Poema para Professor
A porta não passou por reformas e nunca passará; ela continua e continuará estreita como ensinou Jesus em
Mateus 7.13-14.
A Bíblia, a Ortodoxia e o Arminianismo não ensinam salvação para TODOS (Universalismo), mas salvação para TODOS os que CREEM; para os que NÃO CREEM só resta a condenação eterna.
A Bíblia, a Ortodoxia e o Arminianismo ensinam que Jesus morreu por todos, sendo seu sangue suficiente para salvar a todos; mas sendo aplicado apenas nos que creem (eleitos). Assim, Seu sangue foi derramado por todos, sendo suficiente para todos, e trazendo benefícios para todos (2º Co 5.18-19), mas eficaz apenas nos creem (eleitos).
Um “evangelho” que serve apenas para quem já é salvo, é um evangelho falso! O Evangelho ensinado por Jesus, pelos Apóstolos e pela Ortodoxia, ensina que Cristo morreu por todos!
No calvinismo, depravação total significa absoluta inabilidade humana, diferente do ensino Bíblico e Ortodoxo. Por esse motivo, a eleição no calvinismo tem quer ser INCONDICIONAL; assim a lógica é que Deus crê e se arrepende no lugar do homem, já que este está absolutamente inabilitado.
Jesus não fundou uma instituição contínua de teólogos para reinterpretarem seus ensinos a cada nova geração. Não necessitava revisar Seus ensinos para que continuassem vívidos e “relevantes” a cada geração que se passasse. Somente ensinos criados pelo ser humano necessitam desse tipo de revisão. O Evangelho do Reino nunca precisa ser atualizado. As pessoas que acham ser necessário tornar o Evangelho “relevante” introduzindo mudanças estão reduzindo Jesus a um mero professor humano, cujos ensinos logo ficam ultrapassados.
Uma igreja que não ora e não ensina a Sã Doutrina é como uma fortaleza exposta aos ataques do inimigo.
Onde a Sã Doutrina é ensinada, as mentiras dos falsos mestres são silenciadas, pois ela é à verdade absoluta.
O calvinismo defende e ensina as mesmas doutrinas maniqueístas (seita gnóstica do III Século). Assim, toda engenharia teológica, malabarismos e revisionismos articulados pelos calvinistas para tentar negar essa verdade histórica, não mudará o fato de que o maniqueísmo e calvinismo são a mesma coisa!
Onde as Escrituras e a Ortodoxia são ensinadas, as engenharias teológicas fabricadas pelos falsos mestres são desmontadas.
O ensino Bíblico da Páscoa é para que a comunidade de fé se una com Jesus na Sua morte; abandonando o eu, os frutos da carne, os caprichos, e todo tipo de pecado (Ef 3.5-11); gerando assim uma superior ressurreição no ultimo dia.
O Evangelho do Reino ensinado por Jesus Cristo e pelos Apóstolos não permite que o calvinista escape do fato que, assim como Deus ordena a toda à humanidade “amar o seu próximo como a si mesmo”, Deus também ama genuinamente toda humanidade.
Não me importo se calvinistas ensinam o cessacionismo, o que me importa é que a Escritura ensina o continuísmo.
Em Efésios 1.4 o Apóstolo Paulo não ensina que somos eleitos para estar nEle, mas somos eleitos nEle. A preposição grega εν é (em), e não εις (para) Assim, não se trata da escolha de indivíduos para estar em Cristo, mas da escolha de um corpo coletivo em Cristo. Marcelo Rissma
Calvinistas tagarelam com todo entusiasmo que no Evangelho de João 6.44-65 ensina a heresia da graça irresistível. Só que, o verbo grego “compelir” dos versículos de João 6.44-65 é o mesmo do Evangelho de João 12.32 que diz: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei TODOS a mim mesmo.” Então os calvinistas estão ensinando o universalismo?
Se uma teologia não ensina um amor salvador por TODOS os homens como Jesus ensinou nos Evangelhos, então essa teologia não tem nada do Evangelho da Graça.
O ensino Bíblico e Ortodoxo acerca do livre-arbítrio é que ele só pode ser usado pelo homem caído para as coisas espirituais depois que a Graça de Deus o restaure. Antes dessa restauração o livre-arbítrio do homem está totalmente inapto para as coisas espirituais.
Qualquer calvinista que pregue ou ensine a necessidade de fé e da pregação do Evangelho para salvação é um hipócrita, desonesto e dissimulador. Isso porque no calvinismo ninguém pode crer ou ir a Cristo até ser regenerado soberanamente, onde os eleitos são regenerados sem fé e sem a pregação do Evangelho, e os não eleitos não podem crer por um decreto de Deus, selando assim o destino de cada ser humano que já foi predestinado arbitrariamente na eternidade passada.
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