Poema para uma Amiga que se Mudou

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“As vezes a sensação de fragilidade é angustiante. Mas pode-se tirar uma lição:
supere-a e verás que somos muito mais capaz do que imaginamos. E muito mais ainda do que outros possam imaginar.”

Cláudio M. Assunção

Virtude e dever são duas coisas diferentes.
O dever é uma coerção, a virtude uma liberdade.
Ambas necessárias, claro, solidárias uma com a outra evidentemente, mas antes complementares.

PRINCIPIOS PARA VIVER

Vá em frente
Seja feliz sem medo de errar, de viver
Temos uma só vida, uma só oportunidade
E temos que aproveitá-la ao máximo
Respeite o próximo como a si mesmo
Quebre paradigmas
Canalize as coisas boas e elas virão
Não se preocupe com a opinião alheia, eles não sabem nada sobre você
E se tão te olhando torto é porque não sabem o que ser feliz e autentico
Não se iluda, sonhe
Confie em si mesmo, tenha fé
Evite guardar rancor, pois ele só faz mal a você mesmo
Não rotule, não julgue, não minta
Não sinta pena de você mesmo
Apenas viva!

Faça o bem, respire o bem
Seja o bem!

Não te cases com uma moça cujos
parentes morem nas proximidades;
não alugues casa cujo dono seja o vizinho.

Renove,
Reinvente,
Repense!

Seja diferente para não cair na armadilha de ser uma cópia de si mesmo.

Cada dia é, sim, uma despedida silenciosa.
De versões nossas que não voltam, de instantes que não se repetem, de palavras que escolhemos dizer, ou calar.


Talvez a pergunta não seja apenas como queremos ser lembrados,
mas como estamos vivendo enquanto ainda estamos aqui.


Ser lembrado pelo afeto que oferecemos.
Pela presença que não pesou, mas acolheu.
Pelas palavras que curaram mais do que feriram.
Pelo olhar que viu o outro inteiro, não só por partes.


Porque, no fim, não ficam os grandes feitos,
ficam os gestos simples carregados de verdade.
O cuidado. A escuta. O amor possível.


E você,
se hoje fosse uma despedida,
o que deixaria vivo em quem cruzou o seu caminho?

Havia uma mulher que colecionava silêncios.
Não porque gostasse deles, mas porque eram o único lugar onde conseguia descansar o coração.

Todas as noites, ela deixava uma vela acesa na janela. Não era para iluminar a rua, era um aviso para si mesma: ainda havia esperança acordada dentro dela.

Um dia, o vento entrou sem pedir licença e apagou a chama. A mulher pensou que tudo tinha acabado.
Mas foi no escuro que ela percebeu: o calor não vinha da vela, vinha dela.

Desde então, aprendeu a caminhar mesmo quando a luz falta — levando no peito o que nunca se apaga.

Enquanto chove...

É uma noite tão fria...
E eu voltei pra casa sozinha,
enquanto a chuva caia,
E molhava minha roupa...

E tudo estava tão escuro
E vazio...
E triste...
E não havia ninguém pra me escutar...
O silêncio permanecia,
Mesmo se eu tentasse gritar...
Não iria ouvir as palavras que eu queria...

Cada gota de chuva que caía,
Juntava-se a uma lágrima,
De medo...
De dor...
De ódio por todas as coisas erradas...
E após rolar, as gotas partiam...
Como todas as coisas,
Como todas as pessoas
Como todos os momentos...

E já diziam que não há nada permanente...
A não ser a mudança...
Ou talvez algum indício de dor...

E eu sou apenas uma criança...
Que tenho medo de tudo,
que choro quando perco a esperança
e quando vejo que tudo termina,
quando tudo e todos se vão...
Restam apenas as lembranças,
Resta apenas eu contra eu mesma...

E a tempestade lá fora...

Singularidade,

Sendo únicos, emitimos uma luz característica. A cor é variável. Ofusca e fere. Acalma e aquece. Vez por outra, é uma chama. Quando não, uma onda. A luz de verdade não está no fim do túnel. Somos todos seres de luz e alegria. Esta luz deve iluminar os nossos próprios caminhos. Carregue sempre suas baterias de forma tal que ela nunca se apague. A verdadeira luz, aquela inerente a singularidade, nunca ofusca. É uma referência, porém, não é salvação para ninguém. Ainda assim serás crucificado. Vão tentar sugá-la de ti. Emitir luz exige assumir responsabilidades e conseqüências.

PODE IR.

Pode ir
A escolha é sua
Se mantenha decidida
Fugir, não deixa
De ser uma saída
Eu já busquei entender
Pra aceitar
Já não tenho medo de ficar
Ainda sinto o amor pulsando
Isso me faz viver
Tudo ficará bem
Você escreve o seu destino
Não haverá dor
Eu prefiro entender além
Eu fico com
A parte mais bonita do amor

Esquecer é uma forma de aprender.

Parece estranho, mas é verdade.
Sempre que me esforço para esquecer alguma coisa, de alguma forma eu me exercito nos horizontes do aprendizado.
Esquecer faz bem.
É uma forma de abrir espaços para as novidades que ainda estão por chegar em nossas vidas.

[...] É bom esquecer o que não foi bom, o que doeu, o que fez sofrer, mas vez ou outra a memória resgata a informação esquecida e a transmuda em aprendizado que vale à pena.
A dor, distante da hora em que doeu, torna-se uma tradução bonita do que chamamos maturidade. [...]
Dois pensamentos não podem ocupar o mesmo lugar na mente. É só uma questão de escolha...

Aula de vida

Na faculdade da vida
de tudo pude aprender.
Cada aula, uma lição,
cada lição, um dever.
As provas me machucando,
mas quem aprende apanhando
pode ensinar sem bater.

Bráulio Bessa
Um carinho na alma. Rio de Janeiro: Sextante, 2019.

Passarei por este mundo uma só vez.
Assim, todas as boas ações que possa praticar e todas as gentilezas que possa dispensar a qualquer ser humano, não devem ser adiadas.
Devo aproveitar este momento, pois nunca passarei por este caminho.

Que você tenha uma noite perfeita,
daquelas em que descansamos não só
o físico, mas o emocional também!

Boa noite!

Eu sou uma nave indo pro espaço e o seu coração é a lua
E eu estou mirando bem em você
Bem em você

Não se pode aprender algo de uma lição
sem dor, já que não se pode ganhar algo
sem algum sacrificio. Mas quando essa dor é
superada e a lição incorporada, o resultado é
um coração infalivel, de aço.

Para Descansar a Alma

Arranje um cantinho sossegado e uma almofada gostosa. Acenda um incenso de sândalo. Sente-se com as costas bem retas. Coloque as mãos sobre os joelhos, com as palmas para cima e balance o corpo lentamente da esquerda para a direita, de movimentos maiores a movimentos menores, como um pêndulo, até encontrar o centro de equilíbrio do corpo.
Pare aí. Inspire profundamente e solte o ar lenta e completamente pela boca. Relaxe os ombros. Inspire novamente e solte o ar pela boca. Então cerre os lábios, coloque a ponta da língua no céu da boca e respire pelas narinas. Mantenha os olhos entreabertos, apenas pousados a sua frente.
Ouça todos os sons. Sinta todas as fragrâncias. Perceba o ar, a temperatura em sua pele. Você está pensando? Ou não está pensando? Verifique sua postura. Costas eretas. Cabeça como se um fio puxasse para o céu. Pernas firmes pela força da gravidade. Não julgue. Nem certo nem errado, nem bonito nem feio. Seja. Apenas sentar. Intersendo com tudo que existe. Que bom estar viva. Este instante aqui e agora é o céu e a terra. Isso é tudo. Tudo é nada.

Essa Noite

Essa noite não é noite, é como uma dia disfarçado
Sem o sol, sem o calor
Mas me mantendo acordado

Essa noite é uma prova, me provando que estou perdido
Pois nessa noite até o sono veio ser meu inimigo

Essa noite está tão clara, mesmo sem lua, mesmo sem dó
Essa noite veio me lembrar que ainda estou só

Essa noite não vou dormir, quero apenas descansar
E se eu dormir não me acordes mais, apenas deixe que eu vá

Toda noite durmo só, mas essa noite tenho uma parceira
A solidão deitou comigo, vai ficar a noite inteira

Essa noite meu pensamento está pensando aqui comigo
Como pensei em meu pensamento que ainda tinha um amigo?

Essa noite eu não quero esquecer, não quero viver, não quero morrer
Essa noite eu só vou me deitar e esperar o dia nascer.

você não pode
entrar e sair de mim
tipo uma porta giratória
eu tenho muitos milagres
acontecendo dentro de mim
para ser sua escolha conveniente

Rupi Kaur
O que o sol faz com as flores

"...e o futuro é uma astronave que tentamos pilotar. Não tem tempo, nem piedade, nem tem hora de chegar. Sem pedir licença muda a nossa vida e depois convida a rir ou chorar. Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá. O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar. Vamos todos numa linda passarela de uma aquarela que um dia enfim descolorirá!"

(Toquinho)