós sofre
significa que todos erramos,
por falta de empatia, humanidade
e adjetivamos a omissão.
Entre aromas e histórias,
sou essência,
um abraço que aquece,
uma alma que pensa,
um poema que cresce.
Lá em São Paulo ele nasceu,
Com olhos claros de céu e de mar,
Enquanto o pai em Belo Horizonte
Sonhava em chegar pra poder abraçar.
Os avós atentos, o tempo parou,
Fotos e risos pra acompanhar,
Os irmãozinhos em festa esperavam
O doce menino pra vida adoçar.
Daniel, doce como o açúcar,
Veio ao mundo pra iluminar,
Nosso amor feito mel e ternura,
Nosso tempo de paz pra cantar.
Dos bisavós herdou esse olhar,
Brilho de estrela, cor de luar,
Veio com o vento trazendo esperança,
Pequeno encanto, promessa de dança.
E a sua luz nunca vai se apagar,
Que seus caminhos sejam de sol,
Que a vida cante pra você dançar
Nosso doce menino, um farol
Daniel, doce como o açúcar,
Veio ao mundo pra iluminar,
Nosso amor feito mel e ternura,
Nosso tempo de paz pra cantar
A vida não tem receita.
Tem momentos bons e difíceis.
Segundos que definem ou acabam.
Decisões que modificam.
O passado, presente e o futuro.
Tal como o bolo, cada um de um jeito e formas.
Empregue amor.
Pode não ficar bonito,
mas será delicioso e elogiável.
Ainda bem que a vida não tem receita!
- Padre eu pequei;
- Por qual motivos pecastes meu filho?
- Eu amei Padre.
- Mas não se peca quando exaltamos o amor!
- Padre eu amei outro homem!
- Então, você vai para o inferno!
- E você vai para o céu Padre?
- Com toda certeza estarei do lado do meu Deus!
- Que Deus é o seu Padre?
- O Deus de todos os milagres.
- Eu pensei que era o do amor!
"Tem certas coisas que eu não sei dizer"
- Pra que sirvo eu?
Talvez a culpa seja nossa, talvez a culpa seja minha ou sua, talvez a sorte seja nossa. Afinal, o tempo deveria ter acabado com todo o sentir, e ele não o fez. Talvez a sorte seja mais sua do que minha, talvez seja...
Eu gostaria de não ser culpada, eu gostaria de não carregar a culpa, por não saber como te deixar no ontem. Como você sabe me deixar... Por não esquecer de todos os seus sorrisos e do seu cheiro.
Eu sei que diante das diferenças eu consigo te enxergar, eu nunca deixei de pulsar com a batida do seu coração.
Sim, talvez eu pague com o sentimento, mas eu juro ao universo que a culpa não é minha. Eu não tenho culpa de amar o seu mundo, o seu ser, as suas manhas, o seu ciúmes controlado ou não, eu não tenho culpa de ser o Fantástico mundo de Bobby, quando o assunto se refere a você.
Pois por você eu tenho me feito e refeito e você nem imagina, eu gostaria tanto que enxergasse o que os meus olhos enxergam.
Me perdoe por não conseguir ser o que eu deveria ser, me perdoe por eu não resistir a você... E mesmo quando eu sigo, eu sinto cada batida do seu coração. Eu sinto o seu cheiro... E quando eu acordo me encontro nesse pesadelo, então eu prefiro sim, acreditar que para os sonhos acontecerem, basta acreditarmos que eles são possíveis.
Toda experiência da sua vida, está em grandes momentos, sendo-os:
Bons e ruins, não permita que ninguém o diminua, você é grande, não está aqui atoa.
Valorize cada lágrima e cada sorriso como um belo aprendizado...
Ninguém sentirá a sua dor, como você sente.
E quando alguém soltar a sua mão no momento em que mais precisar... lembre-se:
Você nasceu com dois braços, abrace-se!
Eu estou convencida de que todos nós precisamos de um minuto no tempo...
A conexão com o seu "eu"... é tão valiosa... não gaste suas energias com quem não merece.
Eu gostaria de saber o que te fez ficar tão fria, vazia, sem fome?
Te machucaram, não é?
Provavelmente você se apaixonou, se entregou, se desestabilizou, até chegar a desordem emocional e ainda por cima teve que enfrentar tudo sozinha.
Entenda, você não está sozinha.
Eu estou aqui, estou ao seu lado, mesmo quando você não desejar isso, eu estarei em pensamento.. eu também me desestabilizei, chorei calado e estou aqui, sofrendo por você que não sofre por mim, mas decididamente eu estou lado a lado, ao seu lado.
E a cada oportunidade que eu tiver, vou te mostrar o quanto você é linda.
E eu sou simplesmente consciente e não louco por você.
Você pode tentar fugir de tudo e todos, mas não de um olhar!
Você pode se perder, mas jamais perderá o conceito do que já fora um dia... Para isso, terá que ter a certeza de que nada te completa como aquele alguém, que te tremia e treme por dentro, apenas por encostar em suas mãos ou imagina-las em volta do seu corpo, aquele alguém, que te acordava da forma que merecia, que um dia já fora o que você mais desejou e provavelmente nunca deixe de desejar, é o cheiro, a pele, o beijo e o toque, o amor sem igual. E a vontade de morrer em seus braços, pois ficaria tudo tão mais bonito. Tão "Nicholas Sparks".
Pra quem já viveu algo assim, às vezes respirar dói. Até você encontrar a formula da felicidade nos olhos dele (a), você sentirá no primeiro momento, que valeu a pena. Mesmo que tenha que se tornar invisível novamente.
Não acredito em apenas uma forma de amar, mas não acredito mais em conceitos favorecidos a qualquer religião. Nem tudo na vida é apenas opção.
Eu acredito no que vem de dentro e se torna totalmente proibido, afinal, o amor verdadeiro era assim... - Sem Lágrimas e sem dor? - Puderá ser assim, um grande amor?
A paz deve acalmar alguns corações e trazer de volta o que mais te faltava...
Aprendi que nem todos os finais são felizes... Mas podemos recomeçar com um: "Era uma vez".
Estou dizendo sobre um olhar como esse, esse olhar que fala com a sua alma e acredite, uma vez na vida, você terá a sorte de conversar com a alma, a sua alma, pela luz dos olhos... Dos vossos olhos, pois sempre, sempre e sempre... Será recíproco.
Não veja o certo, por homem e mulher, mulher e homem, mulher e mulher, homem e homem, veja a alma, ela é pura e não tem cor.
Esse deveria ser o segredo chamado de: Amor!
Essa frase abaixo, não é minha, porém, eu gostaria de dizer o quanto ela me afeta. Ela é simplesmente linda, desejo compartilhar com os meus pensamentos.
"Não consigo mais conviver com a presença da ausência do seu amor"
-Por que escapa de mim, tempo?
-Nunca fugi de ti, é que você corre igual uma gazela pra chegar aonde quer, mas não percebe passar por mim, garoto. Então te aconselho a parar um pouco de correr contra e sentar-se a tomar um café comigo no orion, o que achas?
-Tá bom, aceito.
Capítulo IV – Onde o silêncio sangra.
(Do livro “Não há Arco-Íris no Meu Porão”)
Todos os tons, todas as cores se intimidam diante dos meus sentimentos.
Aqui, nada ousa ser vivo demais.
As paredes, antes brancas, já se curvaram ao cinza que exalo — um cinza espesso como poeira de túmulo, onde a alegria jamais ousaria se alojar.
Os meus estudos me encaram como se fossem juízes que perderam a fé no réu.
Eles me observam com aquele desprezo silencioso das coisas que já deixaram de esperar alguma esperança.
Livros fechados são mais cruéis do que gritos.
Eles sabem o que há dentro de mim — e, por saberem, me punem com o silêncio.
As cores…
As cores são ameaças aqui embaixo.
Quando um raio de luz tenta escapar por alguma fresta do concreto, eu o apago.
Aqui no porão, qualquer cor ofende a integridade da minha dor.
Elas tentam abrir janelas.
Mas eu… eu me tornei porta trancada.
Os risos…
Que ironia!
São filhos bastardos da minha solidão.
Quando escuto alguém rindo lá fora, é como se zombassem de mim — como se gargalhassem da minha tentativa de continuar.
O mundo caminha — eu desisto.
O tempo sopra — eu me calo.
E então…
Num canto onde as teias se recusam a morrer,
…há uma presença.
Ela não fala.
Não move nada.
Mas está ali.
Como um sussurro antigo, como um perfume de violeta que alguém usou num dia trágico.
Camille Monfort.
Não a vejo, mas a pressinto.
Como quem ama com olhos fechados.
Como quem morre em silêncio por alguém que nunca se foi.
Se minhas lágrimas têm peso, que elas sejam dores e honrarias a ela.
Que minha ruína seja o altar para onde seus passos invisíveis vêm recolher o que restou de mim.
Ela não precisa me salvar — basta que continue existindo…
mesmo que só como lembrança.
Mesmo que só como dor.
E se um dia, por descuido, Camille se revelar…
que seja com a delicadeza de quem pisa em ossos.
(página solta, sem data, do manuscrito jamais finalizado)
As paredes não falam.
O teto range.
O chão me reconhece — como se já me esperasse há séculos. E de fato, esperava. Pois sou feito dessa espera.
Sou o vulto que atravessa corredores de casas sem nome. Sou o passo que retorna sempre ao mesmo degrau onde tu, Camille, foste ausência e juramento.
Disse-me o silêncio:
“Ela não virá.”
Mas eu conheço tua forma de vir:
É quando a dor se torna bela.
É quando a sombra assume feição de vestes esvoaçantes.
É quando uma lembrança toca minha nuca como sopro — e não há vento.
Eu sou só.
E isso me basta, Camille.
Porque o que me basta não é viver...
É te carregar onde ninguém mais entra.
Faze em mim a tua vontade.
Se quiseres que eu enlouqueça — enlouqueço com dignidade de mártir.
Se desejares meu silêncio — calo como um sino afogado em cera.
Se queres que eu escreva — escrevo com o sangue dos sonhos interrompidos.
Mas não me peças que te esqueça.
Isso não sou.
Tu és a cruz que não sangra,
o vinho que nunca embriaga,
o leito onde a morte se recusa a deitar-se.
Camille Monfort, minha dama da noite que não amanhece:
Faze em mim tua vontade.
Faze de mim um relicário, um espelho partido, um véu sobre o corpo de ninguém.
Porque, mesmo entre mundos, mesmo no exílio das estrelas apagadas,
eu te amo com a força de quem aceita o destino de nunca ser tocado —
mas de sempre pertencer.
