Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo
O ECO DO SILÊNCIO
Atenção! O que muitos chamam de "primeiro sinal" de violência — NÃO É O INÍCIO DE NADA! É o RESCALDO de um processo lento, contínuo, INSIDIOSO, que começou muito antes! Não foi com o tapa que tudo começou — foi com a palavra ácida, com o olhar que despreza, com o silêncio que fere MAIS que o grito!
É PRECISO DIZER BASTA!
Cada vez que se cala diante de uma pequena agressão, não se está perdoando! Está-se ENTREGANDO! É a dignidade sendo corroída, centímetro por centímetro, dia após dia! A violência não brota do nada! Ela germina na indiferença, cresce na tolerância covarde e explode na omissão!
O AMOR PRÓPRIO EXIGE REAÇÃO!
Amor não é contrato de dor! Amor é respeito! Amor é reciprocidade! SUPORTAR o inaceitável não é virtude — é submissão disfarçada! Não se engane! O PRIMEIRO SINAL é o ALERTA! É o grito da consciência exigindo AUTODEFESA!
PORTANTO!
Valorize sua integridade! Proteja sua paz! Não aceite o inaceitável! NÃO HÁ SEGUNDA CHANCE para o que NÃO DEVERIA TER ACONTECIDO NEM UMA ÚNICA VEZ!
na vida descobrirmos quem somos através de nossa experiências.
Quando ainda criança não sabemos o valor de uma pessoa idosa ,pois ali está o conselhos sábios de um ancião.
Onde muitos não dão valor.
Aprendi que por trás dos cabelos branco, e suas mãos cheias de calos ,também a há sábios conselhos para vida .
🌱 *Ser a Diferença*
Ser a diferença na vida de alguém não é sobre aplausos. É sobre propósito.
Eu escolhi abandonar os maus hábitos, não porque foi fácil, mas porque entendi que viver de verdade exige coragem. Dei o melhor de mim ,mesmo quando ninguém estava olhando, mesmo quando parecia que não fazia sentido.
Aprendi que ser real incomoda.
Num mundo onde a mentira é confortável, a verdade é vista como ameaça.
Já fui chamado de idiota por ser sincero. Já me disseram que eu era “bom demais pra ser verdade”. Mas sabe o que é? Prefiro ser taxado de ingênuo do que viver uma vida que não é minha.
Às vezes, é preciso paciência com quem não entende o valor de alguém que escolhe ser verdadeiro.
Não é sobre ser perfeito. É sobre ser inteiro.
E se isso me faz diferente, então que seja.
Porque enquanto muitos se escondem atrás de máscaras, eu escolhi mostrar o rosto, com falhas, com força, com fé.
Se minha presença não é compreendida, tudo bem.
Mas que nunca digam que fui falso.
Porque a minha verdade pode não agradar, mas ela transforma.
E eu estou aqui pra isso:
pra ser a diferença. Mesmo que em silêncio. Mesmo que sozinho.
Na real
Nenhuma árvore sobe até o céu, sem que suas raízes toquem no inferno.
Não importa quantas vezes cortarem o seu tronco, se você estiver com as raízes interradas, lá no fundo, na escuridão, abafado, o peso do mundo de oprimindo, muitos nem se lembraram mais que ali era uma árvore linda, que desenvolvia seu propósito com êxito, levava alimentos para vários, protegia os do sol, trazia oxigênio e sombra para os dias de sufoco.
Porque você está lá enterrado, sufocado mas por dentro você começa reviver mesmo que tenha se afundado cada dia mais.. ai vc começa a entender que toda essa história de dor não teve fim, que mesmo machucado, cortado, ignorado , esquecido.
Você entende que voce merece renascer, agora sim com as raízes aprofundadas, com suas feridas curadas e se encontrou e preferiu viver. Então renascer novamente uma árvore linda, com mais cor, melhores os frutos, com uma sombra fresca, trás um acalento, uma sensação de paz e aconchego.
Muitos sentaram novamente a sua sombra, comeram do seus frutos e ainda se te cortarem novamente, você já não se importa mais porque suas raízes já estão a um manancial de água pura, águas que te farão reviver, ainda que abstratante caso vc não brote mais.
Porém nunca se esqueceram de uma árvore que foi tão forte, que resistiu tanto, sentiram falta do seu fruto, da brisa leve das suas folhas nos dias de calor, e o principal que você era a árvore que fazia a fotossíntese acontecer, que um pouco daquele oxigênio era você quem levava.
E essa árvore depois de tantas cortadas acabou sendo dizimada..
Texto escrito por: Cleber B Siscato Jr.
Palestina
De acordo com a Teologia bíblica, não pode haver dois estados na terra de Canaã! Tem que haver só um estado! Ou seja o Estado de Israel! Quem vai resolver o assunto, não é ONU, União Europeia, França ou Portugal! Quem vai resolver o assunto é Jesus Cristo no Vale de Megido. Sim naquele dia!
"Se um dia..."
Se um dia eu te tivesse em meus braços,
Não precisaria dizer nenhuma palavra.
O silêncio falaria por nós,
E teu olhar seria meu abrigo.
Teu sorriso, meu céu mais bonito,
Tua alegria, meu maior prazer.
E o tempo, ah, o tempo...
Viraria um segundo ao teu lado.
Cada instante contigo seria único,
Como se o universo parasse só pra nós.
E mesmo que a realidade nunca nos una,
No meu coração, você já mora há muito.
Nem o tempo me faria te esquecer,
Nem a distância apagaria o que sinto.
Porque se um dia isso acontecer...
Tudo o que eu digo hoje
É exatamente o que vai viver.
No evangelho de João 14:5 Tomé diz algo que nos leva a pensar! Veja .
-Não sabemos para onde vai como podemos saber o caminho? Disse Tomé!
Esse texto retrata o típico cristão perdido dentro da igreja , faz , realiza , serve, contribui, está sempre lá, não perde culto , porém não tem a menor ideia para onde esse esforço o levará e desconhece os meios pra chegar lá.
Jesus diz : Eu sou o caminho ...
Nos fazendo compreender que Ele é o meio , o acesso o centro da Igreja.
Não é a estrutura, o layout, a cor da parede, o tamanho, a beleza e luxo do templo é sobre ter Jesus como o motivo real da pregação da palavra dos louvores e da própria existência da igreja!
Pense nisso !
Quando todo mundo vai, Jesus fica
Quando não tenho saída, Jesus me guia
Quando eu mesmo duvido de mim, Jesus acredita
Quando eu mesmo me odeio, Jesus me ama
Não importa a dificuldade, nunca pare de orar
Não importa os problemas, nunca deixe de orar
Dobra sempre o teu joelho, fala com o teu Pai
Ele te ouve
Compreender
Compreender não é justificar.
Não é apagar a dor que algo causou, nem fingir que nada aconteceu.
Compreender é olhar com olhos mais amplos, é ver além do instante da ferida.
É perceber que o outro age com as ferramentas que tem
E às vezes, elas são poucas.
É entender que as palavras que machucam também vieram de alguém machucado.
Que os silêncios, às vezes, são gritos abafados demais para serem ouvidos.
Compreender não exige que eu continue no mesmo lugar,
Mas talvez que eu pare de carregar pesos que não me pertencem mais.
É quando solto a corda que puxo sozinha.
É quando deixo de tentar consertar aquilo que o tempo já levou.
Compreender é, também, voltar-se para si.
É perguntar: E eu? O que eu preciso agora?
É fazer as pazes com a minha própria história,
Mesmo com as páginas amassadas, rasgadas, escritas com lágrimas.
É saber que às vezes não vem alívio imediato.
Mas vem espaço.
Vem leveza.
Vem silêncio dentro.
Vem uma nova respiração.
Compreender não é esquecer.
É lembrar… sem se perder de si.
Eu.
Seja humilde, não seja otário.
Amigo só sua mãe e Deus.
Não cometa o mesmo erro, meu jovem.
Hoje me sinto seguro, sei que não preciso mais me mostrar porque, quem me conhece, sabe da minha história.
Não sei se agrado mais
Sei que Deus só me engrandece,
Me destacar no meio deste mundo
Onde só tem traíra, não me segue falando bobeira, esquece, nem tudo que penso
tem minha prece, mas pareço
com um tempo que começo a acreditar
Nem tudo está no seu lugar.
Divido, subtraio, diminua minha consciência, mas tudo, tudo mesmo
e não entender minha existência
posso ver o mal, mas não olho o
tempo. Ele tem um comando
de uma em uma hora atrapalha nossa mente, que mente, que engana a gente.
Doce vida louca,
um entorpecente que te droga a todo minuto, entende? Não falo besteira. Para uma hora e pense!?Essa droga você tem que saber usar sempre!
E os dizeres do que não foi dito.
Aquelas palavras que chegam de repente.
Que nos fazem sobressaltar.
Significados ocultos em cada nuance.
Onde as palavras se encontram.
E nos adjetivos não esconde a graça.
Ah estes dizeres eloquentes.
De Lacoste ou Oakley, o bonde tá forte
Ela desce e não para, com a cara da sorte
Churrasco na laje, favela tá linda
No começo, não era nada — eu acho.
Só empatia.
Era ela, coitada, tão quieta na tristeza...
Que mundo injusto, que ironia.
Tão meiga, tão viva, agora em silêncio,
Olhos de mel cobertos de sombra.
Quem teve a crueldade de apagar sua luz?
De roubar o sol de quem transborda?
E então me atingiu — direto, sem aviso.
Como pode ela estar assim, partida
As pessoas acordam um dia e de repente já não almejam aquilo que foi a sua maior motivação ontem. Nós os humanos somos eternos insatisfeitos.
O conselho de hoje é: não coloque toda sua energia em coisas que desvanecem
Eu, Fragmento Perdido
Me perdi faz tempo,
e não tem mapa que me traga de volta.
Sou correnteza sem leito,
sou resto de mim que o tempo levou.
Não existe reencontro,
só o vazio que veste meu peito
e o silêncio que ecoa onde já houve vida.
Ando por inércia,
respiro por costume,
existo sem destino.
Me achar?
Não há o que achar.
O que havia já foi,
o que sobrou é só cansaço,
um corpo que carrega o peso de não ser.
Caras como eu não renascem,
apenas se dissolvem devagar,
até virar nada
Nós somos aquela geração que não vai voltar.
Crescemos com sapatos cheios de pó, joelhos raspados e coração apressado.
não para olhar para uma tela,
mas para terminar o lanche e sair correndo para a rua — onde a única coisa importante era uma bola e alguns amigos.
Nós éramos os que voltávamos da escola a pé.
falando alto ou sonhando em silêncio,
com a mente já no próximo jogo, na próxima aventura,
entre um buraco na areia e um segredo sussurrado atrás de um canto.
Um pau podia ser uma espada.
uma poça virava um mar para conquistar.
Nossos tesouros eram berlindes, cromos, barquinhos de papel.
E o céu, nosso único limite.
Não tínhamos backups, apenas memórias na mente e nos rolos fotográficos.
As fotos eram tocadas, cheiradas, guardadas em gavetas —
junto a cartas escritas à mão,
postais dos avós,
e desenhos coloridos que os pais guardavam como jóias.
Nós chamávamos de "mãe" a quem curava nossas febres.
e "pai" que nos ensinou a andar de bicicleta.
Não era preciso mais.
À noite, sob os cobertores,
conversamos baixinho com o irmão na cama ao lado,
rindo por besteira,
com medo que algum adulto ouvisse e desligue esse pequeno mundo de cumplicidade.
Essa geração está indo, pouco a pouco,
como uma fotografia que perde a cor,
mas ninguém quer jogar fora.
Nós nos afastamos silenciosamente, levando uma mala invisível:
o eco do riso na rua,
o cheiro de pão acabado de fazer,
corridas sem sentido
e aquela liberdade que eu não conhecia notificações.
Nós éramos crianças quando ainda se podia ser.
E talvez essa seja a nossa maior fortuna.
"Quem só ouve o que confirma o que já acredita,
não forma opinião — repete discurso.” O texto de Leandro Flores é um convite ao pensamento crítico em meio às influências que moldam nossa visão de mundo. Usando a metáfora da “bolha”, ele alerta para o risco de vivermos presos em círculos de repetição, ouvindo apenas o que confirma nossas crenças. A mensagem central é clara: sair da bolha não significa concordar com tudo, mas ampliar horizontes, ouvir outras vozes e aprender a pensar de forma autêntica.
Eu sou libélula.
Diferente da borboleta, eu não renasço, eu transformo (me transformo) e mudo.
Me liberto, eu voo, eu mudo.
Eu deveria voar, mas minhas asas estão molhadas, eu pus secar.
Eu deveria voar, mas as minhas asas molharam na chuva, então eu pus pra secar, para amanhã voar.
Eu sou a libélula.
Sem asas.
Asas provisórias ou à procura de asas.
Ou eu deixei no varal.
Eu sou libélula — quase liberta
Falta,
Pouco.
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