Poema Quase de Pablo Neruda
Viver verdadeiramente é viver sem hipocrisia, com o rosto aberto, aproveitando cada segundo das formas mais surpreendentes e legítimas, lembrando sempre Daquele que nos deu a retidão de viver intensamente.
Se você tem alguém especial não perca tempo de dizer o quanto você gosta dela, pois pode ser tarde demais a vida é "IMPREVISIVEL"
Olho para o brilho das estrelas, pra lembrar a ultima vez que vi o brilho de seu olhar,
suspiro pensando como você está.
Parece que nada meu lhe convém, simplesmente foi um sentimento de momento que foi apagado conforme o tempo.
Amigos de verdade são aqueles que você se lembra sem nenhum esforço para pensar, por que lembranças boas aparecem facilmente, quando as pessoas especiais estão nela
Estamos em um jogo chamado "VIDA", Você precisa jogar os dados da sorte, fazer suas apostas, sacar a carta certa ou errada, saber trapacear às vezes, para ficar nele mais tempo possível sem prejudicar o seu oponente, pois sabemos o nosso fim e que nunca haverá um vencedor...
Cada minuto era crucial, dormir? Não dava mais parecia que o mundo rodava em nossas mentes, enquanto caminhávamos pelas ruas tão cedo que nem nós desconfiávamos que estávamos andando com nossa felicidade.
Faça as coisas pra você, mesmo que os outros não vejam e não gostarem, o que importa é seu bem estar, mais não prejudicando ninguém.
O que brilha com luz própria, ninguém pode apagar. Seu brilho pode alcançar a escuridão de outras costas que pagará este pesar do tempo que se perdeu. Das vidas que nos custou e das que nos podem custar. O pagará a unidade dos povos em questão e a quem negar esta razão, a história condenará.
O maior dilema de qualquer governo populista é que, uma vez empossado, passa a fazer parte do establishment contra o qual se opunha.
O braço do Estado é forte e bruto contra os fracos, mas débil e incapaz contra as verdadeiras ameaças à ordem democrática.
Somos todos carentes nesse mundo de valentes.
Em um mundo que revindica de nós a compostura de leões e a estabilidade de águias, somos direcionados a viver levianamente sem as manifestações do coração.
Sou um peregrino dentro de meu próprio pensamento, sou aquele que corre atrás do destino mas se esquece que talvez já tenha o alcançado. Quem sou eu?
Sou o improvável dentro das minhas capacidades nativas, faço do impossível minha morada e do utópico meu alimento.
Sei que este mundo não é tão poético, mas o que devo eu fazer se não consigo me alimentar deste universo cético?
Concedido a mim como um presente, oferece a possibilidade de fazer na terra um inferno ou do céu minha morada.
Gentilmente nomeada: Memória.
Todos precisamos de algo para fugir da complexidade da realidade, para que não terminemos se desintegrando.
