Poema Passei para Deixar um Beijo
O amor é um gesto, um carinho acariciado, um abraço quente, apertado e seguro.
O amor é livre, plano, sem fronteiras, sem barreiras, é transcendente, um viajante galante que acaba encontrando seu porto seguro.
O amor é uma equação de paixão, quando vivenciada, se multiplica e o resultado é igual.
O amor é puro, como uma pequena nascente que cresce, ganha força e se torna um rio que atravessa vales e montanhas até encontrar o oceano.
O amor é vida, um sentido que escapa à lógica e à razão.
é um coração batendo no peito quando os olhos se encontram e é vivenciado em um beijo.
O amor é um desejo, uma vontade que nunca acaba, que dura a vida inteira e vai além da eternidade.
Sem peso, aparência, sem medida ou altura, o amor é um mundo que criamos para vivermos juntos com quem amamos, como um romance que conta a nossa história....
Prêmio de consolo
No momento em que nos deixamos, fomos covardes um com o outro,
Tínhamos conexão, respeito, carinho, companheirismo, tínhamos amor,
Ainda assim, queríamos viver sonhos diferentes, então foi ai que se quebrou a nossa corrente,
Um pedaço de mim foi arrancado, um pedaço de você foi tirado, mais as nossas mãos ainda se tocam e sentem o que somos um para o outro,
Buscando sonhos incomuns, herdamos a saudade como nosso prêmio de consolo.
A escola é um ótimo passatempo,
mas para alguns um pesadelo;
para os que não se dedicam um desafio,
e para o que realmente estudam, perca de tempo.
ALMAS SECAS
Trago no peito
Amarras de um passado distante
Lembranças simples
Como de um carro de boi.
Tudo era tão saudável
Que até as tristezas duravam pouco
Bastava alguns dias para esquecê-las
O relógio demorava, e o sol se ponhava lento.
Hoje as tristezas duram, e o sol se põe rápido
Não observamos mais o luar
Nem contamos as estrelas
Os rios no silêncio da noite
Ouvia se os sons das correntezas.
Hoje nem mais rios existem
Só as pedras secas
Até as avencas sumiram da beirada do barranco
Minha alma também secou
Junto com tudo que se acabou.
Busco prazer nas lembranças
Mas elas me ferem o peito
E me causam melancolias
O velho pilão, não mais existe
Nem o moinho que exalava o cheiro puro do café, torrado no fogão a lenha.
Minha mente virou um museu
Que ninguém pode visitar
Meu poema é estranho para muitos
Só para aqueles que lá viveu.
Hoje tudo é diferente, inclusive eu.
As procissões pelas estradas empoeiradas
Carregavam a santinha
"Hó virgem Maria"
A mulecada a barulhar
Era para pedir a chuva
Pras nossas roças molhar.
Deus estava tão presente
Que parecia nos falar
Vocês são abençoados
A chuva não tardará.
Hoje na modernidade
É difícil acreditar
Que Deus esteja presente
Pra fazer o povo sarar
As tristezas são mais longas
E o povo se perdeu.
Deus não se moderniza, assim como o povo quer
Pra quem já viveu na roça
É difícil acreditar
Que os milagres sumiram
Nem sabemos se vai voltar.
O povo ficou incrédulo
De Deus a se envergonhar
Saudades daquele tempo
Que nunca mais vai voltar.
Por. Otávio Mariano
Quando puxo conversa e não acontece um diálogo saudável com quem julgo amar-me, é
melhor ficar em silêncio.
Muito melhor calar-me e simplesmente dizer: "Prefiro não conversar." Dizendo assim, o ataque percorre pelas laterais.
Crescemos em um mundo que, desde cedo, nos treina a questionar aquilo que queremos.
Nos ensina a ter medo dos nossos próprios desejos.
A duvidar dos planos claros que muitas vezes florescem em nossa mente dizendo, de forma inequívoca, que eles nos levarão à vida que sonhamos.
Rejeitar a si mesmo vira um modo de viver. Você começa a acreditar que coisas igualmente importantes, como estabilidade, amor, aceitação e segurança, só podem ser alcançadas se você renunciar aos seus próprios desejos. Você se convence de que conquistar tudo que importa só é possível quando você esquece o que realmente quer. E a verdade é o inverso. Você tem fantasias todos os dias. Você as vê, você as sente. Elas te confortam nos momentos difíceis. Você só não as leva a sério. Nunca as diria em voz alta. Não acredita que sejam realmente suas. Elas vêm e vão, e você continua aí, acreditando que não sabe o que quer, sabendo que Deus, a sua intuição e seu sentimento estao dando o caminho.
O segredo da vida é respeitar e honrar os seus desejos, confiando que eles te guiarão para a sua melhor vida
O arrependimento é um sentimento reservado para quem se nega aquilo que quer. Quando você vai atrás do que deseja — com ou sem catástrofes, pra cima, pra baixo, pra qualquer lado — você vai ser feliz. O maior arrependimento será sempre aquilo que não fez
Alma Quimera
Um corpo apaixonado se revela
Desnuda, tudo nela se congela
Num transe, numa doce espera
Do encontro íntimo de duas almas
Um toque, um sopro, um beijo
Sua pele num momento tudo espera
Ansioso corpo, ansiosa alma quimera
Dualidade da razão contida e o desejo
Sou orvalho refrescante a cair sobre o calor da tua pele
Gostas de suor de uma alma salgada
Como se todo corpo chorasse por ela
Alma alegra-te no espelho d'agua
Confia nos abraços e beijos apressados
Me conduza nos teus desejos
Satisfaz tua alma grava pra sempre esse feito.
Paulo PROS Santos
*Alma Quimera**
Um corpo apaixonado se revela,
*Desnuda o tempo* — tudo nela é gelo
e chama. Transe de espera singela:
do encontro íntimo de dois desvelos.
Um toque. Um sopro. Beijo que desvela
na pele o instante que o desejo anseia:
alma quimera, razão que se dobra
*à dualidade da carne que arde e voa.*
Sou orvalho noturno em teu verão,
lágrima doce em pele salgada de mar.
Chora teu corpo o hino da paixão,
enquanto a alma dança no luar.
*No espelho d’água, alegra-te, quimera:*
confia nos beijos que o tempo acelera.
Conduze-me no rio dos teus anseios,
*onde o feito eterno-se em nossos veios.*
04 de Setembro: Dia mundial da Paralisia cerebral.
Dia Mundial da paralisia cerebral.
Um vida é uma vida
apesar de alguns detalhes e pequenas diferenças,
Merece respeito sem preconceito.
Pois todos nós somos diferentes,
e preconceito está na sua mente.
Somos todos filhos do mesmo pai Celestial.
Ao olhos dele todo ser humano é igual.
Liddy Viana ✍.
Um dengo!
fico toda derretida!
eu gosto mesmo é de dengo!
juntinho com beijinhos? eu fico encantadinha...
adoro um preto dengoso!
mas gosto mais do preto
que curte dar um denguinho!
afinal de contas,
quem não gosta de um dengo?!
Pós morte é o mesmo que o pré vida, segundo a minha razão;
Afirma ser um prêmio, a minha religião,
Já minha doutrina, julga ser punição;
Meu sucesso, diz ser maldição,
Pressente ser castigo, o meu extinto,
Já o meu fracasso, afirma ser solução.
Um lugar no nosso coração
Você tem um lugar no meu coração. Agradeço por você estar ou ter estado na minha vida. Com você, eu me tornei alguém melhor.
E a gente precisa aprender a acolher as pessoas no nosso coração, mesmo que nem tudo tenha sido um mar de rosas. Mas essas pessoas de alguma forma nos tocaram, fizeram desabrochar em nós o nosso melhor, mesmo que não tenha sido de uma forma tão amorosa.
Graças ao outro eu pude me conhecer mais, eu pude me aprimorar, eu pude dar um passo maior na minha caminhada. Sem o outro eu não teria chegado onde cheguei, sem o outro, eu não teria aprendido o que aprendi, sem o outro eu não seria quem eu sou hoje.
E é tão bonito quando a gente consegue reconhecer, quando a gente aprende a acolher o outro no nosso coração. Mesmo que a gente não vá se encontrar nunca mais, o outro vai ter um espaço no nosso coração. De certa forma o outro se torna parte de nós e nós nos tornamos parte do outro.
Claro que não é fácil no primeiro momento a gente ter essa consciência, ter essa maturidade, mas depois de um certo tempo a gente entende. Algo em nós se transforma e conseguimos olhar para o outro com um novo olhar. Não com julgamento, rancor, mágoa, mas um olhar mais amoroso. Eu vejo você porque através de você eu pude me ver. Com isso conseguimos fazer as pazes com nós mesmos.
E o outro muitas vezes está no nosso caminho, justamente, para isso; para nos reconectar com a nossa essência, fazer a gente voltar a ter esse olhar para nós mesmos. Porque nós somos espelhos uns dos outros.
Eu vejo vocês!
A vida sulca nossas almas
Fica igual a um chão arado
Para uns apenas buracos espalhados
Para outros a possibilidade de plantar novas sementes.
Ditado para a terceira década do século vinte e um do calendário gregoriano:
Digas que figurinhas tu envias que eu te direi quem tu és!
Não sou tão arguta quanto deveria
Nem tão inocente quanto queria
Sou um meio termo estranho
Entre o azedume e o doce
Entre o ar e a terra
Entre a vida e a morte
Entre a paz e a guerra.
(percepção)
conhecer o âmago
as profundezas
as incertezas
as impurezas
é um convite louco
à insana mente
conhecer a si mesma
um dia fui eu
outro dia não mais
o que serei eu
sem um pingo de paz?
a guerra
a morte
o não
o talvez
o tempo
a hora
o espaço
desfez
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