Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo
O amor e um Parasita
Minhas dores são
Seu hospedeiro
As Lágrimas de um poeta
São Para nutrir sua sede.
Deixa eu amar
seu corpo
Enquanto você,
abusa do meu emocional
A depressão habita
Olhos cinzas
Martírio aos iletrados
Poético aos escritores
Eu, sou um camaleão
Que em meio a chuva
Se camuflar
Para contemplar a dor
Meus, destroços
Foram varridos para o tapete
Deixe suas, mágoas em mim
Feito poeira pisoteada
Odor pornográfico da angústia
Excita os fracassados.
Tentei entender, mas me aproximei.
Agora a tua dor é uma ponte deslocada,
onde desemboca ao seu encontro
no portuário do meu peito.
E eu sempre vou esperar a sua chegada;
seja de baixo de chuva, ou quilômetros de estrada.
Paisagem, Máscara
Escondendo suas emoções,
Escondendo seu verdadeiro ser,
Vazio e solitário,
Enbanja grande confiança e alegria,
Porém a cada dia que passa ver as cores do mundo se indo,
Vê a felicidade ainda presente se acabando,
Perdendo assim sua alegria,
Cada dia sendo apenas mais um dia,
Momentos sendo apenas momentos,
Vazio por dentro,
Olhando tudo ao seu redor sem vida,
Com medo do que pode acontecer,
Medo de perder o que ainda tem de alegre,
Sendo forte,
Sendo seu próprio suporte,
Aguardando seu trágico fim,
Aceitando a derrota,
Aceitando, mas não revelando a todos,
Sabendo que sua máscara ira cair,
Esperando assim poder revelar seu verdadeiro ser,
Cansado me encontro,
Cansado desse mundo preto e branco...
Passa la em casa depois do seu trampo
Que eu juro que eu corrijo o tanto
de besteiras que eu fiz esse ano
Meu coração era cigano
vivendo de pântano em pântano
E depois de causar tanto dano
Eu decedi parar de tocar o Dó do nosso piano
Para mim você nunca passou o pano
Esse e um dos motivos pelo qual eu digo te amo
Eu aprendo somente errando
e sinto que fiz uma faculdade
do seu lado só durante esse ano
ASS: Nilson Neto
O jardineiro ao se equivocar plantou a mais bela e rara flor, de todo o seu cultivar.
E a flor floriu, mesmo equivocada,
não deixou de florir.
Não sei se ela foi ousada, ou por medo de deixar de existir.
Tão bela e colorida
na pérgola pendurada.
Fica toda envaidecida, ao ser admirada.
Esse é um sinal da Esperança.
Que às vezes nos vê distraída.
Floresce fora de época
Pra não ficar esquecida.
A natureza é perfeita, mesmo no desacerto, acerta.
Pois ela é à vontade de Deus, nunca erra!
eu sempre pensei em você
bom eu ainda penso,
seu olhar sempre me encantou
assim como seu sorriso
você conseguiu fazer eu ter borboletas no estômago de novo
quando te vejo e sempre que penso em você
seus olhos,boca e corpo são uma forma de arte para os meus olhos,
queria que você me amasse do jeito que eu amo você
nossa amizade é tão boa e não gostaria de estragar ela por conta de eu sentir algo a mais,
uma pena vai ser eu nunca me declarar
a bela moça dos olhos castanhos,
e nunca vai foi ou vai ser apenas atração carnal
é só amor...
EU-JORGAL
Ó trovador que abre seu lábio antigo,
Diga a musa que ouve doce as cantigas de amigo:
Assim como tu sabes que mente para si,
És tola e eu tolo, mesmo sem a tua harpa,
Minha harpa é tua harpa, pois é para ti.
Chego até querer ir a tua corte com lira de maldizer,
Porem tua íris céu, cabelo ouro e branca rosada,
Expulsa de mim a sátira grosseira a cavalgada
Feito Segrel e seu cavalo perdido em toada .
Desde as melodias da antiguidade
Os trovadores sopravam realidades.
E tu dama a mim desfere lira de escarnio
Enquanto minha harpa compõe amor em grande ensaio.
Nos céus, um amor brilhante se revelou,
Deus, em Sua graça, Seu Filho enviou.
Tão profundo, o gesto divino, sem medida,
Ofertou-nos vida eterna, a luz da nossa vida.
Um Filho unigênito, divino presente,
Para que todo crente, em fé, se oriente.
A promessa de vida eterna, sublime e real,
Ofertada a todos, um dom sem igual.
No Filho de Deus, encontramos redenção,
A esperança eterna, a divina missão.
Assim, no amor de Deus, encontramos o lar,
Onde a vida eterna brilha, a nos guiar.
Olhando para o céu, durante o luar,
Vejo o brilho das estrelas refletindo no mar.
Lembro do seu sorriso e começo a pensar:
Como tive tanta sorte em te encontrar?
Um cara sem graça conseguiu te impressionar?
Lembro do seu sorriso ao me olhar.
Me diga, Beatriz, como me ensinou a amar?
Sem você, tudo em mim iria desabar.
Volto a olhar para o mar e sigo a pensar:
Meu motivo de luta é te recompensar.
A alegria que me traz não consigo descrever,
E nem todo poema precisa rimar.
Mergulho no mar e penso: apagarei este poema quando voltar,
E você continuará me achando frio e sem sentimentos,
Sem saber que, por você, eu poderia até matar.
Você me completa, você me faz bem;
Para te ver feliz, eu faria tudo o que convém.
Talvez eu seja tosco, talvez um babaca,
Mas se pudesse, te protegeria de tudo que te ataca,
Te livraria dos pensamentos ruins.
Falando nisso, quando parei de falar do mar?
Era tudo pretexto para rimar com amar.
Pois o mar é pequeno comparado a você.
Droga, parei novamente de rimar...
O poeta, antes senhor do seu destino,
Agora refém de um amor sem limites,
Sua alma em pedaços, seus sonhos em ruínas,
Em cada poema, o eco da sua solidão.
No crepúsculo suave, Victoria surge,
Entre estrelas douradas, seu nome se insurge.
Um sorriso que dança como raios de lua,
Seus olhos, faróis que minha alma flutua.
Victoria, a musa em noites de encanto,
Seu toque, poesia, como um doce canto.
No jardim do coração, suas pétalas florescem,
Um amor que no peito, eternamente enobrece.
Seus passos, suaves como brisas noturnas,
Despertam desejos, como canções taciturnas.
No palco do amor, Victoria é a estrela,
Cintilando na noite, como promessa bela.
Oh, Victoria, em teu nome a melodia se entrelaça,
Como uma canção de amor que o coração abraça.
Nas linhas deste poema, tua essência floresce,
Victoria, em meu ser, eternamente merece.
O Ódio de Liz Albuquerque
Que orgulho Liz Albuquerque sente de seu ódio. Um ódio desbravador, engajado, perspicaz; um ódio que ergue bandeiras, cria movimentos, causa desordem, desvia e encerra caminhos, abre esgotos a céu aberto.
Liz Albuquerque é o pseudônimo de Maricleide Rocha da Silva. Seu ódio ilustra manchetes, concede entrevistas, lê, escreve, desenha, pinta, esculpe, canta, dança, encena, sai de cena, ampara, abandona, prende, liberta, cura, planta, replanta, mata, desmata...
Odiosa e temida, a ativista é dada a lacres e clichês virtuais.
O ódio de Liz Albuquerque, não é um ódio qualquer, um ódio a ser desprezado, ou confrontado.
Não e não! Seu ódio, embora paciente, é justo, certeiro, impiedoso e livre de remorsos.
É preciso odiar muito para sobreviver ao ódio de Liz Albuquerque.
Quem é esse que faz do espelho sua morada e insiste em me encarar toda vez que o olho?
Seu olhar é tão profundo... Como se, ao me observar, ele visse quem eu realmente sou.
Por que insiste em me encarar? Será que quer me dizer algo?
Ele parece mais confiante do que eu. Mais forte. Mais bonito.
Mas ele não sai de lá. Está preso, e eu estou livre. Algo meu é dele, e algo dele é meu.
Por isso, sempre que eu me esquecer de quem eu sou, voltarei aqui em busca de conselhos.
Espelho, espelho meu, diga-me: em que momentoeunãofuieu?
Você, Meu Tudo
Se eu pudesse pintar o amor,
usaria a cor dos seus olhos
e o brilho do seu sorriso.
Se eu pudesse escrever o destino,
cada linha teria o som da sua voz
e o calor do seu corpo.
Se eu pudesse parar o tempo,
seria no instante em que seus lábios tocam os meus,
onde o mundo desaparece e só existe você.
Mas não preciso mudar nada,
porque te amar já é a poesia mais bonita
que a vida me deu.
" ESCONDIDO "
Do amor, vaga nas sombras, escondido,
seguindo em seu disfarce improvisado
temendo pôr alguém, junto, ao seu lado,
talvez por ter, seu coração, ferido!...
Repulsa tem de, um dia, ver-se achado
nos braços de um desejo seu querido
e se encontrar, pela paixão, rendido
por novamente, louco, ter amado.
Prefere, então, manter-se em seu segredo
fugindo o tempo todo nesse medo
de que o amor, de novo, o reconheça…
Assim, vaga nas sombras, lá, sozinho,
fugindo de outro alguém no seu caminho
e crendo que não mais, amar, mereça!
Você é minha grande heroína, possui poderes incríveis que me fascinam!
Com seu sorriso você é capaz de me deixar encantado, e com seu olhar eu fico completamente hipnotizado.
Com seu toque você me faz suspirar, e com as suas palavras eu fico sem ar pra respirar.
Uma guerreira, tem forças para vencer diariamente grandes barreiras, tem coração nobre, mente brilhante e uma alma pura como um diamante.
O poeta sangra
A caneta é sua lâmina, o papel, seu altar,
No silêncio das palavras, seu tormento a ecoar.
As letras se entrelaçam, dançando em desespero,
O vento um mistério, seu amor verdadeiro.
A tinta escorre como lágrimas da alma ferida,
Cada palavra, uma cicatriz, uma ferida abatida.
Entre versos e rimas, ele derrama sua verdade,
Como um rio de emoções, fluindo na saudade.
Sobre as páginas brancas, o poeta desnuda a dor,
Desenha com versos as sombras que traz no interior.
Seu sangue, a tinta que colore a narrativa,
Cada estrofe, um eco de sua jornada sensitiva.
Talvez o protagonista dessa história seja o coração.
Mas, é na boca do estômago onde se encontra a emoção.
Borboletas presas moram lá, e quem será capaz de as libertar
O poeta sangra, sobre as páginas que estás a escrever.
Pois cada gota derramada é a própria ternura.
Sonhar com um amor real é uma verdadeira tortura.
- Nanda Caelum
LÚDICO
A cobra cobra
Pelo fim da picada
O cobre cobre
Seu símbolo despudorado
A loucura cura
Toda angústia sem volta
O vencedor vence
Toda dor de tentar
(Guilherme Mossini Mendel)
Na madrugada escura, um poeta inquieto,
Toma seu café, com a mente em seu devaneio,
Envolto em paranoias, em um mundo secreto,
Fuma seu cigarro, num vício sem receio.
As sombras dançam, conspirações no ar,
No fulgor da fumaça, surgem temores,
A mente do poeta, em seu solitário lar,
Vagueia por estradas de loucuras e horrores.
Os versos fluem, mas as dúvidas persistem,
No eco das palavras, o medo se instala,
Será a genialidade um dom que o assiste?
Ou apenas ilusão, que à mente se iguala?
A fumaça se desfaz, em volutas no ar,
Enquanto o café esfria em sua xícara,
O poeta se perde, em teias a conspirar,
Entre o genial e o insano, numa linha tão rara.
As palavras são suas armas, suas aliadas,
Mas também suas inimigas, suas prisões,
Na mente do poeta, as paranoias elevadas,
Desvendam mistérios ou criam ilusões?
Em meio à névoa densa, surgem figuras sombrias,
Personagens dos versos, em sua insanidade,
O poeta observa, confuso em suas ideias,
Entre a realidade e a ilusão, sem clareza ou verdade.
No silêncio da madrugada, sua mente vagueia,
Emaranhada em teias de pensamentos inquietos,
O poeta, entre o café e o cigarro, ideias freia,
Nesse eterno conflito, entre sanidade e seus dilemas secretos.
Assim, ele escreve, nas linhas tortas do papel,
Suas paranoias, suas angústias, seus anseios,
Um poeta em busca de um significado cruel,
Na madrugada escura, onde se perde em devaneios.
Que o café e o cigarro o acompanhem nessa jornada,
Que suas paranoias sejam apenas tintas na tela,
E que a poesia o acalme, traga luz à sua estrada,
Enquanto a madrugada testemunha sua mente tão bela
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