Poema Passei para Deixar um Beijo

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As parábolas de Cristo,
é um compêndio de riquezas
nascente inesgotável de inspiração.

Inserida por AllamTorvic

⁠Com luz de alma na mão,
um brilho de amanhecer nos olhos
e simplicidade, no andar
Eis aí, um poeta.

Inserida por AllamTorvic

⁠"Me chamas pelo nome,
Ao longe pela estrada
Fiz de ti o meu amigo
Um viajante iluminado".

Inserida por AllamTorvic

⁠O poeta é um diálogo,
monólogo,
solilóquio,
consciência em modo
quântico,
holístico,
pássaro em pleno vôo

Inserida por AllamTorvic

⁠Os meus pedaços se reúnem,
em um único lugar, onde eles se reconstroem:
aos pés da cruz!
Ali, o peregrino, encontrou o seu amparo
trocou a experiência de um lar
pela beleza do caminho...

( O viajante iluminado )

Inserida por AllamTorvic

⁠Diante de nós,
temos apenas um céu aberto,
essa é nossa nova morada,
bem-vindo: dizia o poeta!
podes entrar...

Inserida por AllamTorvic

⁠Mais um dia nasceu!
pensamentos voam pela janela
essa casa me conhece,
a flor da terra é respiração
.
Aqui é longe
mas tal real
toda forma de vida
aqui, são agradecidas
.
Em ritmo ordenado,
o sol faz-nos, um convite:
desperta! desperta!
vamos caminhar...

O Viajante iluminado, in hóspede da casa do lago.

Inserida por AllamTorvic

⁠Apreciar o caminho, é tão importante quanto a direção.
Um SIM pode mudar o percurso, e quando for possível optar, que seja
pelas melhores
escolhas e sentido que só há em você!

Inserida por Acreditagestao

⁠– Minha vida pessoal está por um fio.
– Junte-se ao clube. É isso que acontece quando se está indo bem no trabalho.
(diálogo entre Andy e Nigel)

Inserida por pensador

BLACK POP:


A Black pop é um mal chique
Não é aquele mal escarrado, nojento
A Black.
Ela curte veado, traveco, sapato e ladrão
A pop.
Não fuma, não cheira e não curte apertar
A mina.
Ela vota, brinca de roda e toca agogô
A negra.
É chique na lapa, na copa, no gueto
E até no pelô
O Black da negra.
Tingiu sem censura o branco encardido
“DEPUTA”... retrô.

Inserida por NICOLAVITAL

SUPLICA DE UM POBRE ESPIRITO:



Encontro-me sozinho dentro de mim
Sufocando em meus fantasmas
Busco me encontrar, e não encontro
A saída...

Me auto mutilo

Na busca da razão pela qual
As pessoas se agridem
Se humilham, se regridem

Meu soluço é vão
Meu pranto seco
Meu coração enrijecido
Fenece sem perdão

Minha angustia suplica ao orbe
Clemência
Para que Minh ‘alma não feneça
Ao onipotente.

Inserida por NICOLAVITAL

SÓ ASSIM EXISTO:

Tenho me procurado
Universo a fio.
Como tal, menos um se viu.
Em meu intimo,
Não se pode adicionar!
Ante a multidão
Multiplico-me íris a íris
Só assim, me encontro
Como tal.

Inserida por NICOLAVITAL

FARSA:
Não me apraz
O ouro ou a prata
Eu nasci sob a casta
Que mata...
Meu coração?
Um misero palhaço
Não me impunha raça...
Não me faculta graça...
A construção poética, uma carcaça
Uma medonha farsa!
É flor sem perfume
Sonho que se sonha sem sonhar.
Não me apraz
O riso vulpino do poeta
Sobre a dor que tingida
De certo é dor fingida...

Inserida por NICOLAVITAL

REI TORTO:

Enclausura-se
Meu ancho coração libertário
Aos tiranos ditames
De um rei secundário
Sobre a égide
Dessa plebe ordenada
Refletida sobre a média
Ordinária...
Oh! Minha doce Pátria
Não gentil...
Não, não indultes
Teu passado tão sombrio
Sobre as margens
Flácidas
De um Ipiranga
Vil.
Nicola Vital 13Fev2017.

Inserida por NICOLAVITAL

NOSSAS VERDADES:


É assim, sempre assim
Seja carnaval ou natal
Nossa vida um imutável
Baile de fantasias em que
Fantasiamos nossos fantasmas
Nossas paixões sem primazia
Sempre assim...
Seja carnaval seja à homilia!
Os sonhos que penso tenho
Perdem-se em fantasias
E enquanto vestimos-as ...
Calçamos meias alegrias.
E o rosto que veste a máscara
É o fosso que verte a massa
Numa odisseia de hipocrisia.

Inserida por NICOLAVITAL

SELF:

O nosso self é construído conforme o nível de congruência de cada “indivíduo”.
Fruto de um estado de coisas...
Integro. Pela congruência.
Patológico quando visto à luz ideal do narcisismo.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠CRÔNICA AO COTIDIANO:
Há momentos que pensamos em um só instante Pluft... Jogar tudo para o alto e desaparecer... Evaporar em brumas e só!
Você ainda não se sentiu assim? Como se estivesse dentro de um quarto fechado sem entrada nem saído? Como uma roupa justa, justíssima, sob sol a pino. Feito uma gravata sufocando-lhe a respiração?
Quiçá o sapato mutilando seu quinto dedo.
É certo dizer que assim nosso mundo desaba sobre nossas cabeças deixando transparecer não ter fim todo esse sofrimento que sucumbe nosso bom humor em um contexto que propõe empatia.
Ah! Você não se liga? Ou nunca vivenciou?
Certamente és o pensamento de que as estações são mutáveis. De maneira seleta e glamurosa. Ah! Como é assustador esse nosso momento de ausência.
Ora! Quem nunca viveu esse tédio e suas maluquices em seu cotidiano de outrora?
Então, mirem-se nas Marias/Marias – Fateiras do nosso sobrevivente Araçagi que nas tardes de sexta-feira cantarolavam em suas margens enquanto lavavam seus “fatos” vendidos no dia seguinte na feira livre da “Esperança”.
Tais quais as lavandeiras do romântico Tejo, do imortal poeta português Fernando Pessoa que também foram vítimas dessa famigerada pantera austera.
Não obstante, só depois de crescidos convivemos com esse mal.
Todavia, só há um lenitivo para a cura desse Mal Agouro que assola a humanidade. Renascer... Deveras renascer.
Será? Ou quem sabe se espelhar nas Marias/Marias do Araçagi ou nas lavandeiras do Téjo que além de lavarem seus “Fatos”, deixavam fluir naquelas águas correntes seus tédios para aflorar a vida.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠ÁRVORE DE AZEITE:

Naquele benefício...
um quintal com árvores de azeite
Que nasciam todos os dias
Àquela hora ao nascer o sol
E morriam como tal ao ocaso.
Sobre as rochas em greta
Eu colhia os frutos que comia.
E sobre seu cume que nutria o pinhal
Eu mirava o cordeiro
Que reluzia à boca da noite
Com o olho central que cuspia fogo
Iluminando o benefício.
As árvores morriam
E as aves em bulício calavam ao canto
Sob o cântico de ventura
Da matriarca
Que mistificava o brilhante
Reluzente de da luz.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠⁠⁠O QUE É O AMOR?

O amor é um estado de coisas
Espirito ou espectro!
Argumento mensurável...
Subjetivamente coerente ou não
Um Mix de ventos volúveis
Que mexe com nossos parcos sentimentos.
Que vem e passa como passa
O tempo, o pensamento!
É uma nau à deriva numa ilha
À milhas e milhas daqui.
E sob este emaranhado
De coisas e cordas
Meu coração faz trilha
À milhas e milhas daqui
Ora (direi), amigo meu
Que o amor
É uma coisa mais ingênua
Que as virtudes cardeais

Inserida por NICOLAVITAL

⁠SONHO FUGAZ:

Um varal de farpas finas
De toalhas incolor
Um negro e a dama filha
Um cão que nunca ladrou.

Um terno de goma fina
Na lapela seu amor
Vestiu-se de sonho a sina
E nunca aqui voltou

Inserida por NICOLAVITAL