Poema Passei para Deixar um Beijo

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Alegria

Alegria
O que é alegria?
Alegria é um sinônimo de felicidade?
Não.
A felicidade é passageira enquanto a alegria é definitiva.
Ser alegre é transmitir felicidade mesmo não estando feliz.

O ser alegre tem esse “dom” em sua personalidade.
Tem leveza em seu olhar mesmo com problemas pessoais.
Pessoa pura e ao mesmo tempo misteriosa.
Já se sentir feliz é passageiro.
Esse estado demonstra um êxtase de prazer.
São fases que tem um final.

Nossas vidas são compostas por valores materiais e emocionais.
Tudo que conquistamos deve nos representar uma meta atingida.
Valorize suas conquistas.
Dê valor às coisas que lhe transmitam felicidade.
Conseguindo isso nos aproximamos cada vez mais da alegria.
Mas é possível ser alegre sem amor?

Amor é um sentimento de duas vertentes.
Ser amado pelos entes familiares.
E ter um amor para dividir a vida.
Quem transmite alegria consegue tudo.
Conquista com facilidade seus amores.
Basta saber valorizar as pessoas.

Demonstre que ama quem você ama.
Carinho é a principal ferramenta dos relacionamentos.
É doloroso perder um amor verdadeiro.
Seja alegre e não caia nas rotinas da vida.
Busque sempre a felicidade e vire as costas para as desilusões.
Quem transmite alegria só conquista felicidade.

Às vezes passamos por baixo de escadas, cruzamos com um gato preto e quebramos um espelho no mesmo dia. Como se os infortúnios nos perseguissem insistentemente por todos os lugares, uma vida de azar que não vai melhorar. Embora corramos por todos os lados, o reflexo no espelho é o mesmo rosto de sempre.


Aposte sua vida em um giro de moeda, acredite que será cara, mas sempre vai dar coroa. O seu trevo sempre terá três folhas. Minta para si mesmo que tudo ficará bem, mas não importa aonde vá, não importa onde se esconda, mesmo onde tenha certeza de que nunca será encontrado, ainda será você e então vai entender que o azar nunca esteve atrás de você. Era você quem o carregava.

Não era eu o teu foco.
E, ainda assim, houve um instante
em que, sem perceber e sem querer,
você me deu razão de viver.

⁠no mar profundo seus ossos são parte integrante de um navio que navegante foi até o final do horizonte e afundou quando suspiros eram o amor.


Por Celso Roberto Nadilo

O Cadáver da Rosa e o Silêncio das Palavras
​A rosa é a simplicidade da beleza de um cadáver já em decomposição orgânica. Ela se desfaz enquanto serve de adorno, fazendo do seu perfume o último suspiro de vida. Esse aroma dispersa o pólen em um mundo transbordante de palavras isoladas, mas escasso de verdadeiras narrativas.
​No silêncio, a rosa murcha e seca, feito uma alma que se esvaziou de sentimentos, embora ainda a achem linda ali, estática no centro de uma mesa vazia. Enquanto isso, vozes fanáticas viajam pelo tempo e pelo espaço, ecoando distantes em sua linguagem única.


Por Celso Roberto Nadilo

Nas fronteiras da elipse — no eterno instante sobre um horizonte de eventos massivo —, o olhar se perde além do limite da razão. O paradoxo revela-se mera metáfora na amplidão do espaço sideral.
​A verdade do universo ressoa em nossos pensamentos: fragmentos esquecidos pelo tempo e pelo espaço, capazes de transcender uma vida inteira no simples esboço de um olhar.
​Na escuridão da caverna profunda, guardam-se segredos dos quais as sombras da essência humana teimam em nos lembrar. Na origem, a falácia ganha contornos em uma realidade ambígua e primordial; éramos apenas células errantes de um mundo pujante e pulsante. Sonhamos, desejamos viver cada sonho e pertencer a uma aldeia global.
​Vemos inovações em nossas origens cósmicas, células de uma aglomeração de estrelas. Seremos parte de um organismo maior e faminto por existir, no momento irônico em que acordamos: pois, ao olhar para o universo, ele olha de volta para nós como quem contempla a existência através de um telescópio de partículas.
​— Celso Roberto Nadilo

O fato de a luz ser capturada pelo olhar é um termo relativo, mas perfeitamente aceitável: trata-se da continuação de uma trajetória através do espaço branco celeste. É aqui que nos aproximamos da Teoria das Cordas, trabalhando eternamente de um ponto a outro. Nesse tecido, o detalhe de uma vibração pode convergir em múltiplos caminhos e, ainda assim, conectar-se a dois pontos fundamentais — ancorando-se ao início para que haja uma determinação no futuro.
​É dentro desse futuro que construímos nossos sonhos em meio à realidade ambígua. Contemplar o abismo dentro do abismo — encerrado na geometria de um cubo — confere profundidade ao nosso olhar, fazendo-nos encontrar sentido na existência.
​Assim, empilhamos estruturas dentro de estruturas até desenhar e configurar o próprio multiverso como uma simulação: um ambiente físico e espacial para o qual projetamos um modelo tridimensional da nossa própria consciência.

​O universo em blocos é visto como um organismo que se desenvolve como uma célula ou embrião — exposto pelo olhar dos telescópios, resplandecendo desde um passado glorioso. É a criação do gênio que surgiu diante de um cenário onde a tecnologia era mero sonho na imensidão do desconhecido, entre mitos e o medo de que a Terra acabasse no horizonte.
​A descoberta do globo parecia heresia; todo conhecimento era passível de fogueira. Ao passar do tempo, pensamentos se tornaram inovações científicas, ou encontravam na alquimia a transmutação dos elementos.
​Numa dessas noites, a tese se tornou ciência. Num momento irônico, centenas de descobertas surgiram como fruto do estudo e do enriquecimento da natureza humana. E então, conhecemos a IA…
​Entre todos os eventos aleatórios nas alegorias das ideias, florescemos no campo do conhecimento e da reminiscência.


Por Celso Roberto Nadilo.

"Somos apenas objetos num aglomerado cósmico, absorvidos, um a um, pelo mérito inexorável do tempo."
















— Celso Roberto Nadilo

​A Onda Prática da Simplicidade (e o que é Bom)
​O posto de saúde opera sob o pretexto de um sistema sustentável: dizem que é preciso realizar exames para condicionar o tratamento. Ser um bom profissional? Certo, é o mínimo que se espera.
​Tudo se resume a uma receita. Um simples pedaço de papel que lhe dá o direito de receber o remédio de que precisa para viver.
​Mas aí vem a realidade da prática: você espera quatro horas em uma fila, e depois mais meia hora para finalmente entender que estava no lugar errado. Ali, o que se encontra é a pura ignorância institucionalizada. O tal pedaço de papel só pode ser entregue depois do exame; que exige outra consulta; para só então depois buscar o resultado.
​A piada trágica que se forma é estúpida: se o remédio é de uso contínuo, se a condição não muda e os resultados serão exatamente os mesmos... por que raios precisamos atravessar todo esse labirinto apenas para conseguir a autorização de um papel?
​Por Celso Roberto Nadilo

conceito da evolução existencial é determinado pelas leis do tempo, estando nós em um estado primitivo e ativo — no ciclo contínuo do dia e da noite, do envelhecer e da prerrogativa de perecer diante do inevitável. Diante do diálogo da existência cognitiva, olhamos para a vida sob a premissa de um "tempo não-tempo": a urgência de que nos resta apenas o pouco.
​O tempo é relativo, proporcional ao propósito e à probabilidade do momento exato — um instante sem volta, fundado na prerrogativa do paradoxo existente e na relatividade constante do passado, lá no distante fluxo temporal da existência.
​É claro que esse fluxo é como um rio grande que corre. Ainda não compreendemos a volta desse rio nem os desvios que compõem o seu ciclo — tal como o ciclo da água, em um movimento que transcende e perpetua a perspectiva. Na numerologia da existência, o ato de olhar para o passado funciona como um bug psicológico criado para alienar as fronteiras da humanidade. Celebrarmos mais um dia significa que talvez cheguemos a uma compreensão inata, mas nos questiona: o que somos nós diante dos grandes momentos e da imensidão do universo?

Nas entre linhas somos copilidos a ser conduzidos por um ser se diz dono mundo.
Será que somos vassalos da democracia,
No arauto do mundo somos formigas brincando de ser gente.
Sera poder financeiro manda na terra dos outros.
Sera pilhar e fazer o que quer direito de uma nação soberba...?

Nenhuma novidade a extinções das etnias indígenas.
Nasce sem direito de existência...
Sem um registro de nascimento apenas roda pe de notícia.
Os indígenas são expostos e apagados da história,
A velha história terras griladas, animas mortos a quebra da teia ambiental.
As famílias indígenas são parte do equilíbrio natural, mesmo assim continuamos com exploração de terras...
E alienação da toca de utensílios continua, a terra morre...
Os coronéis de terras continuam a devastar a floresta e planeta.
As queimadas e fabricantes de carvão...
Para lembrar no churrasco de final de semana o quanto o valor do planeta e válido. As associações e ONGs de proteção ambiental. É apenas politicamente correto, enquanto a floresta morre e indígenas desaparece...
Sem nenhuma culpa é simplicidade uma questão de lucros e sobrevivência?
Parece cruel desumano?
Esta parte da gaiola brasileira que ninguém saber.

No domingo a vitrola velha toca um soneto musical.
O que seria esse soneto musical?
Novos horizontes transformaram a música num espaço de palavras jogadas de tantos palavrões acabou ate o sabão para limpar boca suja...
As garotas e garotos acham bonita demais se expressar de forma tão vulgar...
Ao passar do tempo vejo os frutos da alienação intelectual.

A balsa no velho rio quase é um contraste...
Tecnologia é um espaço translúcido num espaço da mente vazio,
Nos moldes fakes news o rio tornasse limpo com peixes tão vivo em meio o lixo e a degradação,
A beleza de outras vidas o mundo já foi um mundo complexo cheio de paradigmas de vida,
As pessoas torna se bots de sistema de algoritmos e suas ações são de um único pensamento de um único ser,
Tudo está vencido numa deepfake o modo democracia e os novos moldes fakes news paralisação as pessoas seus atos são apagados e calculado para que nunca acorde se acorda sera tarde pois sua vida resiste mais não pode mudar mais nada, só pode fazer parte da alienação intelectual coletiva.

Deformação no profundo do ser político e sua determinação para ser um bot.




As vezes eu penso para que carro elétrico se tem carregar em carregador movido a gasolina.
Outra coisa vejo a tantos robôs humanoides vão subsistituir os trabalhadores?
Os imigrantes dos Estados Unidos foram realocados para seus respectivos países de origem.
Quem irá substituir a classe trabalhadora imigrante?
* Robôs programados * para trabalhar,
Poliformismo na atuação mais profunda conexão da alienação da gaiola.
Aonde novos escravos apareceram?
Robôs para servi o trabalho e sexualmente.
Robôs para sermos seus donos,
E isso engloba o caminho para servo global,
A descoberta da Deformação o que fardo carregara o desemprego neste momento que gaiola está vazia so robo trabalhando.
A guerra entre o terceiro mundo recursos naturais e pirataria nos estreito da um novo cenário.

Homem que reza para um pneu é mesmo que esta nas ruas fazendo passeatas e marchando na frente de quarteis.
Homens que criam seus Deus para engrandecer o político.
Homem vive por sua falsa fé dentro do sistema de alienação intelectual.
Os dízimos e ofertas feitas para paradoxo do enriquecimento.
As flores mortas pelo destino e vendidas por sua fé.
Deus está em todo universo menos nessa casa de Deus.
Santo seja aquele salva vidas...
Mais profundo sentido entramos num abismo social

Um homem pobre rouba um pão de uma padaria vai preso passa quinze anos na prisão.


Ironia é simplicidade


Outro homem rouba a vida toda compra mansões com dinheiro vivo incompatível com suas rendas agora quer ser presidente.


Rachadinha, dinheiro do combustível,
Dinheiro público jogado no ralo, ops;
Verdade tem dois lados,
Máquina de lavar dinheiro da esquina...
Ainda tem gente que reza para pneus.
Homem roubou pão, morreu na prisão...

* circo e pão fakes e deepfakes*
Um povo de barriga cheia nao tem *reclamações*
Dentro das verdade escorrem palavras...
As palavras jogadas meramente no vazio. Como degetos no banheiro.
A falta de médico e segurança são dogmas da politica social.
As prática do relativismo político é trama do passado e presente.
O circo está armado o palhaço faz discurso eleitoral...? Todos vão ganhar doces privatiza que sara.
Mais ilusões chinelo no pes de quem anda descalço... novos dilemas na otupia de deveria cuidar de seu povo* (...)
Um traços da existência contemporânea...

Mito antológico que ressurge na fogueira de vaidade...
Nas virtudes mais frequentes um mito ser que viveu na mitologia grega ou romana vivo anteriormente a era dos deuses...
Novos deuses como pneu de trator e detergente que esta podre...
A politica fede e os apoiadores sao cegos surdo e não tem senso crítico...


Árvore podre por seus frutos também estão podres...
Mais profundo sentido entre linhas da constituição o dever é rasgado...
Ser Brasil é simplicidade o abandonado moral.
Invulnerável o brasileiro massa de manobra, fruto da alienação social e religiosa...
Fervorosa as noção literatura o objetivo de liberdade torna se evidência da alienação as lágrimas veladas pela angústia de um momento irônico de perseguição...