Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo

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Há uma espécie de reciprocidade entre a necessidade e o objecto que a satisfará. Não penso em beber; mas este copo ao meu alcance dá-me sede. Tenho sede e imagino o copo de água delicioso.

O ancião merece respeito, não pelos cabelos brancos ou pela idade, mas pelas tarefas e empenhos, trabalhos e suores do caminho já percorrido na vida.

Há homens que não conseguem obter mais nada da sua riqueza além do medo de a perder.

O combate que travam em cada indivíduo o fanático e o impostor faz com que não saibamos nunca a quem nos dirigir.

A multidão não pode ficar sem homens valentes, e os valentes são sempre um peso para ela.

Os velhos que se mostram muito saudosos da sua mocidade não dão uma ideia favorável da maturidade e progresso da sua inteligência.

Escrever um livro mau não requer menos trabalho que escrever um livro bom; jorra da alma do autor com a mesma sinceridade.

O artista deve gostar da vida e mostrar-nos que ela é bonita. Se não fosse ele, duvidaríamos disso.

O indivíduo é social não como resultado de circunstâncias externas, mas em virtude de uma necessidade interna.

Decisões sobre assuntos importantes não devem ser tomadas por apenas uma pessoa.

Os maus, não querendo reconhecer-se por autores do mal que praticam, atribuem ao destino, à sua estrela, os desgarramentos das suas paixões.

Não adianta discutir com o inevitável. O único argumento disponível contra o vento de leste é vestir o sobretudo.

A ocasião tem todos os cabelos na parte da frente; se a deixamos passar, não temos forma de a puxar de volta; ela é careca na parte de trás da cabeça, e nunca mais retorna.

O poder não é algo que possa ser assumido e posto de lado conforme apetece, como com a roupa interior.

Não há mentira pior do que uma verdade mal compreendida por aqueles que a ouvem.

William James
As variedades da experiência religiosa: um estudo sobre a natureza humana. São Paulo: Cultrix, 2017.
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Como o mundo é claro e belo, quando não nos perdemos nele, e como é escuro o mundo, quando nos perdemos nele!

Por vezes a curiosidade abre novos horizontes, quando não, acende a chama do entusiasmo para procurá-los.

As coisas, por si sós, não são interessantes, mas tornam-se interessantes apenas se nos interessamos por elas.

O acaso é o grande mestre de todas as coisas. A necessidade só vem depois, não tem a mesma pureza.

Na verdade, a imaginação não passa de um modo da memória, emancipado da ordem do tempo e do espaço.