Poema palavras
Lavei o rosto para não permanecer
Com a sujeira daquelas palavras
Sujei as mãos ao remover o fel
Das tramas sinistras e veladas
Levantei os pés para sair do brejo
Articulei as juntas quando me encolhi
Pra sair das “glórias” que não invejo
Eram só inglórias quando as vi
Foi sair e saber de longe do meu nome
Foi sair e perceber que nada perdi
Deixar que se consumissem os que não me consomem
Os que não mais me consomem
São ferozes entre si e a si comem
Foi sair e ter tempo pra cantar, voar, luzir...
O vazio é o oco
O vazio do oco da tua boca
Da tua cabeça, o choco
Do que julgas serem palavras loucas
Desse, dessa, daquele e daquela
Palavras e derrames d’alma
Mas se tu julgas sem querelas
Para o verdadeiro final tenha calma
Haverás de perceber: nada é vero
Pois se nada existe sob o julgo todo
Talvez seja um olhar sincero
Mas não te percas no engodo
Da verdade inteira onde o silêncio se esgueira
Da verdade escamosa aonde a luz não chega
Da verdade da aconchegante esteira
Da verdade do presente “à grega”.
Palavras são palavras, que com simplicidade soam como acordes de violão enquanto se revelam sublimes como as notas de um violino em seu ponto mais agudo, até a pausa de uma vírgula sob as linhas que as ostentam.
Palavras sozinhas e delicadas escritas com a caligrafia suave de uma harpa, que quando tocadas tornam-se mais leves que a refrescante brisa de um dia de primavera.
Palavras são apenas palavras, independente do formado, cor ou tamanho, são apenas ingênuas e comoventes que nos trazem o alívio e a serenidade sob a nossa contínua melodia.
Todas essas são palavras sem ritmo, que dançam sob a sinfonia melancólica ou agitada, porém harmoniosa tocada por nós, maestros de nosso próprio saber e de nossa própria orquestra.
São estas as palavras que nos dão sentido, razão e existência. Acolhem-nos com ternura e nos ensinam pelo mais livre prazer do saber. Palavras que podem ser doces, porém amargas.
Palavras esquecidas e palavras inesquecíveis dão às mãos, desgrudam do papel e da lembrança, criam vida, viram música.
Essas são palavras como uma melodia sem música, sem som, que é tocada no doce silêncio das mortas teclas de um piano e que soam suplicantes e caem sobre as contínuas linhas e derrama lágrimas cristalinas que, hoje, são seguradas pelo simples e humilde ponto final, sua mais pura barragem de sentimentos.
Me apaixonei pelas sua palavras,
Me apaixonei pelos seus olhos,
Me apaixonei pelo seu toque,
Me apaixonei pelo seu jeito,
Me apaixonei pelas suas qualidades.
Mas como sei que me apaixonei?
NÃO SEI APENAS SINTO.
Satisfação ?
Desejo mental
Palavras - (tomam posse de mim)
Na esperança de escapar (da cegueira)
Para acordar
No meu olhar
Sente o desejo
Nas minhas palavras
Sente o anseio
No meu toque
Sente o prazer
Entre o céu
E
E a terra
Julieta e Romeu ?
No paraíso
Serás meu
A FALTA
Um vazio de palavras que não suporto! Os sentimentos por vezes são tantos que os pensamentos não acompanham de modo algum. Correm, mas não chegam! Indecifráveis verdades rondam meus dias... e as noites são absolutamente mudas. Dê-me ao menos notas ou sorrisos e lágrimas! Grite, mas esteja! Desvende meus olhos, oras! Mas, faça-me o favor: explique-me... se as palavras sumiram no exato momento da sua ausência, não acha que em algum bolso seu elas devem estar? Como então devo falar-te da falta que me faz se tudo o que me resta são letras esparsas? Complicado te encontrar... mais complicado ainda te deixar.
Minhas palavras descrevem a minha angústia de um momento chamado solidão, escrever o que sinto, expor meus sentimentos na tela de um computador, ou até mesmo em uma folha de papel me faz melhor, escrever aquilo que vejo, que sinto, a minha opinião sobre assuntos quais não tem respostas, desabafar seria a palavra certa? eu não sei!
Sei que a vida não tem saidas ao não ser vive-la, pois ninguém sabe como é a morte, e aqueles que tiveram a experiência de morrer não voltaram!
Viver, amar, chorar, são verbos que serãoo constantes em sua caminhada rumo a morte.
[...] Pesado sol em minhas costas
quente bate forte o caminho
palavras aventam de vento frio
alusiva solidão eloquente ilusão [...]
A tua essência!
O teu olhar reflete a grandeza do teu ser...
E as tuas palavras exalam a essência divina.
Autoria: Leila dos Reis
As palavras, tem vida própria,
Se superam, se ultrajam...
Deconfiam, usam-se e clareiam-se.
São enfáticas, lúcidas quando necessárias,
São duras e penosas á corações moles.
São displicentes, alegres, prazerosas e desejaveis, quando são preteridas...
Podem ser caluniadoras, quando interpretadas mal, por seus dissimuladores.
São amaveis, afetivas, doces e aliviadoras,
Transportadoras de licitudes, de magia, de lisonjas e bem querer.
De bençãos e maldições,
São saudações e de despedidas,
De boas vindas ou de partidas tardias,
Repentinas e,
quistas por quem a elas, assim sugere.
No meio de palavras és poesia.
No meio de garotas já és uma mulher feita.
No meio do ar és maresia.
No meio de bonitas és perfeita.
Entre as outras és especial.
Entre as demais és sempre algo a mais.
Entre tudo és essencial.
Entre todos és tu quem me traz paz.
És minha Deusa Afrodite.
És a pessoa mais bela.
És a única entre tantas.
És, no tempo, primavera.
Tormento:Minha consciência grita,meus olhos já não enxergam,
minhas palavras são mal ditas e a falta de voce me sufoca!
só por hj me calarei,Só por hj !
... meras palavras sem nexo nem importancia,
inúteis?
Frases confusas, rimas dissonantes.
"História sem pé nem cabeça", sem título, sem roteiro.
Um curta infinito, figuras de linguagem primárias.
Poemas rotos e anônimos, e alheios...
( meras palavras de coração e alma).
Tem tantas palavras para definir o amor, mas nenhuma delas é suficientemente forte, é um sentimento tão puro e perfeito, tão fácil de sentir tão difícil de esquecer.
É tão bom quando amamos alguém e também somos amados, sentimos uma alegria indecifrável, pena que um dia essa alegria acaba e a dor é tão forte que juramos nunca mais amar outra vez, mas quem é que consegue?
O fato é que sempre vamos amar e também vamos sofrer, mas é a vida, não tem o que fazer.
"O organizador de palavras precisa da desordem interna para ordenar as suas ideias".
Mais em lavinialins.blogspot.com
Leva embora todos os pensamentos ruins que podem atrapalhar meus atos e minhas palavras
Me ajude nos momentos e fraqueza e de duvida, e não permita que eu esqueça de sua existência em minha vida
Leva para longe os que de mim se aproximaram por interesse, e abençoe todos os dias os que iluminam meus caminhos...
Dai-me mais humildade para aceitar, como diz a oração, "aquilo que eu não posso mudar..."
Traga-me uma dose extra de paciência, principalmente comigo mesma
Perdoai-me dos momentos de fúria contra os que amo!!!
Protegei minha família, tanto a de sangue quanto a de alma
Que eu possa, neste novo ano e nos próximos, agradecer mais do que pedir, elogiar mais do que reclamar, ajudar mais do que ser ajudada...
Que nunca me falta força para lutar nos momentos de dificeis da minha vida
Perdoa-me de meus pecados, sob a promessa de tentar firmemente nunca mais repeti-los
Ajudai-me a obter o perdão daquele que inconscientemente magoei...
Que sua luz brilhe sempre em meu coração, e que assim, eu possa ajudar a iluminar quem de mim se aproxima
E que eu finalmente aprenda que tudo o que escrevi acima depende de mim mesma, e não adianta orar e ficar simplesmente esperando que o Senhor resolva minha vida...!
porque quando eu penso em você
é pura incoerência
simples palavras não podem explicar
apenas um paradoxo,
algo tão incoerente como é pensar em você,
pode dizer
deixa em estado ofegante
como alguém cansado,
mas cheio de vigor
é respirar
num eterno sufoco
mas que sacia
é uma tortura voluntária
que ao invés de lágrimas
só traz o sorriso
“Teu espelho”
Tua imagem no espelho murmura algumas palavras de dor, outras de castigo.
Tua felicidade é o expoente, encarando seus fantasmas de frente, fôlego ausente.
Tua preocupação deu com a cara na porta, esgotando um sonho calhorda.
Tua espada deixou de cortar, os emaranhados da vida, hei de complicar.
Tua oração ao pecado criou um lago de constrangimento, vazio de vida.
Tua reserva de bom senso,amargou,apodreceu, teu respeito soluçou, depois morreu.
Tua falta de alegria refletiu a cara zangada; espelho de tua alma...
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