Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo
Se eu posso ser poesia:
- desabrocho em [flor]
Se eu posso ser tua:
- escrevo versos de amor.
Se eu posso ser fascínio:
- viro o melhor sabor
Se eu posso ser [rio]:
- deságuo no teu mar.
Se eu posso ser aurora:
- posso ser [poente]
Se eu posso ser noite:
- viro luzeiro presente.
Se eu posso ser tua:
- andarei nua no paraíso
Se eu posso ser mistério:
- viro logo um mar feitiço.
Porque me deito em ti
Meu sonho de amor,
És meu solo sagrado.
Aprecio tudo o quê te atrai,
O quê perfuma o ar...,
Aprecio tudo o quê te traga,
Transformando em contentamento:
as manhãs, tardes, noites
Transformando a madrugada
em poesia de versos esplêndidos,
Cintilando em cada um o romantismo
Puro, sublime e necessário;
Que me torne a mulher do teu agrado.
O céu se desdobra em luzes,
O amor se enfeita de brilho,
A alma se abre de satisfação,
Conhecendo a origem de tudo
Em busca da felicidade,
E de um país que trata bem
A sua gente e a sua flora,
Em honra de tudo o quê foi,
E daquilo que será construído;
E será pelo seu povo amado.
O Sol acariciando as plantações,
E deslizando nas montanhas...,
O herói voltando às origens
E se aproximando das estrelas...,
O coração batendo emocionado
Diante do cortejo das borboletas.
A Lua dançando nas emoções,
É chegada a eterna primavera...,
A estação das maiores sensações,
O Universo conspirando a favor...,
- de nós dois -
Nos aproximará com a força do amor,
- que aceita -
Imensamente da forma que ele vier,
- mansamente -
Fazendo de mim a tua amada mulher.
Existem primaveras inexplicáveis,
Algumas surgem [lentamente...,
Outras florescem surpreendentes,
Primaveras inevitáveis como a nossa
Jamais passarão [ignoradas...,
Perfeitamente reunidas hão de escrever
Muitas histórias inevitáveis,
Feitas de coragens e de [futuro];
Nós dois queremos um amor seguro.
Sentinelas do mesmo caminho,
Cantando a mesma canção,
Composição de amor infinito,
Celebrando a festa da paixão.
Poemas do mesmo continente,
Declamados no mesmo lugar,
Juras além da terra e do mar.
Delícias de uma paixão caliente,
Surgidas de um cupido levado,
Que nos flechou encantadoramente.
Da minha curvatura
No teu hemisfério,
De toda a loucura
No teu mistério,
És meu império...
Do meu ministério
No teu paraíso,
Do avanço firme
No teu saltério,
És meu desidério!
De todo o beatério:
Na verdade prefiro
De vagar em vagar,
No teu corpo chegar
És nascido para amar...
Do meu alucinante olhar
No teu brilho a desnudar,
Do teu invadir discreto
No meu corpo a revelar,
És meu caminho sem reverso.
Com a agudez de um punhal
Rasgando o quê há de ser...
Ela, [a voz do meu peito grita
Por um grande ideal:
De fazer valer a voz [individual].
Não há nada mais letal
Para a democracia,
Que sob a sua guarda
Feita de hipocrisia:
Muda, surda e cega
Feita de alienação de metal.
Com a mudez dos meus lábios,
Recorrendo aos alfarrábios,
Eles, [os meus olhos buscam
No auge da queda das estrelas
Dos hinos que se desencontram
Nos silêncios dos [profetas].
Dizendo olhos nos olhos:
- Eu estou em busca da revolução
Eu li o poeta da [rebelião;
Nem mil homens de chumbo
A minha voz jamais [calarão].
Com a altivez revolucionária,
Optei comer o pão da poesia.
Para a minha voz não se perder
No meio do barulho do oceano;
Acredite o meu coração nasceu
Tremendamente [republicano].
Escorreu de mim como
Um manancial cósmico,
Encobriu de um jeito
Tão misterioso...,
Abraço de um anjo
De espiritual encanto;
Invadiu com real virtude
De verdade balnear...,
Escreveu nas ondas do mar
Um poemário de intensidade,
Deu um beijo com vontade
Cá estou de joelhos, pronta,
Para ele me invadir, dominar.
Revelei para ele sem vergonha:
- Sou bandeira de dar em doido
Tipo pipa solta voando no ar.
Perfumei com as cores da lagoa,
Findei com todo o castigo,
Corri para versejar...,
E reunir as pontas do laço de fita
Para ninguém mais separar.
Publiquei com fina poesia:
- Eu sei ser mansa brisa -
Pomba obediente na tua mão,
Pronta para o quê der e vier.
Para fazer uma grande história
De amor e de fascinação;
Carregarei com honra a nossa paixão.
A Natureza nos reúne
Com a divindade
- dos amantes -
Na tranquilidade
- do encanto -
E com a liberdade
- e toda arte
Do amor imune
Ao mundo sem amor;
À ti devoto mil poemas,
E mansos versos de louvor.
A destreza do tempo
Com a sapiência
- das raposas -
Na rapidez do vento
- do absoluto -
E tranquilo Balneário
- cumprimento
Com sorriso lépido,
O teu fatal intento
De saber de onde sou,
Sou a letra do gole de vinho,
- a mão que te faz carinho
A poesia da tua alma,
O verso que te (acalentou)...
A beleza natural que verseja
Com a liberdade
- de quem no amor crê
Seguirá intrépida
- mesmo cambaleante -
Seguirá persistente,
E sem temer aos temporais,
- seguirá incrivelmente -
Em busca de você...,
E dos teus amorosos ais
Que há de ser meus motivos:
- Para não desistir!
E te querer a cada dia mais!...
Eu encontrei você de um jeito
Que sempre sonhei e quis;
Poesia de tão perfeitas luzes,
- suspensas
Eu encontrei você perfeito
Com o faro e a minha diretriz;
Poemas de tão perfeitos lemas,
- emblemas
És o mais alto dos comandos,
- teoremas
Coragens, renovações e sutilezas,
Escolhi você para ser o meu amor
- indecente
Que sempre sonhei não ser menos
Amor meu doce amor, simplesmente.
Não me importo com a rima,
E igualmente com a métrica;
A estética se abre com a alma,
O quê vale mesmo é a poética.
Eu desenhei você de um jeito
Que sempre sonhei e quis;
Paixão de tão intensas luzes,
- aquecidas
Eu encontrei você inteiro
Com a minha habilidade feliz;
Potência de tão doces juras,
- destemidas
És o mais alto dos astros
- sem segredos
Que sempre esperei sem medos
Amor meu doce amor, contente.
Não me importo com a opinião
Pudica, invejosa e alheia,
A poética é toda minha...,
Com você nunca estarei sozinha.
O teu sorriso aceso tem a luz
Das estrelas acesas do céu,
O meu destino escreveu
Nos canteiros mais coloridos,
O meu coração nunca esqueceu
Das luzes da ribalta avistadas da barca;
Ah, essa primavera que não passa!
O teu nome é sinal de pura censura
No mundo das pessoas perfeitas,
O meu peito arde de tanta loucura
No arder das plenas reminiscências.
O teu perfume ao vento paira
Com a força de um vero jasmineiro,
O verso que arranquei para ti
Foi do mais lírico [canteiro...,
O manancial deste substantivo
Tão abstrato e dolorido
Que bate no peito como concreto;
E para alguns é como canto secreto.
O teu nome é sinônimo de ausência de luz
No mundo ninguém sabe como surgiu,
O meu caminho para ti me conduz
No passo do tamanho do céu de anil.
Desta culpa sou ré confessa:
- Por ti morro de saudades
Sei que vou acabar enlouquecendo;
Com o peito que vive a bater forte,
Ele está sempre por ti doendo...
Deste Sol que não se apaga:
- Por ti escrevo versos de saudades
Sei que vou acabar sozinha,
Com o peito estrelado em versos,
Que para este mundo está se descrevendo.
Enxerga-me crua
No teu telescópio,
Fazes-me tua
No teu íntimo,
Embala-me nua,
Àquilo que procura:
Em mim constela.
Excita-me a tocar
Nos astros à bailar,
Fazes-me ao sabor
Nos teus conformes,
Fazes-me o teu amor.
Escreva-me em ti
Nos poemas da alma,
Fazes-me a tua calma
Nas noites escuras,
Derreta-me nas brumas.
Emaranhados no mesmo verso,
Retornamos à mocidade,
Enamorados da mesma causa,
Filiais da liberdade,
Enlaçados no mesmo amor,
Cremos na imortalidade.
Anoitecidos no pleno Universo,
Íntimos e maliciosos,
Madrugadeiros e boêmios,
Amantes gloriosos,
Encantados a milênios,
Dois intensos devotos.
Desobrigados de rigores,
- experimentando -
Os melhores sabores
Escrevendo no silêncio
- dos corpos;
Orações à dois senhores...
Recorro as fórmulas
- mais secretas -
Abraço a condição
- mais obediente -
De dobrar-me à todos
- os mais sublimes -
E humanos poetas.
Dobrada ao menos
- tento -
Embalar amenos
- versos -
De enluarar-me toda
- ao sabor das noites -
E dos ciganos etéreos.
Feitiços aos pedaços
- saborosos -
Ritmados pelos sentidos
- temperados -
De estrelas dos céus
- reverenciados -
E convertidos em caminhos.
Esculturo o soneto
- sem tropeço -
Confesso o segredo
- inconfesso -
De estrelar-me em pêlo
- perdendo-me nas horas -
E revelar-me a mais sutil
De todas as finas senhoras.
É noite no Balneário dos poetas,
aqui cruzam as estrelas nas letras.
Os nossos dias são cheios de poesia,
daqui nascem cantos de revolução.
Balneário onde as poesias pousam
- como tranquilas gaivotas -
A vida deu mais do que mil provas:
o destino segue o curso do coração.
É noite no Balneário dos poetas,
[Balneário de intensos poemas!...
Os dias regam as doces palavras
que hão de ser para sempre lembradas.
É noite no Balneário dos poetas,
noite repleta de claridade...
Noite para dizer o suficiente:
- Deixe-me viver em liberdade!-
É noite no Balneário dos poetas,
para saudar o girar dos astros.
Tenha-me em sua lembrança,
mas não siga os meus passos.
É noite no Balneário dos poetas,
para dizer que: - Eu escrevo por arte.
Leia-me por inteira...,
não me procure, e não me queira.
É noite no Balneário dos poetas,
para dizer que: - Eu te amei por um triz!
O Universo não nos quis,
aceite o traçado do destino, este é o caminho!
A minha poesia arderá para sempre,
porque sou movida à paixão.
A vida já deu mil mostras...,
que Ele escreve certo por linhas tortas;
Deixe-me no Balneário dos poetas,
a perder-me nas ondas do mar,
escrevendo livre nas areias:
poesias feitas de renda - e inteiras!
Somente entende quem tem peito,
E com ele fielmente escreve.
O destino imperfeito
É governado pela chama Celeste.
Compreenda que tudo tem jeito,
E com Ele tudo entra no trilho.
O Amor é perfeito,
É luz em nosso caminho...
Somente entende quem ama,
E por amor sofre, nunca reclama.
O impedimento não apagou a história,
É com ele que se tempera a chama.
Contando com as horas ao nosso favor,
Escrevendo poesia para esconder
- a minha dor -
De ter deixado para trás o nosso amor.
Suspensa no topo da Galáxia
Escuto o teu saboroso canto,
Embalando o meu corpo
Despertando do bom sonho,
Que estava no teu porto.
Apenas do sono despertada,
Mas não menos apaixonada.
Porque quando se ama:
A alma sonha acordada.
.
Sonetista do farol da ilha
Escrevo com poeira estelar,
Querendo a rota contar
De um particular encanto,
- Que veio para renovar! -
Alegria seminua que se prende
e liberta a macia cintura,
Entusiasmo que se sente
a cada letra indiscreta
De ter um amor na Terra.
Leve, irrepreensível e concreta
a libido que não se divulga,
Entre quatro paredes segreda
a promiscuidade evidente
Entre a Poesia, o Céu e a Terra.
Alegria redentora que se solta
e liberta o que tem na mente,
O canto silente das revoluções
quebrando o silêncio das prisões
Deste amor que chegou de repente...
Quando os olhos descobrirem,
que escrevo em busca do amor,
Dedicando-me a ter o vero [bem,
que aguardo desde sempre,
Um dia eu sei que ele [vem...
Quando a tua razão compreender,
que aqui existe arte inconfundível:
Poesia casta e [imprescindível
Que não quer nada mais nada menos
Do que viver um amor [incrível...
Quando os teus sentidos sentirem,
que escrevo com a fé mais [feliz,
Entregando-me com o mapa à Cádiz,
que aguardo desde sempre,
Como o florescer da flor de [aniz...
Quando a tua compreensão [captar,
que escrevo com os meus versos
- solares -
Versos latinoamericanos e audazes
Para com o amor poético [libertar...
Sagrada com as marcas das guerras,
Experimentada pela vileza dos algozes,
Marcada por duas Ditaduras,
Que ainda querem calar as vozes...
Se calam um poeta, registre:
Mil outros hão de vir, é premonição!
Poetas não são como as espumas,
Que as ondas do mar não hão de apagar!...
Os poetas são as constelações,
Que na constelação têm a sina,
De serem para sempre lembrados
E no firmamento viverem a brilhar.
Faremos as próprias
leis em busca da paz
neste mundo que
marcha rumo à guerra.
Em busca do paraíso
de amor por nós
ainda desconhecido
pela tal Lua-de-Mel
tão sonhada na Terra.
Calaremos aos beijos
todas as angústias
do tempo que não
nos conhecíamos.
Em busca do aconchego
de amor por nós
a ser vivenciado
na tal Lua-de-Mel
tão aguardada no céu.
Dançaremos colados
o ritmo dos séculos
porque almejamos só
pelo amor ser lembrados.
Com toda a certeza
mesmo sem saber quem
tu és algo me diz
que já somos namorados
e nem sequer sabemos.
Deste continente que
andam prometendo
ofertar a noite escura
mais longa da História
para os nossos povos:
anuncio a minha Wiphala
símbolo da paz universal
que está hasteada
a luz da querida Lua.
O amor aqui na Terra
precisa virar notícia,
é por isso que escrevo
como quem canta
e ao povo humilde
se entrega total
num acorde sideral.
Buscando o triunfo
em nome da vida
para reunir todos
que têm boa vontade
em nome da liberdade,
como o vento que
espalha a verdade,
as sete cores
e as sementes:
nas minhas veias
tenho a herança tribal,
trago você no meu
sonho de mil luares,
e de dia tens o meu peito
porque és amor perfeito.
Nas treze Superluas
todas elas previstas,
Celebraremos
todas as conquistas.
O vento soprou
na minha nuca,
Imagino um beijo
teu além da Lua.
És o maior porque
é todo meu,
Foi o meu coração
que te escolheu.
Nos dois eclipses
que estão porvir,
És o maior porque
é todo meu,
Foi o meu coração
que te escolheu.
O teu sorriso é
órbita que enfeitiça,
Teu corpo convida
e nos sideriza.
Desde o dia que te vi
pela primeira vez:
Não consigo mais
colocar os pés na Terra,
És delírio de paixão talvez,
mas que em mim constela.
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