Poema Perfume
Noite, estrelas
Noite, céu completo de estrelas,
perfume solto no ar, jasmim, alfazema,
não sei.
Por cima uma nuvem transita bem devagar,
como se a mim quisesse acompanhar.
Sem que se queira ao infinito olha-se.
Ao fazê-lo o que procuramos?
Talvez uma resposta ao que nosso espírito
pergunta.
Em meio a tantas estrelas nos encontramos,
perde-se a noção de onde se está.
Como bonecos caminhamos, sem saber se no
chão estamos.
Que caminho de estrelas é esse, que mexe
com os pensamentos meus?
Quem sabe se sem sabermos, vamos por entre
elas, procurando Deus.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
27/12/2017
É natal se foi deixou o perfume dos gestos lindos,
os abraços com ingredientes de solidariedade e,
os sentimentos que se aguçaram e comemoraram o climax da data.
Bom seria que o natal não fosse um dia...,
ou melhor que o dia de natal fosse inspiração e lição,
para os outros 364 dias que faz a felicidade morar
apenas nele.
A felicidade em menor ou maior grau passa pelos dias,
e a gente no clamor de ansiedades deixamos passar sem experimentar
o senso e graça de todos momentos lindos com ingredientes de natal.
Bom dia!
Você é meu natal, e se assim não fosse,
por quem valeria a pena lutar ou sofrer?
que sentido teria minha vida, sem motivações
ou razões para amar e viver,
nesta plenitude de luz e amor?
Assim como a beleza das flores, me encanto com o teu sorrir.
Assim como o perfume das rosas, hipenotizo-me e perco me em teu cheiro.
Assim como a pureza das águas, deleito-me incessantemente em teus beijos.
Desejos e desejos, bem mais que simples vontade, bem mais do que apenas querer.
Preciso e preciso, necessito de ti, assim como as plantas a terra, como as aves ao céu, como os peixes aos rios, como o calor de um abraço no frio.
Em teus braços sou pequena
Um perfume de morena
Que não se resume em flor.
Não me traga um dilema
Não há dor que eu tema
Se tenho o teu amor.
Ao me deparar,
com um afronto constrangedor.
Não uso arma,
nas mãos tenho perfume de flor.
__Sophia Vargas ♥
27/12/2009
como posso te esquecer se o teu perfume é trago pelo vento
como posso te esquecer se o meu coração
desejar te amar e te querer eternamente
como posso te esquecer se eu sou refém do seu olhar e prisioneiro do seu sorriso lindo
pôs não dá pra esquecer você
Em teu amor, deitei o mel da paixão.
Fiz das emoções,
flores em puro perfume de paz e ternura
para deixar em teu coração.
Em teu amor sublimei-me essência de ti...
*
(Cida Luz)
Cada flor tem o seu perfume
Não escrevo por costume
Mais gosto de apreciar
Cada rosa que eu vejo
Logo cresce o desejo
De nela poder tocar
Mais como toda rosa tem seu espinho
assim pego com carinho
Para não me machucar
Sou paciente e tranquilo
E Cada espinho...
Eu irei tirar..
Você é minha rosa..
Mais belas entre as flores
E o seu perfume não pode se comparar...
Te abraço com jeitinho
Não me preocupo com os espinhos
Porque de uma rosa sei cuidar..
...para Samara meu grande Amor S2..
"Gosto de sentir o cheiro das rosas
O perfume inebriante, caminhar sobre
Pétalas. Não sei por que alguns não gostam.
Pergunto: - Preferes espinhos?"
E o que ficou de você, Mãe...
Além do belo "perfume" de calmaria e
Amor... Ficou o que há de melhor em
Mim... Te amarei até quando não mais
O meu ser couber, por permissão do
Divino, o fôlego de vida.
Teu perfume
Não foram tantas noites de amor
Mas foram suficientes
Para uma paixão ardente
Teu beijo
Teu abraço
Tuas palavras de carinho
Tudo cessou
Só na lembrança ficou
Mas o teu perfume
é impossível esquecer
Onde for, hei de reconhecer
na minha memória olfativa
No meu subconsciente
O teu perfume é remanescente
do amor que me alucinou
Mas, que pena! Acabou!
Só o teu cheiro ficou!
Flores de Deus especialmente para você.
É carinho para sua alma
É perfume na sua vida
É amor para seu coração.
ONDE TU TÁ MARIAZINHA - João Nunes Ventura-11/2017
Onde é que tu tá Mariazinha
Perfume e amor de minha vida,
Teu sorriso a tua dança querida
Quero te ver e te cheirar todinha.
Aonde tu tá estrelinha do céu
Meu sonho minha doce canção,
Na saudade te beijar no fim do dia
Debaixo do juazeiro da minha alegria
Banhar-me contigo nas águas do ribeirão.
Minha princesinha da cor de ovelhinha
Mocinha do sertão tanto eu quero bem,
Lembrança que dorme em meu sonho
Olhar de violeta a minha florzinha
Teu cheiro de mulher me faz um bem.
Ela me abraçou e seus beijos eu ganhei
Já se foi esse tempo nunca mais eu a vi,
Dela não esqueci lembranças eu guardei
Da flor das laranjeiras do meu Cariri.
Flor da noite
A misteriosa flor da noite
Perfume exuberante com cheiro encantador
Vista maravilhosa para quem a vê
Sensação única e perfeita
Noites de lua cheia ilumina sua cor branca
Vento suave leva sua essência
Pessoas param para admirar sua beleza
Alegria imensa em toda noite e antes de sua abertura espetacular
Tristeza vem pela manhã, pois, só dura à noite
Mas deixa lembranças e a tristeza fica no esquecimento
Lembranças essas que passa a cada broto novo de sua flor
Pessoas vão e vem, passam e almejam uma nova noite iluminada e repleta de flores.
Daniel Gonçalves
De você restou as lembranças de cada momento vivido. Restou o seu perfume espalhado no quarto. E o flash em cada cômodo da casa. Restaram as risadas constantes. Seus gostos, rotina e seu modo de ser.
Olho as janelas e nestas muitas vezes olhei e vi você. Aquela angústia ressurge e as lágrimas insistem em percorrer meus olhos que se poem a ficarem perplexos imaginando o que vivemos e o que viria depois de tudo… Não houve despedidas. Muito menos pudermos dar nosso último abraço. Mas em meu silêncio em sinto sua falta. Na calmaria da minha alma a sua ausência desgasta a cada dia meu ser.
Eu me vi perdida entre o passado e o futuro
Num presente flutuante
Com perfume de lagrimas
E sabor de magoas
Mais eu não me importava
Ja não sentia a dor de não sentir mais
Pois as correntes faziam parte da minha carne
Preparada com armadura de papel
Protegida do amor que queria sentir
Não precisou de muito , pra derrubar a nuvem embaixo dos meus péis que me fazia flutuar
O amor chegou e eu tinha razão
Terrível amor como a espada que atravessa meu corpo
Doce amor que faz minha alma brilhar
Não posso encontrar palavras pra descrever
o poeta se vê perdido em suas palavras
Não se pode explicar o amor
É algo que se sente
Então não espere um poema não consigo descrever em palavras oque sinto, quando te toco, quando te beijo, quando meu olhar entra em seus olhos, seus dedos cruzam os meus
Quando teu abraço me aquece
Haaaa seu abraço
Como queria ser o tempo
Nessa madrugada e poder parar um segundo na eternidade
Em meu pensamento enquanto te abraçava eu dizia me leva daqui amor
Vamos pra um mundo só nosso onde nada é proibido
Onde eu não precise de ar dês de que vc seja o meu
Onde suas mãos segure as minhas e eu nunca mais precise chorar
Onde teu calor aqueça meu corpo em noites frias
E sua voz seja a minha musica
Eu sonhei
fui oque desejei ser a vida toda
Por mais medo que eu tinha de ser eu
E me sinto sorrindo
Vc conhece o mais sóbrio da minha alma
E ainda sim decidio me amar
Há homem doce com alma de menino valente
Os brilhos dos teus olhos serão luzes para o meu caminho
Enquanto eu respirar
Eu não te perdi hoje
Pois te terei pra sempre
Meus segredos não são mais só meus
Nem meu coração de pedra que insiste em bater
Obrigado meu amor eu poderia dizer que vc é tudo mais ficaria clichê
Eu poderia pedir não me deixa nunca mais seria egoismo
Eu prefiro dizer eu amo você.
Era um mar de rosas, violetas, jasmins.
Mergulhávamos sobre pétalas, o perfume do primeiro amor.
Mas a correnteza corre e todo o cheio se dissolve.
Deságuam as rosas sobre as cachoeiras.
Então sob as pétalas, no caule, os espinhos.
Os meus espinhos, os seus espinhos.
Qualquer aproximação brusca, machucávamos um o outro.
O espinho é a defesa da rosa, como o orgulho e vaidade na gente.
Espinhos sobre espinhos e todos já estavam feridos.
Feridos, sem lembrar bem do que houve, só o peso do ódio, do mal humor.
Tentamos nos aproximar pouco a pouco
Era quase um estudo anatômico.
Cutucávamos as cicatrizes. Doía.
Eu cutucava suas feridas ferozmente,
queria chegar à raiz, à verdadeira natureza de si.
Não podíamos remover o passado,
mas remoíamos paulatinamente.
