Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo
"Eu me perdia nos seus olhos e na tentação do seu corpo.
Me queimava, cada beijo, e eu desejava outro.
Cada toque da sua boca, me deixava louco.
A sua voz serena acalmava todo pensamento tempestuoso.
Uma mistura de sentimentos, tudo novo.
A chuva leve, era a música de um amor fervoroso.
Quanto mais, à ti, me prendia, mais eu me sentia solto.
O nosso jogo é perigoso.
Mas o cheiro e o negro dos cabelos, me faz querer o perigo o tempo todo.
No escuro do meu quarto, quero adorar-te de novo.
Sua companhia se tornou meu berço, meu vício, meu conforto..."
"Vislumbro o céu e aguardo uma resposta das estrelas.
O seu banquete de falácias está servido à mesa.
Me farto de lamúrias e incertezas.
Amar-te é minha única certeza.
Parvo que sou, confundi sua ignorância com delicadeza.
Pode ser, que um dia, meu coração te esqueça.
O calor de minh'alma, você retribuiu com frieza.
Quando eu fitar novamente seus olhos, pode ser, que eu não padeça.
Até do seu abraço, eu careça.
Tenho muitas perguntas que me perturbam a cabeça.
Sem você por perto, minha mente, não obtêm clareza.
Em meio à tantas perguntas e tristezas.
Eu, vislumbro o céu e aguardo uma resposta das estrelas..."
"E eu me pego em devaneio, apaixonado.
Imaginando como seria acordar ao seu lado.
Ter meu sonho realizado.
Beijar-lhe a tez morena, que a muito, tem me encantado.
Para vislumbrar-lhe, eu atravessaria o oceano à nado.
Mergulhei na imensidão do teu olhar e nessa escuridão estou afogado.
É impressionante, como em nós, tenho pensado.
Sonhos de felicidade, tenho fantasiado.
Quisera eu, poder realizá-los.
Fazer dos teus beijos, meu doce pecado.
Mas por não merecer-lhe, tudo isso são devaneios, de um louco apaixonado..."
"Eu falava dela sempre ao longe, com medo do seu olhar sedutor.
Narrava aos amigos, os seus feitos, sempre em metáforas, para mascarar a minha dor.
O seu coração, que sempre fora presa fácil, ao mar o lançou.
Das decepções, se cansou.
Dá própria felicidade, abdicou.
Hoje, o que era da tristeza uma presa, da minha felicidade, se tornou predador.
Dizia sempre eu: - Aquela ali hoje é menos peixe e muito mais pescador.
Suas palavras são iscas, a sua rede de mentiras é disfarçada de amor.
Minhas lágrimas, são águas em que ela lança suas façanhas, sou seu Arpoador.
Nossa união, que sempre foi um arco íris, hoje não tem mais cor.
Onde era coragem e amor
Hoje só tem medo, pavor.
Em todo esse tempo, ela mudou muita coisa, me causou muita dor.
Mas eu ainda à falo ao longe, pois ela não perdeu o seu olhar sedutor..."
"E eu sei que, o seu precioso amor, nunca será meu.
Essa é minha sina, minha penitência, quiçá, um castigo de Deus.
Minha alma, impura, paga pelos erros que, em outra vida cometeu.
O seu amor que é só seu.
O amor que era nosso, descobri que, é só meu.
O amor que um dia, leviana, me prometeu.
O tolo foi eu.
Por ter um coração que, desde o momento em que te vi, já não mais me pertenceu.
A solidão é minha e meu amor é seu.
A indiferença é sua e o sofrimento é meu.
Me lembro das vezes em que, esse sentimento nos socorreu.
Mas hoje, quem socorre eu?
Perdido nas vagas perguntas, só me resta o adeus.
A única resposta que obtenho do silêncio; O seu precioso amor, nunca será meu..."
"O meu dom é descobrir.
O seu dom é fingir.
Lembro-me das coisas que vi.
Penso no tanto que eu te quis.
Tortura-me os sentimentos que senti.
Nesse nosso faz de conta, você fez de conta que eu nunca existi.
Nesse ofurô de paixão, minh'alma eu despi.
Banhei-me nas suas promessas que, das minhas decepções, eram só mais um adir.
Suas palavras secas foram-me águas de um salgado rio que, já não está mais à fluir.
Até tentei fazer estar tudo bem, mas meu dom não é fingir.
O meu dom é descobrir.
Aquele que um dia lhe jurou amor, já não mais reside aqui..."
"E eu ainda lembro o que o seu olhar me jurou.
Cada gota de lagrima, eu sabia, era um oceano de amor.
Provei o doce do teu beijo e o coração acelerou.
Minha vida, que era fria, no teu abraço, encontrou calor.
Minh'alma, que nunca fora completa, no palpitar do teu coração, se completou.
Mas quem diria, que seus olhos, fossem um par traidor.
Destruiram-me o coração, quando covarde, me abandonou.
Aquele tal oceano? Secou, transformou-se em um poço de dor.
O beijo que fora-me doce, minhas esperanças, envenenou.
Minha vida, perdera a cor.
Minh'alma, que estava completa, novamente se despedaçou.
Agora, aos poucos, esqueço-me o que é o amor.
Mas infelizmente, ainda me lembro, o que seu olhar me jurou..."
"Hoje, vai chover, eu sei; pois o vento, me lembrou seu cheiro.
Hoje, vai chover, eu sei; pois o gelado do vento, arrepiou-me a pele e me fez lembrar seu beijo.
Hoje, vai chover, eu sei; pois roguei aos céus que chovesse, para mascarar as águas do meu rosto.
Hoje, vai chover, eu sei; pois mesmo quando as lágrimas do céu, não recaem sobre mim, em sua ausência, será tempestade em meu eu, nada de novo.
Hoje, vai chover, eu sei; pois o rugir do trovão, não foi capaz de tirar da minha mente, o seu choro.
Erro, erro, erro sim, de amarguras, meu peito roto.
Avido, escritor, vívido, parvo, o tolo.
Penso em ti, o relâmpago acende o escuro do meu quarto e em um súbito luzir, vejo seu rosto.
O brilho do castanho dos olhos, me paralisa o corpo.
Sinto que estou morto.
Novamente, perdi jogando o seu jogo.
Odeio a chuva, por fazer-me lembrar de quem, destruira o meu todo.
Eu já sabia, hoje choveu; para o meu desalento, amanhã, eu sei; vai chover, de novo..."
O cheiro da noite só me causa dor.
Me lembra teu perfume, relembro o seu ardor.
Era intensidade de alma, intensidade de corpo, intensidade de amor.
Eu sei o que sou.
Posso ser louco, demônio, sua divindade, herege, pecador.
Olho o céu, quando chuva, sou gris; quando Sol, sem cor.
O peito, que um dia fora só paixão, hoje parece-me, ser só rancor.
Lembro-me que cada toque, cada beijo, trazia à sua face, aquele belo rubor.
Ébrio de paixão, o meu ser era só furor.
És a mais bela das flores, mulher, hoje eu invejo cada beija-flor.
Fui escravo de um coração, o qual acreditei ser o senhor.
Nem do império, que fantasio contigo, posso ser o imperador.
Só me restaram as vazias palavras, acabou-se meu pundonor.
Das minhas falácias, eu mesmo sou o trovador.
Vislumbro o horizonte e vejo o Sol se pôr.
Ali eu sei que vai se iniciar o meu torpor.
Pois quando a noite vem, o cheiro dela só me causa dor…
Eu sinto o desejo em seu olhar, a excitação na sua voz.
Quando novamente me tocar, o que será de mim, o que será de nós?
Sou a água que lhe mata a sede; do seu rio, eu sou a foz.
Tornei-me presa na sua rede, mate em mim esse animal feroz.
O seu olhar é meu combustível, mas também é meu algoz.
Às vezes paro e penso: meu amor por ti, mulher, chega a ser algo atroz.
Queria construir-nos um palácio, algo mágico, como a cidade de Oz.
Ou talvez ser um homem de lata, sem coração, a vagar por terras áridas, em completa solidão, com meu albornoz.
Mas você sempre dificulta minha despedida, pois, ao se despedir, eu sempre sinto o desejo em seu olhar e a excitação na sua voz...
Sentimentos “pobres”, geram sintomas desprezíveis e imundos!
O que tira uma pessoa de seu imundo sintoma desprezável, não é ela nega-lo, é ela ir ao coração!
A leitura permite uma pessoa ser mais comprometida com seu próprio ser — a sabedoria e o conhecimento dão sentido à vida e permite fazer o melhor uso de sua liberdade com o universo.
Quando uma pessoa não lê, ela trava sua capacidade de ser tornar melhor, nutre seu achismo e seus julgamentos reflexos.
A amizade propaga o dom da vida e separa as adversidades quando esta possui o sentimento de seu “ser” “ser verdadeiro”.
Desfrute da jornada e aprenda algo mesmo se o caminho for traçado em zigue-zagues.
Cumplicidade
ato e sentimento,
testemunho de seu tempo,
impossível de viver sozinho,
é fato e emoção,
que só tem valor, compartilhado.
"Se meu coração falasse, ele gritaria aos quatro cantos do mundo, o seu nome.
Por você, amada minha, eu abriria mão de tudo, fama, renome.
Daria a minha vida e de qualquer outro homem.
Existe uma eterna batalha entre seu olhar e sua ausência, disputam entre eles, qual mais me consome.
Não tenho desejo de ti: tenho dos seus beijos, sede; do teu corpo, fome.
Já não consigo lidar com nossas lembranças, me prostro de joelhos, rogo, imploro: Réquiem, Domine!
Tentei saciar a minha sede; acabei por afogar-me em sua fonte.
Quando perguntarem por nós, por favor, não nos lembre, não nos conte.
Quando lhe narrarem-me, quando disserem que me viram, não pergunte como estou, não queria saber com quem, tampouco onde.
Quando ao longe, ouvirdes chamarem teu nome, não se espavente, não é a morte; é só o meu morto coração, em seu último suspiro, gritando aos quatro cantos do mundo, o seu maldito nome..."
Ô relógio marca á hora.
Ô calendário marca á data.
Ô cronômetro marca os minutos.
E seu olhar lindo marca minha identidade,
Seu sorriso perfeito marca as curvinhas e
Seu abraço me faz ser uma pessoa mas que incrível,
Ô relógio eu queria poder parar só pra ter mas tempo com você.
Ô calendário eu queria queimar pra não se importa com os meses que passamos distantes e sem se amar,
Ô conômetro eu até queria só pra vê quantas horas eu vou conseguir te beijar
Procurei no vento o seu cheiro
Procurei em ti acalmar meus medos
Procurei em meus lençóis vazios o seu aconchego
Procurei no meu travesseiro o macio dos seus cabelos
Procurei na minha sensatez a sua tez...me perdi de vez
Procurei no abismo profundo dos teus olhos não me perder
Procurei em tudo de você não me perder
Procurei em tudo não te perder
Procurando em tudo... Eu perdi você...
Me encontre no espaço mais profano da sua mente...
Imagine meu toque em todo seu corpo
quente...
E sussurre a palavra delícia, massageando
seu ego sedutor.
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