Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo
Abraço da Felicidade
Ana Paula Silva
Autora do Livro: Me Apaixonei Por Um Poeta
Somos movidos por emoções. Tudo a nossa volta está ligado a emoções, felicidade, tristeza, euforia, dor. Quanto mais emoções, mais intensa julgamos nossa existência. Mas, em meio a tanta intensidade, não valorizamos os momentos de simplicidade e calma que a vida esconde e que chega de mansinho e torna-se tão especial que transborda, contagia, emociona.
Entre tantas emoções, a que mais buscamos é a felicidade, todos nós queremos ser felizes e acordamos todos os dias dispostos a andar de mãos dadas com ela. Porém, são tantos os atropelos diários, que sempre julgamos que a felicidade está no amanhã ou está nos momentos de maior euforia, em que soltamos gargalhadas ou estamos rodopiando ao vento.
De repente, nos vemos num momento tranquilo, numa noite fria, vestidos num moletom, meias quentinhas, vendo TV, e, uma imensa calma nos invade, a ponto de sentirmos tanta paz que adormecemos. Num sonho bom, ouvimos uma voz agradecendo a Deus por aquele instante, por existirmos, por estarmos ali, por aquele abraço com a felicidade.
Em meio a toda simplicidade daquele momento, se acorda, envolvidos no abraço. Com toda a calma, percebemos naquele abraço que o momento é tão especial que o coração dispara, nos falta o ar e se descobre que a calma daquele instante se agita e se transforma em vulcão.
E descobrimos que andar de mãos dadas com a felicidade é sonho passado, e que, seu abraço é o melhor lugar.
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Amor além da destruição
Amor sublime, amor de almas a se encontrar
Se reconhecem num primeiro olhar e não demoram a se entregar.
Amor festeiro, amor que canta, dança e rodopia
Fogem das amarras e vivem uma utopia.
Amor que acredita, confiam no sentimento
Ultrapassa obstáculos, dribla desafios e enfrenta o vento.
Amor eterno, amor vivo no coração
Segue no peito e no pensamento, muito além da destruição.
Ana Paula Silva
Autora do Livro: Me apaixonei por um poeta
https://www.clubedeautores.com.br/book/187032--Me_apaixonei_por_um_poeta#.VYzDvPlViko
O amor que quero pra mim:
Quero um amor que cante, um amor que dance, um amor poeta. Um amor que se declare pra mim todas as manhãs. Que durante todo o seu dia ele sorria ao se lembrar de como mexo nos cabelos ou como sou desajeitada ao executar uma tarefa simples. Que quando aconteça uma coisa boa, ele só tenha vontade de vir correndo pra me contar, pra brindar comigo. E se algo triste o rondar, que busque meu colo pra se aconchegar ou meu ombro pra chorar. Que me veja como a mulher mais linda em todo o mundo, que todos os detalhes do meu corpo sejam os mais atraentes que seus olhos já viram. Que me veja tão maravilhosa, que o medo de me perder ronde seus pensamentos e por isso ele cuide todos os dias desse amor. Que se eu cometer alguns erros, ele segure em minha mão e me indique o caminho. Que quando o dia terminar, por mais que as coisas não tenham saído a contento, ele se sinta feliz, só por me ter do lado. Que não durma sem pensar em mim e desejar que no dia seguinte eu esteja ao seu lado.
Ana Paula Silva
Autora do livro: Me apaixonei por um poeta
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CAIXINHA VERMELHA
Sinto que deverás preencher um vazio que possuo nesta caixinha vermelha
Que trago no bolso esquerdo.
Sinto que eu posso estar te fazendo feliz
ao te dar um futuro
embalado na caixinha vermelha
The Silence
O que faço eu?
Quanto para eles
O meu silêncio é perturbador
e o meu falar é devastador?
Procure ser sua estrela e será.
O teu jardim você tem que plantar.
A vida já te sorriu,
e se você não viu,
verá.
O arco-íris nasceu
com cores perfeitas
pra te alegrar.
Meu Presente
...Às vezes em silêncio
Com o coração ferido
Eu mar, choro.
Teus vestígios ao meu redor
Meu cortante adorno
Eu ser, me procuro.
Cinzas invadiram meu leito
As dimensões do amor
Eu poeta, não escrevo.
A bola
Eu sou Márcio Filho
Prazer em conhece-lo
Eu vim de São Paulo
Sou um segundo Ronaldo
Que bate com categoria
Para a nossa alegria
Infelizmente empatamos com o oponente
Mas agora vou fazer um gol nesta hora
Agora eu digo:
Felizmente estamos ganhando do oponente
O oponente não é pário para agente
Mereço um presente
Vou ficar contente.
(Márcio Filho)
Ser bom é preferencia.
Opto por estar no quintal
brincando de rainha
Simples, bela, frugal
Ainda que sozinha
Escolho ir até o final
menina, princesinha
tão pura e virginal
bondade que não definha
Forma a útil inocência
uma engrenagem surreal
Solidifica as aparências
de livres para o mal
Quando a própria existência
A repele como tal
Ser bom é preferência
não é algo natural
Um Mundo de Pilhérias
em qual sala secreta que rifaram minha vida?
em qual mesa de poker apostaram minha quimera?
em qual dia infame destruíram minha utopia?
com qual bebida cara brindam quem me degenera?
Meninos deificados em parcialidades magistrais
Comemoram e me odeiam em gritos parvos na cidade
Famintos por poderes , são minguados amorais
Em busca de prazeres que não dão publicidade
Entrei com os penetras no Coquetel dos poderosos
fui feito anfitrião em momentos inoportunos
Aceitos enquanto provedores de antegozos
Rifados quando sempre o status quo se faz de surdo
altiva dignidade embora em meio a miséria
cultivando as falácias de justiça pra ter norte
Esbanjando heroísmo em Um Mundo de Pilhérias
tateando no escuro pra encontrar quem se importe
Porcos Ressurgidos
bandidos banidos, porcos ressurgidos
magoados, falidos, por dinheiro, libido
caçoam, surgindo, dos fossos , pervertidos
macabros, banidos, mau sonho revivido
Pedante, frustrante, justiça mendicante
de pratas , pedintes, asquerosos purgantes
Suplante sufrágio, prepotentes mandantes
agouro sonante, dos sonhos meliantes
UM DIA VINDOURO
A Liberdade
um dia vindouro
como um mau presságio
como um bom agouro
A independência
como uma vontade
Sim como desejo
não realidade
Emancipação
que eu cobrei de mim
Entrada de graça
Prestação sem fim
A soberania
Esta inevitável
tão mais iminente
tão mais improvável
ABSOLVIDOS PELO MERCADO
Só tive o meu trabalho escravo
(Sou dono de Trabalho, Escravo)
Lutei e fui alforriado
(Não luto e sou, alforriado)
meu corpo leva o caos a marcado
(Seu corpo leva, ordem, mascavo)
Minha luta gera, corpo lascado
(Sua luta leva o Caos ao Estado)
Com meus barracos edificados
Os seus barrocos, deificados
Suor e Sangue, pauperizados
Absorvidos pelo Mercado
(Vossos meninos, vilões armados)
(De mim distantes, pobres coitados)
(Minha segurança, ter Estudado)
(Absolvidos pelo Mercado)
(Racistas negros, cotistas pardos)
(Nas confrarias, brancos atados)
(Os homens bons escandalizados)
(Orgulho e raça do seu passado)
Cotistas Negros, Racistas Pardos
Entrando em salas, não desejados
Enquanto buscam serem igualados
Aos que não foram "Ventre-Livrados"
(Fui dono de Pobres coitados)
Só tive o meu barroco Lascado
(Não luto pelo seu Caos no Estado)
Cotistas Negros , Ventre-Livrados
Nas confrarias, alforriados
(Racistas Bons , Vilões Escravos)
Absorvidos, Não Igualados
(Absolvidos Pelo Mercado)
(Homem-Bom)
Alforriado
O ENCANTO QUE CHEGOU COMO UMA ESTRELA CADENTE
CHEGOU, REINOU, ROUBOU, E ACOLHEU MEU CORAÇÃO
HOJE SEM TI, NÃO SEI O QUE FARIA
TRISTEZA, ILUSÃO, MÁGOA OU CHOROS
É O QUE AGUARDAM MEU CORAÇÃO SEM TEU LUGAR
CONTIGO SOU REI, GUERREIRO, HOMEM FEITO
DAQUELES QUE TODOS TÊM MEDO
MEU ÚNICO TEMOR É LHE PERDER
MEU ÚNICO PESAR É NÃO LHE TER
DIANTE DAS ESTRELAS DIGO SOMENTE DUA PALAVRAS
AMO VOCÊ.
Tayná
Você é um presente de Deus nas nossas vidas,
Veio de surpresa e só trouxe alegrias,
Uma benção dos céus que me orgulha a cada dia,
Você é a pessoinha que mais me ensinou,
Aprendi com você meu amor a ser paciente
Compreender os olhos e cada careta, a apertar bochechas
Vendo você tão grande, percebo o quão os dias passam rápido
E o quanto eu pedir da sua vida com a distância minha querida
Cada sorriso está gravado na minha memória e os relembro a toda hora;
Pequena todos os dias antes de dormir peço a Deus, que
Mantenha a sua inocência de criança,
Porém que tenhas esperteza pra reconhecer a maldade,
Que você sonhe mais que não deixe de viver a realidade,
Sobrinha desejo do fundo da minha alma que
Que tenha sempre um sorriso no rosto,
Muita saúde e doe sempre amor aos outros,
Oh saudade de quando trocava suas fraldas
Ouvir as tuas primeiras palavras,
Das nossas traquinagens e risadas,
Hoje é um dia mais que especial é o dia do seu aniversário,
Um dia pra ser celebrado, Queria estar perto e te dá aquele abraço
Amo-te e procuro demonstrar isso em cada ato.
Olhar de Poeta
Ana Paula Silva
Autora do livro: Me apaixonei por um poeta
Editora Saraiva – Livro Digital
O Poeta tem um jeito todo especial de ver o mundo, ver o sol, a lua, o mar, as árvores e as folhas que caem dela. Não que ele veja tudo mais bonito, não que ele não tenha problemas, não que ele não fique triste ou se alegre. Mas, ele aprendeu a ver a vida e os acontecimentos de ângulos diversos.
Quando a folha cai de uma árvore, vemos uma folha cair de uma árvore. O poeta vê a folha caindo da árvore, vê seu movimento que é quase uma dança, num balançar ao ritmo do vento, vê toda beleza do seu brilho, que é produzido pelos raios do sol, vê a tristeza acompanhando aquela folha, que foi abandonada pela árvore, numa vagarosa solidão, vê ela se juntar a outras folhas ao tocar o chão, e vê que ela não está mais sozinha, como esteve desde o momento que se desgarrou da árvore. Ele volta seu olhar à árvore, que chora por precisar se desfazer de suas folhas. Ele olha para o céu, que está cinza, as nuvens parecem tristes e tentam ofuscar o brilho do sol, todos parecem compadecer a dor daquele instante. Então, o Poeta sorri, ele sabe que toda essa dor não passa de um outono.
Assim o Poeta vê a vida, ele olha a vida de ângulos diferentes, se uma coisa lhe parece triste, ele corre seu olhar em volta, lento, se for preciso ele muda de lugar, para ter um melhor ângulo, o mundo parece parar para que o Poeta observe cada momento que passa diante de seus olhos. Às vezes o Poeta se entristece, nem sempre ele consegue a melhor vista, mas ele logo busca outro ângulo.
Diálogo com Fernando Pessoa.
Mote
Quanto do sal que há no mar
São lágrimas de Portugal?
Voltas
Pessoa li o teu versar
Da quantidade de sal
Que há nas águas do mar.
Um pouco era natural
Um pouco era lacrimejar.
Era dor, saudade e tal.
Quanto do sal que há no mar
São lágrimas de Portugal?
Porque é preciso lembrar
Do negro a chorar na nau.
Da viúva em pranto a fitar
Seu homem arrancado do local.
Podemos então concordar
Nesta questão crucial
Que nem todo o sal do mar
São lágrimas de Portugal.
Fernando é preciso falar
Do indígena tropical.
Que muito esteve a prantear
Por ser tratado tão mal.
Então se pode afirmar
De modo justo e imparcial
Muito pouco do sal do mar
São lágrimas de Portugal.
Te vejo nascer de novo, na música hit que surge nas paradas de sucesso. É que as batidas me lembram, o seu, caminhar. Lindo de belezas. De belezas de lindezas. E alma movente, como um espírito de luz.
A luz em movimento e à movimentar o bater do coração das meninas que apreciam até o seu corpo suado, com aquela espécie de óleo que unge o seu tórax, seu abdome, sua asa (costas musculosas).
Os suspiros femininos clamam novamente mais uma vez pelo verão que fazes tu mover-se sem camisa por aí, como um espírito em compassos que nem esta música consegue fazer. Essa é a música 'diga meu nome'. Ele é VAGNER. Um semideus do guetto. Arrabaldes cheios da emoção.
E eu só estou vindo contar, contar que um dia conheci, um cara, uma miragem fora do deserto que fazia inclusive camelos se prostrarem por terra à poesia da tua dança, que não é nem dança a dança do teu andar. Esta és a dança. O teu lindo, perfeito caminhar. Com roupas que se colam ao teu corpo de cortador de cana. Lindo e banhado pelo suor abaixo da lua de 50º.
E os teus passeios na minha mente ainda e somente são, aquela miragem que até os camelos enxergam e querem continuar à enxergar.
Mulheres, sintam este perfume de madeira, do Líbano. Puro cedro das florestas bíblicas.
Espírito lindo, agora que estás nas profundezas dos céus, quebra o pescoço dos que me são hostis. Quebra y estraçalha. Vamos passear em cima destas migalhas do puro estrume ósseo dos injustos que saboreiam o pote de mel que não lhes pertence. Cujo nem os zangões ousaram tocar y nem a rainha da colmeia, pois são apenas para as trabalhadeiras que dão o puro superlativo e real.
Vamos fazê-los pagar pelas injustiças mudando o layout do universo em um prisma by Javé.
A loucura é só mais um predicado dessa loucura, a terra.
(for vagner cerqueira felix)
*21-05-2015 / Edson Felix.Locução
[Dedicado à Valesca Chagas e Rosane Gomes de Cerqueira Felix (Lola Paluza), entre outros(as)]
Pessoas...
Pessoas que vem
Pessoas que vão
Pessoas que deixam
Pessoas que são
Pessoas a amar
Pessoas a afogar
Pessoas que chorão
Pessoas que mar
Pessoas que ficam
Pessoas que não vem
Pessoas que tinham
Pessoas que tem
Pessoas tristes
Pessoas sorrisos
Pessoas "pesadas"
Pessoas paraíso
Pessoas que sim
Pessoas que não
Pessoas?
Lógico que não
Pessoas que sentem
Pessoas que vê
Pessoas distantes
Eu e você.
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