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Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo

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Se queres ofender um adversário, elogia-o em voz alta pelas qualidades que ele não possui.

A vida é ou uma aventura audaciosa ou não é nada. A segurança é geralmente uma superstição. Ela não existe na natureza.

Sendo assim, as revoluções não concernem a pequenas questões, mas nascem de pequenas questões e põem em jogo grandes questões.

Não devemos avisar as pessoas do perigo que correm, salvo depois de ele ter passado.

Falta de ocupação não é repouso; uma mente absolutamente vazia vive angustiada.

As pessoas não serão capazes de olhar para a posteridade se não tiverem em consideração a experiência dos seus antepassados.

Edmund Burke
Reflections on the Revolution in France (1790).

Nunca devemos admitir como causa daquilo que não compreendemos algo que ainda entendemos menos.

Os adversários acreditam que nos refutam quando repetem a própria opinião e não consideram a nossa.

Tudo quanto é velocidade não será mais do que passado, porque só aquilo que demora nos inicia.

A diferença entre as pessoas que têm iniciativa e as que não têm é a diferença entre o dia e a noite.

No edifício do pensamento não encontrei nenhuma categoria na qual pousar a cabeça. Em contrapartida, que belo travesseiro é o Caos!

Eloquência positiva é aquele que persuade com doçura, não com violência, ou seja, como um rei, não como um tirano.

Os velhos invejam a saúde e vigor dos moços, estes não invejam o juízo e a prudência dos velhos: uns conhecem o que perderam, os outros desconhecem o que lhes falta.

Se você não pode estar com aquele que você ama, ame aquele que está com você.

Entre as penas humanas, a mais dolorosa é a de prever muitas coisas e não poder fazer nada.

Nada existe tão alto que o homem, com força de vontade, não possa apoiar a sua escada.

Feliz de quem recebeu do céu um pedaço de pão e não precisa de agradecer a ninguém além do próprio céu.

O indivíduo, na sua angústia de não ser culpado mas de passar por sê-lo, torna-se culpado.

Se eu não tenho sobre mim próprio o direito de matar, quem o concedeu à sociedade?

Os leitores servem-se dos livros como os cidadãos dos homens. Não vivemos com todos os nossos contemporâneos, escolhemos alguns amigos.