Poema Quase de Pablo Neruda
Queria escrever a mais linda canção, sem palavras cantar o amor, sem música harmonizar os sons, sem mágoas falar da dor, sem cores mostrar os tons, sem remorsos perdoar um irmão.
Saudade de um tempo em que gentileza gerava gentileza, que amor não se apresentava tão somente em gravuras, que o respeito embasada os relacionamentos interpessoais, que os homens se respeitavam e viviam em paz.
No aconchego de um abraço, muitas coisas para sentir, ou um sentimento amigo, ou um amor para fruir.
Vai buscar em seu interior, a força vital, a superar a dor.
Sinta a paz, tens ao alcance obter, as nuances do amor, verdadeiro prazer.
Nos versos de amor, eu encontrei a paz.
Singelas nuances grafais, que estimulam cada vez mais. As palavras cativam, o exemplo arrasta mais.
Um forte temporal pode arruinar o seu jardim, mas não podes consentir que o seu amor pelas flores chegue ao fim.
Uma seara de amigos é o que podemos ter, alguns são meros companheiros, outros tão importantes, que sempre hão de amar você.
Escrever acalma, é alento para a alma.
Esvaecer de si, conectar no além, e a imaginação fluir em dotes vernaculares.
Porquê ser de mentira se podes ser de verdade?
Quem mente não é bom, antes, tem prazer pela maldade.
Palavras são símbolos evasivos, mas quando investidas de atitude, seguindo um propósito de real sentimento, tais palavras são poderosas, a contento.
